Juventude e Política
"O que me incomoda realmente, não são partidos, mas a corrupção instaurada na política que se espalha como câncer".
O dia em que meu nome aparecer associado a qualquer sigla política, filosófica ou religiosa, sugiro dar prosseguimento à pesquisa até descobrir o dia da minha morte, pois que só assim não o teria desmentido de pronto. Minha única bandeira é a liberdade, e meu sentido nunca será o de integrar qualquer delas, mas me posicionar a uma distância que me permita mantê-las bem visíveis tanto para aplaudir as que encontraram seu rumo quanto para combater as que não têm nenhum, mas seguem iludindo seus convertidos de que estão trilhando o único.
Depois de meio século testemunhando o ioiô em que transformaram a política do país, me rendi à tese de que só nações que zeram tudo pelo caos conseguem romper com seu histórico de erros em moto-contínuo e renascer para um estado de maturidade política e desenvolvimento efetivo. Não alimento hoje qualquer esperança de que nossos governantes nos devolvam a prosperidade por decisões que nunca tomarão, mais até por intenção do que por incompetência. Em se concluindo que apenas a convulsão que se vê no horizonte terá força para mudar o estado de podridão em que nos mergulharam, que ao menos os alicerces de uma identidade obtida a duras penas se mantenha preservada quando renascermos das cinzas.
Se você está entre os que primam por equilíbrio e ponderação nunca trate de futebol, política ou religião com extremistas, seja para apoiar ou combater o que defendem, pois tudo o que irá conseguir é agravar ainda mais o fanatismo deles.
Seja em política ou na vida, suas opções não estão entre a direita e a esquerda, ou entre o azul e o amarelo, mas entre integrar o rebanho ou ser rebelde o bastante para continuar senhor de suas escolhas!
É a política que precisa estar em sintonia com seus princípios, não o contrário. Como estes são – ou deveriam ser – constantes, a hora de combater ou apoiar é que deve variar.
O aspecto mais degradante da política nestes novos tempos é que nossos políticos passaram a ser eleitos não por revelar competência para resolver os males que nos afligem, mas pela "coragem" de revelar sua canalhice e exibí-la aberta e despudoradamente aos seus eleitores.
DUAS PESSOAS CONVERSAM
SOBRE O MUNDO
— A nova política: nada mais
velho do que o ato de
enganar o povo para atender
os interesses próprios.
— Verdade.
— Os piores inimigos das
crianças são os próprios pais.
— Entendi, elas são oprimidas
pelos oportunistas que seus
pais elegem.
— De tempos em tempos
aparecem políticos diferentes
apenas para atualizar as
injustiças da gestão anterior.
— Isso é óbvio.
(Desconhecido)
Eu não acredito em política, nem acredito em religião; eu acredito na superação do homem — o “além do homem”, o super-homem.
_____Amor & Honestidade__
Sim.
Você gasta seu tempo se preocupando em enfatizar a política, sem ver que ela faz a sua vida parecer menos importante aos olhos das pessoas honestas.
__________Um verdadeiro toque de amigo__
Sim.
Não tenho vocação para a política, a agressividade em relação ao dinheiro dos outros não é uma característica minha, nunca foi nem nunca será.
______De fato, meu interesse é aumentar a minha espiritualidade__
Sim
CONDENAR A POLÍTICA
Dois amigos conversam enquanto cominham em meio a uma plantação:
— Os pais daqueles jovens deveriam condenar a política.
— Por quê?
— Porque ela faz deles reféns de filas por migalhas.
— Verdade.
By-Marcélio
Sim_________________
Na política não deveria haver inimigos ou inimizades. Adversário político não deve jamais ser confundido como inimigo em uma guerra fria. Nos limites da democracia é salutar a alternância de poder, ou alternância de direção dentro de um mesmo poder. Os conflitos estimulam ao crescimento, mas os extremos caracterizam sempre o não entendimento da ordem.
Enquanto as elites se preocupam em ampliar a participação das famílias na política; os pobres estão preocupados em ampliar a participação das comunidades na taça das favelas.
Trata-se de uma lei natural: seja no âmbito da vida política ou na pessoal, a oposição exerce um papel primordial no equilíbrio de forças que se opõem. Na ausência desta a situação assume todas as prerrogativas da autocracia que a ausência de resistência lhe franqueia, cobrando a ingerência de forças externas para o resgate da sensatez e da ponderação. O problema é o desgaste levado à rotina de quem se propõe a cumprir o papel do interventor, levando-o a questionar se deve comprar uma briga a que não deu causa mesmo sabendo que, direta ou indiretamente, acabará afetado por ela.
Se existe algo que contribuiu substancialmente para meu entendimento do mundo é que em política as notícias não são como as coisas são, mas como se quer que elas sejam.
