Larga tudo
Ontem vi você, estava simplesmente deslumbrante, ao seu modo, mas deslumbrante... Calça jeans larga, tênis, camiseta escrito MEDICINA VETERINÁRIA, aquele andar que me alucina... Meio largado meio torto...
Muitos me perguntam “o que você viu nele?” eu simplesmente respondo, eu vi o que vocês não viram... A mania de morder os lábios quando está nervoso, a covinha no rosto quando sorri, o jeito atrapalhado de organizar as coisas, a forma como me olha, como fala que me ama, até o seu jeito de fumar eu admiro... Engraçado o amor, até pouco tempo atrás odiava homem fumante... Mas você com esse jeito rústico de ser, essa forma meio astronauta de pensar me conquistou, e só de pensar em mim longe de você, me desespero...
Sim me desespero, porque você sabe colorir meu dia, torna a minha vida um arco-íris, resgata aquela paz tão sonhada, me devolve forças para continuar, talvez pensem que não consigo ficar sem homem, por isso me desespero, é não consigo ficar sem esse homem que você é, homem de verdade que sabe colocar uma mulher em seu devido lugar, que é o de ser amada, adorada e respeitada...
Você ontem me disse TE AMO, e hoje onde estará você... Talvez me olhando daí de cima me dizendo baixinho que me ama... e eu apenas não entendendo seus sinais...
Hoje me sinto completa, porque antes de partir você me deu a sua metade, a metade que faltava para eu me completar e seguir feliz o meu caminho, o meu destino...
Sei que espera por mim, aonde quer que esteja, sei também que guia meus passos, e ilumina a minha mente, e torna a cada dia a minha vida mais feliz...
É tão lindo te ver voar
Larga as muletas e ser sua
Sem medo, mas com dor
Evolução sempre, lembre-se
Uma Amazona com à alma da Jhulieta.
Amor: uma única palavra, algo delicado, uma palavra que não é mais larga ou longa que uma lâmina. É o que ela é: uma lâmina, uma navalha. Ela corre pelo centro de sua vida, cortando tudo em duas partes. Antes e depois. O restante do mundo cai em ambos os lados.
Moça,
deixa desta coisa de ser sempre
a boazinha!
Larga a mão
de se deixar por último lugar,
pra última opção, pra última da fila.
Seja a prioridade em sua vida,
senão você vai sofrer.
Sofre porque chega uma hora
que a gente se sente abandonada,
se sente empoeirada,
cansada,
sem graça, sem nada.
A gente não nasceu só pra servir,
pois isso cansa.
É preciso que você reserve
um tempo - muito tempo - pra fazer
o que gosta,
pra se cuidar,
se divertir,
sair, ler
ou até descansar.
Pouco importa o que seja,
mas que seja o seu momento.
Não se esqueça de você
por ter que se lembrar de todo mundo.
Nem a vida gosta destas coisas.
A vida gosta de gente
que a faça valer à pena.
Quanto mais você ficar
numa posição de serviçal,
mais irão te colocar obrigações
que não são suas.
Não te judia, moça!
Bota um limite
e exija que ele seja respeitado!
Dizer não,
pode até parecer difícil,
mas te salva de muitas coisas.
Vai viver a sua vida,
que a vida dos outros se ajeita.
Sempre se ajeita, acredite!
Mas quem disse que não da pra ser feliz sem você?, pô larga de clichê, larga de drama, existe muitas meninas no mundo... Só não sei se o abraço delas é igual ao seu.
Eternidade
Se amar não está sendo fácil
Se querer não está sendo o bastante
Então me faça largar tudo
Quero viver em outro mundo
Quero trazer tudo que tenho ou desejo
Não quero ser apenas mais um.
Quero ser o único a me preocupar de verdade por você.
Meu amor não era uma ilusão
Mas sim uma verdadeira visão de um amor perfeito
Só queria você em meus braços, escutando tudo que eu tenho para te dizer (EU AMO VOCÊ)!
Sem você eu fico sem sentido
Me sinto perdido...
Não sinto o calor do amor...
Espero poder chegar no seu coração novamente.
ETERNO AMOR!
A noite passa e o dia amanhece, mas eu ainda não dormi, você me larga e ama outro alguém, mas eu ainda não dormi, o seu abraço não é mais o mesmo, e o seu sorriso não abre mais como antes, as covinhas no canto de sua boca é tão falsa quanto os eu te amo que você diz sem pensar, ele não a ama, mas você não vê, pois o olhar que me olhava antes fechou e não se abre mais, a chave que você tinha do meu coração se perdeu, e você não vai achar, pois ele não bate mais, tudo isso aconteceu e eu ainda não dormi.
O cortejo de João
Seguia uma multidão em rua larga
um cortejo de um defunto comum,
um homem conhecido e respeitado
na cidade.
Era o João, que morrera de dor
nas tripas.
João era uma alma boa, pessoa
prestativa e generosa.
João nunca se negara a ajudar seus
vizinhos, fossem eles gente boa
ou homens emprestáveis.
João não teve filhos nem esposa
e por toda vida vivera sozinho.
João cultiva a terra, onde plantava
seu sustento e o de quem lhe
batesse à porta.
João, certa noite, comeu seu jantar
e em seguida, depois de pitar o seu cachimbo,
fora dormir de barriga cheia e alma leve.
Durante a madrugada João sentiu fortes dores
no ventre, mas João era sozinho, na rua onde
morava ninguém escutou seus gritos por socorro.
João só foi encontrado dias depois, quando
vizinho lhe bateu à porta para lhe pedir açúcar
para adoçar seu café matinal.
O cortejo de João seguia na rua larga
em profundo silêncio, ninguém lhe cantava
ladainhas fúnebres,
nem cânticos de vitória.
"Entrai pela porta estreita; porque é larga a porta e espaçoso o caminho que leva à perdição e são muitos os que por ela entram. Quão estreita é a porta, quão apertado o caminho que leva à vida e são poucos os que a encontram!"
Mateus 7,13-14
Poesia/Reparar
Hoje até pensei em desistir
Mas levantei e tive que sair
Usei uma blusa larga sem marca
O frio lá fora me fere e deixa marca
Sem ninguém do lado
Desci e não fui parado
Parei no bar e comecei a reparar
Dois goles, copos a lotar
As batidas musicais me cortavam
Olhei pra fora e meus olhos sagraram
Você livre, linda e em outro abraço
Juntei os cacos e peguei meu maço
Pernas tremendo, mente pesada
Arrependi de sair de casa, olhei pra sacada
Subi as escadas, olhei no espelho
Fechei os olhos, segui o conselho
O que dizia a intuição
Não levei pro coração
Esperei demais a perfeição
De humanos criados para destruição.
Taylor José
@esgotopoetico
Na vida nada e fácil tudo que vem fácil vai fácil ! Então larga de ser um beber chorão levanta e segue enfrente nenhum sofrimento e eterno ....
O blá, blá, blá da conversa
Blá, blá, blá conversa fiada
Larga esse papo
Cuida da sua vida
Tu tem a língua de trapo!
Fala mal de todo mundo
Inventa uns absurdo,
E tem gente tonta que acredita
nessa língua venenosa e maldita!
Não sente um pingo de remorso,
mas obeserva bem o seu dorso
Tem aí um peso da sua cruz,
mas você não crê em nada, nem em Jesus!
Mas, como Deus sabe de tudo...
Você só se faz de tão sabido,
contudo, tens muito que aprepender
e possa Nele crer e o bem fazer!
Maria Lu T. S. Nishimura
Doi muito quando amamos alguem e ela nos chama de chata né .😔Ou quando fala ,se eu te larga ninguem vai te querer ou, se te querer vai encher sua cara de porrada. 💔💔😔 saiba você ,se alguém te tratar assim saiba que a hora de ir embora não fique com ninguém que não sabe te Valorizar, que fala alto com você e não te respeita .E que em todas as discussões coloca vc como a errada e muitas vezes revira o passado para te atingir. Preste bem atenção quem ama realmente não machucar nem com palavra pensa antes de falar ,quem ama trata bem protege ❤️❤️❤️
LARGA ESSE HOMEM
Por Nemilson Vieira (*)
O Galdino Caixa carregava a fama de ser preguiçoso, por não querer levantar uma palha. Estava difícil sobreviver na cidade daquela maneira…
Serviço havia, mas o homem não corria atrás do lucro.
Os filhos é a alegria da casa: primeiro veio Rita, Maria, José Caixinha como era conhecido.
Pelo jeito ia longe nessa procriação, mas havia de pisar no freio. Ainda moravam de favor numa casa velha arruinada, cedida por um conhecido, em Estrela do Indaiá.
A esposa Leonôra com dificuldades, segurava as despesas da casa como podia… Os meninos só ajudavam em alguns poucos serviços domésticos.
Até que Zé Sérgio, fazendeiro caridoso da Serra Boa, soube da vulnerabilidade social da família e se prontificou em ajudar. Convidou o Galdino a ser um caseiro seu, na fazenda.
Por lá poderiam criar os seus animais, plantar as suas lavouras… Tudo o que fizessem seriam da família.
Para Galdino o serviço de roça não lhe não dava ânimo…
Leonôra achou ser uma ótima proposta. De fome propriamente, não morreriam; disposição para o trabalho, não lhes faltava…
O Galdino para agradar à mulher e os filhos, não os ver em apertos, faria qualquer negócio… Aceitou a proposta.
Estabelecidos na propriedade, Leonôra logo deu de criar galinhas, porcos — coisa que não o fazia desde que fora morar na cidade.
Organizou um canteiro desativado que havia no quintal e começou a cultivar a sua hortinha caseira.
Logo já estava a morrer de saudade de Zé Caixinha, o seu único filho homem, que ficara a estudar em Estrela com a madrinha. Tempos depois, fora para a capital mineira; não havia mais estudos para ele no interior. A madrinha custeava os estudos e as despesas do garoto. — O tinha como um filho.
Galdino vivia num repouso quase
absoluto: a embalar-se numa cômoda rede armada na varanda da casa, o dia inteiro.
Leonôra não parava um só instante dos trabalhos domésticos. Cuidava das filhas, lavava as roupas, fazia o ‘mastigo’ do dia, num fogão velho de lenha. Ainda labutava na roça nas horas vagas.
Tudo dando certo conselheiros não faltavam à Leonora:
— Larga esse homem! Procure uma pessoa mais esforçada que lhe dê valor… Ainda tem homem bom no mundo…
Leonora só dizia:
— Sou feliz assim. Foi Deus que me deu ele; já temos três filhos maravilhosos. Às vezes ele arma umas arapucas, uns laços, e pega umas aves, umas caças, e nós comemos com os filhos e nos alegramos em volta da mesa. Serve para olhar a casa; vigiar a roça… Ainda me faz um carinho por vezes,…
Com as voltas que o mundo dá…
Galdino deu para fazer chapéus de cambaúba, uma taquara muito comum em mata de transição, abundante nos terrenos de Zé Sérgio. Aprendeu o ofício nem se sabe como!
Preguiçoso podia ser, mas, muito inteligente!
Fez o primeiro chapéu e o pendurou num prego na sala; aquilo era um sinal de respeito: havia um homem na casa.
Fez o segundo para o seu uso pessoal. Só o retirava da cabeça para dormir.
Outro para o dono da fazenda que o amou. Idealizou também versões femininas de chapéus, e as presenteou a esposa, as filhas, a patroa.
Gastava quatro dias para fazer um chapéu; que era vendido por dez cruzeiros na época.
Não parou mais com a sua fábrica de chapéus. A boa notícia espalhou-se por entorno da fazenda, distritos e cidades, estados. Além de uma beleza encantadora a durabilidade dos seus chapéus também eram algo extraordinário. Dizem que Galdino dava uma garantia de 40 anos ao freguês que lhe comprasse um chapéu. — Coisa nunca vista no mundo comercial.
Zé Sérgio dava-lhe toda a liberdade para que colhesse a matéria-prima necessária para a produção dos seus chapéus, nos seus terrenos. Os fregueses vinham de todos os lados para comprar e levar aquelas preciosidades.
Abriu pontos de vendas em algumas cidades e a demanda por seus produtos iam bem. Até dos outros Estados da Federação haviam encomendas.
O negócio crescia numa velocidade astronômica… O volume das vendas garantia-lhe uma boa receita.
A Rita filha mais velha do casal, não teve boa sorte: casou-se e foi-se para uma terra distante. Grávida do primeiro filho uma das paredes internas da sua residência, desabou sobre ela. — Numa briga do esposo com o sogro. Não resistiu os ferimentos e veio a falecer, com o seu bebê na barriga.
Maria aprendera a profissão com pai, e o ajudava na fabricação e vendas dos chapéus; no atacarejo na cidade.
José Caixinha graduou-se e passou a administrar os negócios da família.
Ao acompanhar o marido nos eventos que realizava Leonôra falava da garra, da determinação e da paciência que se deve ter com o esposo…
Se tivesse dado ouvidos aos conselhos de alguns, teria perdido um marido de ouro. — Dado com os burros, n’água.
*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário
(15:06:17)
Fli e Lang
Texto baseado em fatos reais, com adendos do autor.
Poesia das cores
Se a escuridão é larga
Coloque cor
Se a vida está amarga
Dê-lhe sabor
Reforme
Transforme
O negro em rosa
O opaco num lindo azul
O silêncio em prosa
De norte a sul
Boa dose do belo
Coloque amarelo
O laranja elegante
Vermelho vibrante
O verde não esqueça
Que o branco apareça!
Como uma obra de arte
Faça a sua parte
Você é o pintor
Coloque sempre o amor!
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