Luz da Alma
#LUZ #PERDIDA
Tu ris de minha alma...
Censura meu ardor...
Mas por ti carrego..
Um grande amor...
O destino da gente...
Quem sabe aonde nos levará...
Ninguém prevê...
Quantas voltas o mundo dará...
Hoje tu me recliminas...
Esconde de mim teus olhos...
Peço que o amanhã não chegues...
Quando terás só meus abrolhos...
Duvido que alguém no mundo...
Tenha tanta vontade de te ter...
Tristeza maior na vida...
É os sonhos perder...
Mas, olha a vida...
Deixe ela correr...
Chegará o meu dia...
Que deixarei de por ti sofrer...
Deus de ninguém se esquece...
Passa o tempo e algo sempre permanece...
De ti terei saudades...
De mim nada mais terá...
Seguirei feliz adiante...
Como pássaro livre a voar...
Da luz deste olhar tristonho...
Nunca mais tu terás...
Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Aqui onde se espera...
Sempre um lenço de despedida...
Em alma que flutua...
Na luz órfã do dia...
São certos os abismos...
Escondendo os perigos...
Da mentira que roda e enlaça...
Sufocando toda graça...
Do falso amor sentido...
Descobre-se impaciente os recados...
Sentado à mesa dum café passado...
Pega-se pensando e quando socorreste o miserável...
Percebesse estar só e só ter criado embaraços...
Talvez não suspeites...
Que na verdade nenhum lugar ocupastes...
Apenas distraites...
Com o que não te pertences...
Na escuridão que procura e adormece...
Rolando o leito que se aquece...
Nenhum conhecido que tivesse...
O amor que o pegue criado...
Terra assombrada que lhe é devida...
Cuja vida é água a correr...
Para a fronteira fechada...
Enganando-se a sofrer...
Aproveitar o tempo...
Tirar da alma os bocados...
Antes só...
Que mal acompanhado...
Sandro Paschoal Nogueira
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
" Minha luz,
por que teimas em me deixar no escuro
não vês que minha alma clama pela tua
que meu amor precisa do teu
minha luz não deixes de me guiar
e mais
não deixes de me receber como teu
eu preciso do teu amor...
O coração se apercebe da amargura da alma,
E nenhum estranho se meterá na sua alegria
Na luz da tua face há vida,
É como a nuvém da chuva primaveril
Mostre-me abençoada a tua fonte de água
E alegra-te com a pessoa da tua mocidade,
Gama amável e encantadora.
Inebriem-te os seus próprios seios todo o tempo
Que te êxtasies constantemente com o seu amor
O conselho no coraçõa duma mulher
É como águas profundas,
Mas a mulher de discernimento
É quem a puxará para fora
De dentro do seu intimo
Como um revestimento de prata
Recobrindo meu coração
São os lábios fervorosos com um coração
Que enlaça.
Assim como o pássaro tem razão para fugir
Assim como a andorinha tem para voar,
Assim Meu coração não ama sem causa real
Golpearam-me, mas não adoeci;
Surraram-me, mas eu não me entreguei;
Quando é que acordarei?
Eu a procurarei ainda mais
Meu coração não tem se ansoberbecido.
Nem ficaram altaneiros os meus olhos;
Tampouco tenho andado em coisas grandes demais
Nem em coisas maravilhosas demais
Decerto tenho acalmado e aquietado a minh'alma
Como uma criança recém-desmamada sobre sua mãe
MInha alma esta sobre mim
Como uma criança recém-desmamada
Esperei por você
Desde agora e por tempo indefinido
Tu és grande e para ser amada muito
E sua beleza é inescrutável
Deleita-te também em mim
E lhe concederei os pedidos
Do teu coração.
Soneto a Railene
Renova-se minh’alma em vosso vulto,
Ó luz formosa, olhar de doce alento,
Que, sendo simples, torna-se absoluto
E em mim derrama amor e encantamento.
Vossa morena tez, qual ouro oculto,
É chama que consome o pensamento;
Vosso corpo gentil, tão livre e culto,
É meu desejo e meu contentamento.
Se é vedado o amor que vos dedico,
Não há, porém, poder que o desfaleça,
Pois nele encontro o lume e o perigo.
Railene, vós sois minha fortaleza,
E ainda que me falte o bem mais rico,
Basta-me a vossa voz por natureza.
O escuro só existe para que a luz alcance seu milagre, é o contraste secreto da alma, a sombra que, como um véu antigo, realça o ouro escondido na essência da verdade.
Alma
Procure a mansidão
Evite celeumas
Tente enxergar a Luz
Existente
Em toda escuridão
Tenha calma
Venha a fleuma
Encare seus problemas
Com um sorriso nos dentes
Viver se faz premente
Se não choveu
E se perdeu
Aquilo que semeou
Lembre-se
O Sol ainda não se apagou
Hoje ele calcinou a terra
Amanhã
Ele haverá de evaporar os mares
E nuvens virão
Com ares de bem aventurança
Alma
Não perca a esperança
Lembre-se
O mundo gira
E em alguma dessas voltas e revoltas
Você há de finalmente entender
Que é preciso ver muitos ocasos
Antes de saber
Que nunca chove por acaso
Que cada sol nascente seja carinho para uma alma carente, uma luz divina para a escuridão da mente, um aquecedor de amor para um coração frio e doente.
Só com a luz apagada te sinto melhor...
te vejo inteiro - corpo e alma - teu eu verdadeiro.
Só com a luz apagada saboreio
o momento inteiro
o toque da pele,
o som da tua voz - tão calma -,
o silêncio que acalma.
Só com a luz apagada...
é olho no olho, pele com pele... alma com alma.
Teu Sorriso é Pôr do Sol
Esse teu sorriso, luz do fim de tarde,
Que ilumina e aquece minha alma,
Teu astral é mais que real,
É sobrenatural, me leva à calma.
Quando o mar encontra o meu olhar,
A saudade vem, feito maré,
De repente, invade, me faz lembrar
Que esse bem-querer é como fé.
Hoje, vi tua foto e me arrepiei,
Teu sorriso é meu combustível, meu viver.
Viajei no teu olhar, na tua beleza,
Que, em sonho, já era linda, mas pessoalmente… indescritível!
Esse amor, poesia que nos guia,
Pra felicidade encontrar, amizade pra amar.
No teu sorriso, mergulho sem fim,
E no teu abraço, encontro o paraíso, enfim.
Nos céus de ontem e de agora,
Carregados de estrelas, tão belas,
A lua cheia reflete teu rosto,
E meu mundo se transforma em festa ao conquistar
Teu jeito de me abraçar, e eu me perco no teu mar.
E eu, que antes vivia na tristeza,
Descrente do amor, sem clareza,
Encontrei em ti a felicidade, meu amigo,
E desde então, a vida é um abrigo.
Não é nem nunca foi a tua beleza que chamou atenção...
Foi a tua alma que emana luz e o teu coração que exala amor... tu já nasceu poesia sem nem precisar rimar!!!
A verdadeira caridade , vem da alma e não das mãos.
As mãos são so instrumento. Paz e luz
Simone Vercosa.
Reconhecendo a luz!!
Uma alma disciplinada, cheia de luz e bondade, deseja sempre ver o outro feliz , bem, ela não oscila, ou é circunstâncial.
Somente conseguimos transmitir amor, quando estamos repletos dele.
O amor é fruto saudavel, sublime, capaz de pincelar dentro dos nossos corações os melhores e mais nobres sentimentos.
O desejo do bem , cria movimentos de paz, harmônia, cooperação, formando elos saudaveís e evitando trincas, problemas desnecessários.
Somente aqueles que possuem gratitude e que reconhecem a luz , sabe a importância da :
Multiplicação rumo a reflexão, evolução.
Divisão a solidariedade , caridade, a paz
Da soma a união , a alegria.
Da Subtração dos sentimentos indesejaveís
Simone Vercosa.
O sorriso é a luz do ser humano.
O sorriso é a luz da alma, é o brilho dos olhos, expressão de pura felicidade.
O sorriso encanta, conquista ...
Não importa o seu tamanho e sim a beleza que ele causa.
Um simples sorriso estampa na face a alegria.
Enquanto estiver sorrindo, a tristeza não chega.
