Lamento pela Morte de um Ente Querido

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⁠A morte física é apenas a última renúncia dos redimidos em um corpo marcado pelo pecado depois da queda. A morte física é a última jornada a ser percorrida para que cheguemos à plenitude de nova criatura.
(2º Cor 4.16)

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A Cruz de Cristo
“A cruz foi apenas um instrumento de morte; porém, Aquele que morreu sobre ela é a Vida! A cruz não tem poder de salvação; porém, o Crucificado sim. A Cruz é apenas um cenário histórico do que aconteceu na eternidade passada; porém, O Cordeiro é o sacrifício eterno da salvação. Quando Paulo diz que só se gloriava na cruz, ele não nos aponta o madeiro, mas O Crucificado; pois O Cordeiro é ‘o mistério outrora oculto e agora revelado’, com todas as implicações da Graça em favor daqueles que creem. A cruz revela a maldade humana; porém, O Cordeiro revela o Amor de Deus pela humanidade caída.”
Marcelo Rissma
D. A. Carson disse com muita propriedade:
“O que você pensaria se uma mulher chegasse ao trabalho usando brincos que estampavam uma imagem da nuvem, em forma de cogumelo, da bomba atômica lançada sobre Hiroshima? O que você pensaria de uma igreja adornada com um afresco das inúmeras sepulturas em Auschwitz? Ambas as visões são grotescas. Não são intrinsecamente detestáveis, mas são chocantes por causa de suas poderosas associações culturais. O mesmo tipo de horror chocante estava associado com a cruz e a crucificação no século I. Sem a sanção explícita do próprio imperador, nenhum cidadão romano seria morto por crucificação. Ela estava reservada para os escravos, estrangeiros, bárbaros. Muitos achavam que esse não era um assunto que devia ser conversado entre pessoas educadas. À parte da tortura perversa infligida àqueles que eram executados por crucificação, as associações culturais traziam à mente imagens de maldade, corrupção e rejeição profunda. No entanto, hoje, cruzes adornam nossos prédios e timbres de cartas, embelezam bispos, resplandecem em lapelas, oscilam em brincos — e ninguém se escandaliza. Essa distância cultural do século I nos impede de sentir apropriadamente a ironia de 1º Coríntios 1.18: ‘A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus’. Essa distância cultural precisa ser encurtada. Precisamos retornar sempre à cruz de Jesus Cristo, se temos de determinar a medida de nosso viver, serviço e ministério cristão.”
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠O pecado atuou como um portal por onde a morte entrou na humanidade.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠O pecado é semelhante há um habilidoso mercador da morte.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A concepção é o início do fim de uma nova história, porém a morte é o início de um novo ciclo de vida.

Inserida por orismende

⁠T⁠odo problema tem solução. A morte não é um problema é a conclusão da vida.

Inserida por AlessandroSouzaCosta

É mais fácil desistir na busca de um sonho, do que ocasionar a própria morte na conquista dele.

Inserida por oeversondv

A morte é um comboio, passagem todos têm; mas o que ninguém sabe é a hora certa do trem.

Inserida por AlexsandraZulpo

⁠"Vivemos em um universo dimensional repleto de vários paralelos.
Aonde a morte limita o dual macrocosmo, mas seque no colateral,
ou seja; não é só uma vida,
infinitas vidas".

Inserida por robertogbichara

somos um caminho para a vida, a morte é o atalho...

Inserida por tadeumemoria

bandido bom é bandido mudo
um bendito forte
que furta a rima
e engana a morte

Inserida por kikoarquer

Um bom nome é melhor do que um perfume finíssimo, e o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento.
É melhor ir a uma casa onde há luto do que a uma casa em festa, pois a morte é o destino de todos; os vivos devem levar isso a sério!

Bíblia Sagrada
Eclesiastes 7:1,2.
Inserida por ostra

"A morte é um vale escuro pelo qual todos passaremos para viver um vida nova; a vida eterna"

Inserida por EnesCarvalho

O dia da minha morte.

Era para ter sido um dia como outro qualquer... Mas se não fosse aquela angústia que eu sentia, que me atormentou e me fez chorar, hoje eu estaria morto por aí...
Senti o peso do caminhar em vão e de viver os dias inglórios.
Se não fosse aquele medo de continuar morto, talvez teria pedido um pouco mais de misericórdia a Deus e que me desse pelo menos a chance de pedir perdão a quem eu amei.
Aquele dia eu desisti de continuar escrevendo e de me sentir inútil por nunca ter aprendido a viver de verdade e por nunca ter feito alguém sorrir verdadeiramente com o coração.
Agora o que não me falta é tempo para lembrar que tudo o que eu deixei está como antes e que, quem eu amei, hoje ficou melhor, porque a minha existência se vestia apenas de tristeza...
E se não fosse aquela angústia que eu sentia, que me atormentou e me fez chorar, hoje eu estaria morto por aí...

Inserida por Kleberabdul

⁠Entreante a vida e a morte, somos fidalgos em um corpo que sofre.

Inserida por GHMagno

⁠Se Jesus fosse apenas um homem, Sua morte na cruz teria sido em vão, pois um mero mortal não pode pagar o preço do pecado eterno. Mas porque Ele é Deus, Seu sacrifício tem valor infinito e nos trouxe redenção.

Inserida por CaioSantos2020

⁠A brevidade da vida.

Engana-se quem pensa que um texto com este titulo trata da morte, pois na verdade, exalta a vida.

Vale a pena se desgastar por tão pouco? Foi a indagação que Antônio Pedro se fez aos dezesseis anos de idade.

Encontrava caminhos para se esquivar de atritos, por mais que o mundo lhe desse mil motivos para desavenças, sempre lembrava de apenas um, para evità-las.

Não comprendia como muitos de seus amigos acumulavam ansiedade, mágoas e rancor, por discordias em assuntos banais.

Ficava perplexo ao ver a divisão promovida pelo amor a politica, e os grandes muros erguidos por religiões.

Observando a separação de amigos por fanatismos político e lamentando o afastamento de familiares, por compromissos religiosos.

Antônio Pedro, cresceu, formou-se, casou-se, mas sempre reservou tempo para visitas e telefonemas a sua família de origem.

Por trabalhar muito, tinha muito trabalho para conciliar o tempo que geria com maestria, e com qualidade cuidava de sua família que crecia.

Discordava de muita coisa que via, tentava ajudar, opinava, mas em sua boca, reclamação não havia.

O que lhe cabia, mudava, o que fugia de sua competência, apenas ignorava.

Sempre achava pontos de convergências, minimizava as divergências, um exímio Pacificador.

Perdia a paciência, mas não se manifestava antes de encontrá-la.

Amou, teve filhos e filhas, e netos depois, sem nunca furta-lhes sua presença.

Sabia que os melhores presentes são aqueles que o dinheiro não pode comprar, por isso, ensinamentos, presença e conselhos distribuia em abundância.

Quando alguém grita com você, significa que há problemas anteriores gritando dentro desta pessoa.

Não vale apena iguala-se, dependendo você pode atè oferecer ajuda, dizia Antônio Pedro.

Aprenda a separar a pessoa daquilo de mal ou errado que ela fez, é possível continuar gostando de alguém, sem gostar ou aprovar algo que fez.

Antônio Pedro, ensiva que acontecimentos ruins são imprevisíveis, mas a decisão està sempre conosco.

A dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é uma escolha.

Se importar menos com o que os outros pensam, fazia parte de seus conselhos.

Antônio Pedro viveu, viveu e se aprofundou na velhice, dava aula de filosofia, sem formação acadêmica, lecionava sobre a vida.

Hoje em livros e em sua biografia, continua nos inspirando a fazer vale a pena nossa vida.

Vale a pena se estressar por tão pouco?

Inserida por JuniorOliveiraRJ

A morte é um bálsamo que alivia a velhice, mas, muitos tencionam não chegar e chegar a velhos, ainda que isso seja um paradoxo.

Inserida por EdgarFonseca

A morte não é o problema, mas a consequência; não se trata de um percurso planejado, mas o resultado predito sobre o desvio da estrada da vida.

Conduz seu viajante ao esquecimento da vida, e aos que permanecem no percurso planejado transforma aquele que se foi em uma breve lembrança, seja ela boa ou ruim.

O problema com a morte é que a vida continua.

Inserida por JBGregorioJr

⁠⁠A vida possui dois cronômetros: um de agora até a sua morte, e outro da sua morte até agora.
O irônico disto tudo é que só é permitido saber o fim e o início de ambos no mesmo momento.
O triunfo pessoal só advém quando sua consciência encontra harmônico sentido cronológico perante ambos.

Inserida por ADRIANOGARCA