Coleção pessoal de adrianobezerra
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Às vezes me perguntam por que sou genial. Eu lhes respondo: aprendi ontem, aprendi hoje e vou aprender amanhã. Faço isso todos os dias da minha vida, desde o meu nascimento até o dia da minha morte.
Eu já vi pessoas falarem muito e não dizerem nada, mas nunca vi um silencioso que não dissesse alguma coisa.
A morte é uma assassina inocente.
A sorte é um castelo de cartas, o azar é o efeito dominó.
O aprendizado é a sombra que nos abriga; a ignorância é o Sol que nos consome.
A sabedoria é quântica, a ignorância é relativa e geral.
O nada é um verbo atemporal que não pode ser conjugado.
A existência está condenada a existir. A não existência está condenada a não existir.
Não poder ser irresponsável é uma responsabilidade muito grande?
A poesia é uma filosofia encantada.
O nada é um solo fértil para surgir alguma coisa.
A vida é plural; viver é singular.
O medo é um Viajante do Tempo.
A melhor resposta pede silêncio, não explicação.
As maiores dúvidas que eu tenho são as certezas das minhas verdades.
O mundo é uma loucura assintomática; o problema é que eu estou doente e sinto tudo.
O óbvio é o cemitério das explicações mal dadas.
Eu sou o não e o sim, sou o que sou e o que fizeram de mim.
Eu sou um eu que queria ser outro,
para saber o que o outro queria ser,
se fosse eu.
A morte é a resposta que cala todas as perguntas.