Luz da Alma
Tenho uma alma é essencialmente feliz.Mesmo quando o céu está nublado e sinto falta da luz do sol, ainda assim sou feliz. Adoro a minha companhia e curtir momentos onde só escuto a voz dos meus pensamentos. Claro que gosto da companhia de outras pessoas e do "tempero" especial que acrescentam aos meus dias. Amo conversar, dar boas risadas, escutar, olhar nos olhos. Não curto superficialidade...gosto de sentir, perceber, gosto de fazer parte...Em tudo o que vivo deixo um pouco de mim e levo um pouco do outro.
"Dinheiro enche bolsos, mas a prosperidade verdadeira é a luz que preenche a alma e a conecta ao propósito divino."
"Guemilut Chassadim é o perfume da alma; quem pratica bondade espalha suavidade e luz por onde passa."
"A alma de quem pratica Tzedaká brilha com a luz da justiça; cada ato é uma centelha de bondade eterna."
O coração brilha para quem tem brilho na alma, não adianta querer ser uma estrela, se não tem a luz de sê-la!
Essência se sente. O brilho da alma é luz interna. Aparência apenas se vê . A beleza ilumina de dentro para fora. Faça-se luz ♡
Apaguei a luz da minha alma, fiz meu coração sofrer, dos meus olhos rios de lágrimas se perderam, nada disso valeu a pena. Nada mudou, continuei o mesmo, mas por um caminho diferente. Um caminho de liberdade, sem espinhos, que não machuca, e por todos os lados que olho mesmo que seja a noite, não me vejo na escuridão. Aprendi a não sacrificar o meu ser interior, com fracassos que o destino me condicionou. Por tanto hoje sou mais feliz do que antes, porque compreendo e sou compreendido, valorizo e sou valorizado, respeito e sou respeitado, amo e sou amado.
#LUZ #PERDIDA
Tu ris de minha alma...
Censura meu ardor...
Mas por ti carrego..
Um grande amor...
O destino da gente...
Quem sabe aonde nos levará...
Ninguém prevê...
Quantas voltas o mundo dará...
Hoje tu me recliminas...
Esconde de mim teus olhos...
Peço que o amanhã não chegues...
Quando terás só meus abrolhos...
Duvido que alguém no mundo...
Tenha tanta vontade de te ter...
Tristeza maior na vida...
É os sonhos perder...
Mas, olha a vida...
Deixe ela correr...
Chegará o meu dia...
Que deixarei de por ti sofrer...
Deus de ninguém se esquece...
Passa o tempo e algo sempre permanece...
De ti terei saudades...
De mim nada mais terá...
Seguirei feliz adiante...
Como pássaro livre a voar...
Da luz deste olhar tristonho...
Nunca mais tu terás...
Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Aqui onde se espera...
Sempre um lenço de despedida...
Em alma que flutua...
Na luz órfã do dia...
São certos os abismos...
Escondendo os perigos...
Da mentira que roda e enlaça...
Sufocando toda graça...
Do falso amor sentido...
Descobre-se impaciente os recados...
Sentado à mesa dum café passado...
Pega-se pensando e quando socorreste o miserável...
Percebesse estar só e só ter criado embaraços...
Talvez não suspeites...
Que na verdade nenhum lugar ocupastes...
Apenas distraites...
Com o que não te pertences...
Na escuridão que procura e adormece...
Rolando o leito que se aquece...
Nenhum conhecido que tivesse...
O amor que o pegue criado...
Terra assombrada que lhe é devida...
Cuja vida é água a correr...
Para a fronteira fechada...
Enganando-se a sofrer...
Aproveitar o tempo...
Tirar da alma os bocados...
Antes só...
Que mal acompanhado...
Sandro Paschoal Nogueira
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
" Minha luz,
por que teimas em me deixar no escuro
não vês que minha alma clama pela tua
que meu amor precisa do teu
minha luz não deixes de me guiar
e mais
não deixes de me receber como teu
eu preciso do teu amor...
O coração se apercebe da amargura da alma,
E nenhum estranho se meterá na sua alegria
Na luz da tua face há vida,
É como a nuvém da chuva primaveril
Mostre-me abençoada a tua fonte de água
E alegra-te com a pessoa da tua mocidade,
Gama amável e encantadora.
Inebriem-te os seus próprios seios todo o tempo
Que te êxtasies constantemente com o seu amor
O conselho no coraçõa duma mulher
É como águas profundas,
Mas a mulher de discernimento
É quem a puxará para fora
De dentro do seu intimo
Como um revestimento de prata
Recobrindo meu coração
São os lábios fervorosos com um coração
Que enlaça.
Assim como o pássaro tem razão para fugir
Assim como a andorinha tem para voar,
Assim Meu coração não ama sem causa real
Golpearam-me, mas não adoeci;
Surraram-me, mas eu não me entreguei;
Quando é que acordarei?
Eu a procurarei ainda mais
Meu coração não tem se ansoberbecido.
Nem ficaram altaneiros os meus olhos;
Tampouco tenho andado em coisas grandes demais
Nem em coisas maravilhosas demais
Decerto tenho acalmado e aquietado a minh'alma
Como uma criança recém-desmamada sobre sua mãe
MInha alma esta sobre mim
Como uma criança recém-desmamada
Esperei por você
Desde agora e por tempo indefinido
Tu és grande e para ser amada muito
E sua beleza é inescrutável
Deleita-te também em mim
E lhe concederei os pedidos
Do teu coração.
Soneto a Railene
Renova-se minh’alma em vosso vulto,
Ó luz formosa, olhar de doce alento,
Que, sendo simples, torna-se absoluto
E em mim derrama amor e encantamento.
Vossa morena tez, qual ouro oculto,
É chama que consome o pensamento;
Vosso corpo gentil, tão livre e culto,
É meu desejo e meu contentamento.
Se é vedado o amor que vos dedico,
Não há, porém, poder que o desfaleça,
Pois nele encontro o lume e o perigo.
Railene, vós sois minha fortaleza,
E ainda que me falte o bem mais rico,
Basta-me a vossa voz por natureza.
