Liberdade para Thomas Hobbes
Liberte-se
Às vezes é necessário abdicar-se dos pensamentos retrógrados, para poder caminhar com mais serenidade e entusiasmo. A questão não é seguir em frente sem pensar no que foi feito, mas sim, seguir tendo a consciência que a mudança só ocorre quando a pessoa se liberta daquilo que já não acrescenta mais
Ser jovem é ter dentro de si um revolucionário,
É querer fazer as coisas saírem do imaginário.
É lutar com todas as suas garras mesmo quando não é levado a sério.
Ser jovem é fazer revolução, já que até hoje não foi apresentada uma solução.
É buscar união, dizer não para a ignorância,
Querer descobrir o mundo igual uma criança.
Preservar a esperança, saber que só alcança quem muito apanha.
Apanha da polícia, da mídia, da milícia.
É saber fazer da dificuldade uma nova motivação.
É subir o morro descalço com o pé no chão,
É ser julgado pelo que você aparenta ter ou não.
E de repente te lançarem como um delinquente, querer saber o que cê usa, o que cê faz,
Só porque quem pode mesmo é quem tem mais.
Ser jovem é não parar jamais,
É mostrar que quando você perde a mente pequena, você quebra barreiras. E se torna l-i-v-r-e!
A cada gota um novo pensamento, a cada raio uma nova surpresa, a cada trovão um medo estonteante. É assim que vida nos mostra o quanto somos frágeis perto de nossa natureza desafiadora. Em meio tempestades, somos apenas gotas secas envolvidas em nossos próprios casulos... O homem nasceu pra ser livre, mas poucos, aproveitam tempos assim para lavar a alma.
PARA TER CORAGEM
O que dificulta a nossa vida é quando algo (ou alguém) nos faz criar raízes no sofrimento, e a partir deste momento não acreditamos mais merecer algo melhor. Aceitamos o pouco de atenção que o outro nos dá e acreditamos que aquilo é mais do que merecemos, acreditamos na falta de fé que depositam em nós e também passamos a desacreditar da nossa capacidade. Isso faz com que a gente lute desesperadamente - não para sair deste círculo vicioso e cruel, mas para sobreviver no meio desta lama movediça em que entramos. Nossas virtudes são esquecidas, nossos sonhos são abandonados e perdemos completamente o foco, junto com a nossa esperança.
Não lutar contra o inevitável e não insistir em erros que não compensam o nosso suor é um bom começo para voltar a ter as rédeas da própria vida. Muito daquilo que hoje pesa em nossos ombros não passa de coisas que nós mesmos escolhemos carregar. Liberte seus ombros daquilo que não te acrescenta nada e leve com você apenas a coragem de mudar.
XY é livre, não sofreu determinadas pesadíssimas lavagens cerebrais e, assim, não utiliza o seu espaço tempo para revertê-las. É como um passarinho sem eufemismos... Come, bebe (também água), reproduz (literalmente ainda vive tentando) e se diverte no seu vôo, sem receio das paragens do horizonte e das supostas (im)possibilidades do amanhã. Morrerá sem ter se libertado ou aprisionado através das profundidades pesarosas sobre as pressões abissais dos oceanos; morrerá e levará consigo mesmo, se não a possibilidade de compreender o todo, um divisar captado ao mais longe que (se) foi... Não foi jogado às prisões erguidas pelos temores sociais predominantes e que domam os infirmes ou pulverizam os "inservíveis" e " não curváveis"; não pode compreender a angústia que permeia até o próprio se libertar delas. Penso nele e me embato sobre a amplitude e os nuances do significado de viver e/ou existir.
Sua dança me irrita!!! agora compreendo porque. Ela dilata meu tempo, desorganiza meu espaço, adormece minha razão, desperta meu desejo, acorda minhas vértebras, descentraliza meu eixo, liberta minh'alma...mobiliza minha fuga, me despe de tudo...e pelo silêncio dos seus olhos nos meus, eu me entrego. Sem pedir você se apropria dos meus maléolos, acomoda minhas 33 vértebras nas suas, toca as fundidas e ainda movimenta as minhas imóveis conjuntivas, e assim o gesto é concebido, como se nada mais restasse no mundo que não a nossa dança. Sem o menor domínio do meu EU...
Bom dia, boa noite, boa tarde,
Bom o que você quiser, sinta-se a vontade.
Tome seu café da manhã ou então almoçe, quem sabe
Esqueça as regras, mude essa rotina.
Quem disse que de manhã se como pão e no almoço arroz?
Quem disse que hamburguer é lanche e feijão não é café da manhã?
Coma o que quiser, quando quiser, esqueça, novamente, as regras.
Faça do seu jeito, afinal é tudo a seu respeito, viva diferente.
Se aventure, mesmo com pequenas coisas, mas mude.
Seja como for, o que for, o que tiver que ser, mas seja.
Não deixe que te guiem ou que te descrevam.
Não se deixe levar pelo comum ou pelo cômodo
Quem se deixa ser definido, se prende.
Arrisque-se! Anime-se! Acredite em si!
Você pode mudar o que quer, e se não puder, pode se divertir assim.
Troque a forma de se vestir, use botas no verão,
Brinque de colorir, sente-se no chão
Beba de canudo, use o corrimão,
Coma de colher ou então coma com a mão
Vista-se ao avesso, só por diversão,
Ria dos seus erros, mude a direção
Fotografe, veja o mundo com paixão
Corra! mesmo sem razão
Use meias como luvas, grite com emoção
Rode até ficar tonto, liberte seu coração.
Faça elogios, ignore magoas, respire fundo, sinta a calma.
Vire uma criança brincando ou um idoso relaxando.
Dê valor ao que nunca viu. Abra os olhos, observe com atenção
Diga oi mesmo sem conhecer, viva livre mesmo sem poder.
Esqueça os roteiros, os destinos, os apegos
ou pelo menos um pouco de cada.
Vá em frente, sonhe, desafie, realize,
E, por fim, permita-se!
Dizem que vivemos em um país livre, democrático!
Livre e democrático... para quem? Para quais interesses?
O cidadão pode tudo. Tudo o que deixam ele poder!
Liberdade! De ação e de expressão! Mas...Ele é livre para agir! Mas não são toleradas ações que contrariem interesses dos que se sentem poderosos.
O cidadão é livre para se expressar! Mas não lhe é permitido questionar os atos, nem discordar dos mandos e/ou desmandos de quem ocupe o poder.
E viva a liberdade! Até o ponto delimitado por alguém. Até onde alguém permite que você a viva!
“Como é impossível para todo indivíduo como para toda nação, simultaneamente ser mais forte do que seus vizinhos, é um truísmo que a liberdade, separadas das liberdades de determinadas pessoas e classes, só pode existir à medida em que é limitada por regras que assegurem que a liberdade para alguns não signifique escravidão para outros”
Palavras e expressões "fortes" ainda impressionam um bocado a massa. É o caso envolvendo as tais "biografias não autorizadas. "Censura", "liberdade de expressão", "cerceamento", "ditadura" e coisas assim sensibilizam um bocado certos bocados de pessoas! | 00650 | 11/10/2013
Dentro do sonho de ser livre, estamos apenas aprisionados no cárcere, se fossemos livres de fato, jamais sonharíamos voando!
Você não pode fazer a vontade de alguém só por consideração,
que seja amigo, parente ou religião.
Deixe de ser um boneco de fantoche!
Você é livre, cadê a sua opinião própria?
Como nada é absoluto e isolado neste Universo, essa regra também se impõe ao livre arbítrio ou ao determinismo. Não pode haver livre arbítrio se esse não se mover para além dos limites da fatalidade e do automatismo instintivo. Aliás, a liberdade só tem sentido, como bem humano, enquanto soergue-se para derrubar limites.
Mas, tomemos cuidado: romper limites não significa demolir a casa, mas saber abrir e fechar as portas, sair de casa e voltar para ela na hora segura. Não há liberdade no Caos, bem como não há progresso na desgraça! Ao sairmos pela soleira da frente de casa, tomemos cuidado para que as portas não se tranquem por dentro, ficando então nós “sem pai nem mãe” no Mundo.
(Em "Sobre o Livre Arbítrio": http://wp.me/pwUpj-1mz)
O SER HUMANO "EXISTE"?
RESPOSTA: o homem não existe! O homem tão-somente subsiste! Esse é o verbo — subsistir (do lat. "subsístere") — que descreve o ser que manifesta-se sob determinadas condições, age sob certas leis e, na maioria das vezes, é atuado e limitado por essas leis (requisitos, limites, vicissitudes, necessidades, etc.).
Nem mesmo se o homem estivesse livre dessas vicissitudes e limites poderíamos dizer que ele existe, pois sendo ele livre, poderíamos trazer à baila a possibilidade, para ele, de não ser livre. Estar sujeito à simples possibilidade de ser não-livre já relativiza sua pretensa liberdade. Assim, sua “liberdade” subsistiria sob determinadas condições.
Se, e somente se, o homem não dependesse de uma tal liberdade é que ele, verdadeiramente, não seria atado a nada. Estar ou ser relativo a algo já exclui a hipótese de existência. A necessidade perfaz a condição "sine qua non" para haver manifestação de algo ou um ser.
(Em "O ser humano existe?": http://wp.me/pwUpj-1lA)
