Literatura de Cordel

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Não importa o quão ocupado você acha que é, você deve encontrar tempo para a leitura, ou irá render à ignorância voluntária.

PARE! Onde vocês pensam que vão?
O salário não vem.
O trem parou, o hospital fechou a empresa mudou.
A escola os alunos abandonou porque o professor se revoltou.
E a comida acabou!
A multidão se exaltou.
E a disciplina do poder nos prendeu e condenou.

Viver é a arte de se reinventar todos os dias.

Simplesmente viva, seja feliz e agradeça a Deus pela oportunidade de estar vivo.

Muitas pessoas sepultam os seus sonhos porque se acovardam diante das barreiras impostas a elas. E deixam a covardia germinar em seus corações impedindo o crescimento dos sonhos plantados por Deus.

A poesia dá notícia da ludicidade do divino.

Isso nunca acontece quando se deseja...

Seja o Narrador de sua própria vida.

“Não somos nós que lembramos.
As vezes,
é o passado que sente saudades de nós.
Tão nostálgico
que nos envia as lembranças para nos visitar.

(…)”

Não existe fórmula mágica para o sucesso, mas sim coragem para lutar, vontade de aprender e empreender, força para continuar e principalmente, paciência para conquistar!

Você tem que escrever o livro que quer ser escrito. E se o livro vai ser muito difícil para os adultos, então você escrever para crianças.

Um grande livro deve deixá-lo com muitas experiências e um pouco exausto no final. Você vive várias vidas enquanto lê.

Nenhum livro realmente vale a pena ler na idade de dez anos que não valha igualmente - e muitas vezes muito mais - na idade de cinquenta anos.

É mágico quando alguém tira um tempo para ler o que você escreve. O tempo é algo muito precioso.

Um poema começa com um nó na garganta, saudade de casa, saudade de amor.

Mãos vazias

As mãos vazias
Caminham em silêncio!
Não o silêncio mórbido dá solidão
Ou pela dor de quem perdeu alguém.
Caminham em silêncio pela paz
De quem sabe que venceu mais um dia.

Mãos sujas e carrancudas
Que, alegremente, se banham em águas frias
Para retornar ao lar.
E em silêncios se aquecerem nos bolsos
Do velho jeans azul desbotado.

E quando chegam ao lar
Se entrelaçam em outras mãos
Mais graciosas e aquecidas
E o silêncio se perpetua naquele abraço
De dedos, unhas, mãos e almas.

Escrever é parte de quem eu sou, é a cola que mantém unida todos os meus fragmentos, mas que também me ensina a desapegar e a refletir sobre tantas convenções erradas que são passadas de gerações a gerações.

Eu não acho que todos os escritores sejam tristes, ela disse. Eu acho que é o contrário: todas as pessoas tristes escrevem.

Uma boa história deve fazer você rir e, no momento seguinte, quebrar seu coração.

Quem é mais digno de pena, um escritor amarrado e amordaçado por policiais ou vivendo na perfeita liberdade de que não tem nada mais a dizer?