Mal
Ateu: "Se Deus é bom, porque ele permite o mal no mundo"?
Resposta: Se Deus fosse acabar com o mal no mundo, teria que acabar com todos nós. (Gn 6.5; Mt 7.21-22; Mt 25; Rm 3.12).
Temos que levar em consideração que a bondade de Deus manifestada no Cosmos é muito maior do que a maldade provinda da queda, que marca a História.
Muitas pessoas torcem pelo MAL na vida dos outros, mas eu me pergunto: “Como que o MAL na vida dos outros pode ser tonar o BEM na sua vida”? O MAL sempre será MAL! (Mt 5.38-48)
Ninguém pratica o mal por uma determinação divina como infere o calvinismo. Todos praticam o mal por suas decisões livres.
O Problema do Mal
O paradoxo de Epicuro:
- Deus, enquanto onisciente e onipotente, tem conhecimento de todo o mal e poder para acabar com ele. Mas não o faz. Então não é onibenevolente.
- Deus, enquanto omnipotente e onibenevolente, então tem poder para extinguir o mal e quer fazê-lo, pois é bom. Mas não o faz, pois não sabe o quanto mal existe e onde o mal está. Então ele não é omnisciente.
- Deus, enquanto omnisciente e omnibenevolente, então sabe de todo o mal que existe e quer mudá-lo. Mas não o faz, pois não é capaz. Então ele não é omnipotente.
Uma resposta ao paradoxo de Epicuro usando a resolução de Agostinho de Hipona baseada na analogia com a sombra:
Assim como a sombra é a ausência ou privação de luz em uma determinada região, o mal é visto como a ausência ou privação do bem.
Agostinho argumentou que Deus é a fonte de todo o bem e, portanto, não pode ser a causa direta do mal, assim como a luz não é a causa direta da sombra.
Quando um objeto bloqueia a luz, cria-se uma sombra na região oposta, onde a luz não pode alcançar. Da mesma forma, quando os seres humanos se afastam do plano divino e fazem escolhas que se desviam do bem, o mal surge como uma consequência dessa privação.
Nessa analogia, o mal não é uma entidade ou substância real em si mesmo, assim como a sombra não possui uma existência independente da luz. Em vez disso, o mal é considerado como a falta ou a ausência do bem, assim como a sombra é a ausência de luz.
Agostinho também relacionou o livre-arbítrio humano ao problema do mal. Assim como os objetos podem bloquear a luz e criar sombras com sua presença física, os seres humanos têm a capacidade de escolher entre o bem e o mal através do livre-arbítrio. Essa escolha pode resultar em ações que causam sofrimento e privação de bem, assim como a sombra é resultado do bloqueio da luz.
Portanto, a Resolução Agostiniana sugere que o mal não é uma entidade independente, mas uma privação ou ausência do bem que surge quando os seres humanos se afastam do plano divino. Essa abordagem busca reconciliar a existência do mal com a crença em um Deus todo-poderoso e todo bondoso, apontando para a importância do livre-arbítrio e das escolhas humanas na manifestação do mal no mundo.
Pense nisso, cuidado com os predestinacionistas e ateus, e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A fonte que flui do “deus” criado pelo calvinismo jorra duas fontes: água salgada (mal) e doce (bom). Tiago 3.11
Quem não é visto, não é lembrado???
José estava preso quando foi lembrado (Gn 41);
Gideão malhava trigo escondido no lagar (Jz 6);
Davi apascentava ovelhas no dia da unção (1° Sm 16).
Não importa onde você esteja; Se Deus tem um propósito com a sua vida, ninguém poderá te esconder!
O grande mal da mentira e da difamação é que eles têm o poder de fazer com que as pessoas ODEIEM um inocente e AMEM um mentiroso.
A Essência de Deus e o Mal
O calvinismo, o neo-calvinismo, o ateísmo e os cristãos desinformados são rasíssimos quanto a Doutrina Bíblica acerca da simplicidade de Deus. Pois, o corolário mais básico e lógico da proposta de Deus enquanto ente simples é a plena indissolubilidade entre Sua natureza e Seus predicados. Resumindo, os predicados de Deus correspondem à totalidade de Sua essência. Nesta via, Deus não possui justiça, Ele É Justiça. Deus não possui amor, Ele É Amor. Deus não possui bondade, Ele É Bondade. Deus não possui algum bem, Ele É o Bem Supremo.
Dito isto, é uma tolice predicar Deus em ações moralmente más, pois, sendo o mal uma privação do bem e não podendo Deus privar-se a Si mesmo (pois é a Suma Bondade e Sumo Bem), conclui-se logicamente que Deus não pode obrar o mal. Por isso a Bíblia diz que em Deus não há mal ou trevas alguma, Ele é essencialmente bom e não pode pecar. (1º João 1.5; Hb 6.18; Hc 1.13; Tg 1.13).
Assim, essa posição ateu-calvinista deve ser rejeitada veementemente porque é contraditória. E a Bíblia exorta-nos a evitar “as ideias contraditórias” (1ª Tm 6.20). Os opostos não podem ser verdadeiros ao mesmo tempo e no mesmo sentido. Deus não pode ser bom e não-bom. Ele não pode ser essencialmente bom e ao mesmo tempo mal. É um ato de blasfêmia predicar a autoria do mal ou o mal a Deus. E seja anátema todo aquele que assim proceder.
Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma.
Calvino explicando aos calvinistas de internet Efésios 2:8-10: “Mas eles geralmente interpretam mal esse texto, e restringem a palavra "dom” somente a fé. Mas Paulo [...] não quer dizer que a fé é o dom de Deus, mas que a salvação é dada a nós por Deus [...]”.
New-calvinistas são uma piada, pois eles contradizem não apenas a construção grega, mas o próprio guru deles, João Calvino. João Calvino - Calvin’s New Testament Commentaries (Grand Rapids, MI: Wm B. Eerdmans Publishing Co., 1994), vol. II, p. 145.
Devemos Crer, pois Deus não Crê por nós como infere o calvinismo (Atos 16.31; Marcos 11:22; 1 Pedro 1.7).
O bem procede de Deus e o mal procede do livre-arbítrio da criatura. Deus deu a humanidade o livre-arbítrio, que é expresso pela obediência ou desobediência ao Seu mandamento, porque Deus é bom. Um soberano mau não daria as Suas criaturas liberdade de escolha.
Mal sabia ela que a bagunça que havia dentro de si era externada influenciando nas escolhas e permanência em relações e ambientes tóxicos.
Bem ou mal,
os prazeres e as dores são apenas manifestações da mente,
assim como pobreza e riqueza não passam de construções mentais.
A felicidade e a infelicidade não são estados de paz.
A felicidade pode ser comparada à cauda de uma serpente: aparentemente inofensiva, mas perigosa ao menor contato. A infelicidade, por outro lado, é como a cabeça da serpente, cheia de veneno. Qualquer aproximação leva ao mesmo resultado: a mordida.
Esses estados alimentam o desejo, e o desejo, por sua natureza, é efêmero, instável e sem substância. Ele surge, cresce e inevitavelmente desaparece. Quando o desejo morre, a felicidade desaparece com ele e a infelicidade toma o seu lugar. É um ciclo interminável que a mente continua a repetir.
A paz, no entanto, não está em nenhum desses extremos.
Ela está no caminho do meio, onde a mente se estabiliza em seu estado natural. Essa paz é universal, acessível a todos, mas exige um esforço consciente. Negligenciar esse caminho leva à contaminação da mente e perpetua o sofrimento.
Cada pessoa deve buscar essa paz por si mesma.
Ela não está fora, mas dentro de nós, no mesmo espaço onde nasce a dor. A verdadeira paz é imperturbável, imóvel, serena. Quando a mente se agita, procurando o prazer ou fugindo da dor, perdemos essa estabilidade.
Portanto, a escolha é sua: permanecer preso no sofrimento ou cultivar a paz?
No final, pensamentos e sentimentos não são nada além de movimentos passageiros da mente, transitórios e sem uma essência permanente.
O mais miserável dos Homens não é o pobre que passa todo o tipo de necessidade, aquele que mal consegue sobreviver com dignidade numa sociedade dita democrática, mas sim todo aquele que o condena a essa condição.
Esse sim é miserável!
A gratidão que me emociona é aquela que consegue superar todo o Mal que contra nós um dia foi dia lançado.
Como tal resplandeço na Luz do amanhecer em todas as mãos que se erguem, e faço tatuagens eternas em silêncio, numa enseada de Amor, elevando meus braços ao céu, firmando e confirmando minhas preces por todos os meus Irmãos.
O feminismo moderno está mal das pernas. Com tantas vertentes e com o radicalismo, chegamos ao ponto que basta ser mulher. Direitos todos temos no Art. 5º da Constituição - " todos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza"....ou seja, estar inserida no coletivismo feminista pelos motivos errados é também certa ignorância a respeito do que foi o movimento original e do que representa este último"
