Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais
Agora já não tenho mais nada.
Nem dor nem alegria.
Levo uma vida vazia.
Cadê a poesia?
Foi levada pela ventania.
Não há nada.
Nem flores no caminho
Nem espinhos na estrada.
Já não importa ser sozinho.
É tanto vazio
Que agora sofria.
Lágrimas formam um rio.
E aqui está a minha poesia.
: levo-te comigo
Já vejo estradas no céu
onde meu sonho voa, voando...
Vai direito ao horizonte
onde não existe contramão!
-- josecerejeirafontes
Adeus, cerrado goiano!
Adeus, cerrado, já é hora de ir
Levo na estória de ti saudade
É tanto causo de felicidade
Tristura, mas é hora de partir
Volto pra minha natal cidade
Sina doida que devo cumprir
De lá vim e para lá vou seguir
Minh’alma está pela metade
Pedaço de mim aqui deixo
Outro comigo vou carregar
Da solidão não mais queixo
Pois tenho enredo pra contar
Na caminhada no teu seixo
Andei, e aprendi a te amar!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04/03/2020 - Cerrado goiano
Minha audição é falha,
Levo a bengala na mão,
Já vivi oitenta anos,
Já perdi tanto irmão,
Vivo fazendo lambança,
Ajo como uma criança,
Dos filhos levo sermão.
Bagagem
Coisas que deixei pra trás
Traziam dores
Hoje já não pesam mais
Levo o leve dos amores
Escrito no antigo livro
Meditei em oração
Nem tudo é vantajoso
Nesse mundo de ilusão.
NO ALTO DA SERRA
Já é de manhã...
O sol apontou no alto serra.
Levo no bolso o meu talismã
Pra trazer sorte a esta terra.
Sou filho moço do sertão...
Que trova a beleza desse lugar.
Cantando com emoção
O sonho de ver a vida mudar.
No alto da serra eu sonhei...
Pela estrada eu cantei
Pra musa do meu coração
Carregando o meu violão.
Uma dose rasa de alma feliz...
Nunca cheguei a pensar,
Que um dia você me quis
Pra na vida eu te levar.
Deixo pegadas pela estrada...
Montado no velho Corredor
O animal bravo sai na galopada,
Levando eu e o meu amor.
Guimarães Júnior
29/10/2016
SÓ
Me perdi por curvas tortuosas, sinuosas, errantes,
Já não faço poemas,
A inspiração,
Você a levou,
Procuro meus versos, rimas, estribilhos,
Você levou tudo,
Meus beijos, abraços, amor...
Tudo esvaziou em mim,
Mas te espero,
Que venha em meus sonhos,
Em cavalo alado,
Sonhos de perdidas ilusões...
Espero um novo tempo,
Achar-me-ei em todas as curvas,
Caminharei eu sem medo pelas ruas,
Minha inspiração voltará,
Pois surgirá belo,
Voando no Pégaso,
O reacenderá meus sonhos...
Me beijará sedento de amor...
levo nos braços algo que ja nao me pertence
algo que ja nao é meu por muito que queira
levo nos braços algo do mundo
algo de longe
algo que me mente som ira
algo que me magoa e sofoca
algo do quel eu tenho medo mas nao largo
algo pela qual a saudade é maior,
algo que nem mesmo o tempo pode apagar,
algo tao meu que nem a mim pertence
algo por qual eu choro e morro se necessario
algo suficientemente grande para nao caber em mim
carrego nos meus braços a saudade de um corpo
a saudade de uma mentira,
a saudade de uma lembrança ja ha muito esquecida
saudade, saudade, saudade
Au Revoir.
"Já é tarde amor
O último bar fechou as portas
Te levo pra casa, te coloco na cama
Um beijo na testa, um sorriso talvez
Vou embora, fecho a porta
A porta do teu amor no meu coração também
Ao acordar terá um bilhete de baixo de uma xícara de café
Com os dizeres: "Não me espere, não volto mais.
Au Revoir "
Já é tarde amor
Fingi que não vi você fechando a minha porta.
Fico rolando na cama até conseguir esquecer
Dormir, um sonho talvez
Vai embora, não quero mais esse cinismo, falso amor
Quando saíres terás um bilhete no bolso com os dizeres:
"Não me espere, não volto atrás.
Au revoir"
TROVA - 88
Desde o dia em que te vi
Levo a vida deste jeito:
A mente grudada em ti,
Já não durmo mais direito.
Já borrei muita maquiagem. Mas não ligo de refazer. Levo na minha bolsa um lápis de olho poderoso que cessa as lágrimas, um batom vermelho fogo que parece sol a iluminar o ambiente. A tristeza nunca se aloja por muito tempo. Dá um “alô”, pra me lembrar de não ser tão fraca da próxima vez, deixa um chacoalhão de presente, pega as malas e parte. Mas parte sempre com um sorriso bobo nos lábios, a danada, como se velasse “se não tomar cuidado, eu volto.
“Apesar do jeito que brinco, e que levo a maioria das coisas na brincadeira, eu não sou idiota. Já quebrei a cara com o erro, aprendi com a vida, e repeti a mesma dose. As vezes me calo por medo, e machuco os outros com a verdade. Posso parecer igual aos outros, mas sou diferente, aprendi a ser feliz com qualidade e não quantidade. Por que números, um dia acaba. Procuro abrigo no coração das pessoas, carinhos do próximo. Apesar das feridas ainda expostas eu ainda quero ter o direito de ter um amor correspondido. Quem antes era uma pessoa imatura, hoje cresceu.”
Eu sou criança. Eu sou esperança. Dentro de mim eu levo a pás. Para construir um mundo melhor, já aprendi a escrever, já aprendi a brincar, já aprendi a construir um mundo melhor.
A seca tá braba e feia
já não tem mais plantação
vou viver em terra alheia
mas levo no coração
a vontade que me anseia
de fazer um pé de meia
pra voltar pro meu sertão.
Se tiver delicadeza eu levo comigo, mas se for rústico
Melhor ainda, já que as delicadezas de Deus estão
Por todos os lados, inclusive no campo.
Um grande medo que levo comigo, é pensar que posso não me lembrar de todos os males que já causei a alguém
Tentando
Levo a vida tentando ser forte, valente e imensamente prudente. Tento entender o porquê de cada decepção, de cada lágrima derramada, da dor e separação. Motivos que me fazem sofrer e não encontro explicação.
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