Juventude e Política
DUAS PESSOAS CONVERSAM
SOBRE O MUNDO
— A nova política: nada mais
velho do que o ato de
enganar o povo para atender
os interesses próprios.
— Verdade.
— Os piores inimigos das
crianças são os próprios pais.
— Entendi, elas são oprimidas
pelos oportunistas que seus
pais elegem.
— De tempos em tempos
aparecem políticos diferentes
apenas para atualizar as
injustiças da gestão anterior.
— Isso é óbvio.
(Desconhecido)
Eu não acredito em política, nem acredito em religião; eu acredito na superação do homem — o “além do homem”, o super-homem.
_____Amor & Honestidade__
Sim.
Você gasta seu tempo se preocupando em enfatizar a política, sem ver que ela faz a sua vida parecer menos importante aos olhos das pessoas honestas.
__________Um verdadeiro toque de amigo__
Sim.
Não tenho vocação para a política, a agressividade em relação ao dinheiro dos outros não é uma característica minha, nunca foi nem nunca será.
______De fato, meu interesse é aumentar a minha espiritualidade__
Sim
CONDENAR A POLÍTICA
Dois amigos conversam enquanto cominham em meio a uma plantação:
— Os pais daqueles jovens deveriam condenar a política.
— Por quê?
— Porque ela faz deles reféns de filas por migalhas.
— Verdade.
By-Marcélio
Sim_________________
Discussão política é: enquanto eles comem do bom e do melhor, você fica discutindo farelo com amigos e familiares, e pagando as duas contas.
A raça nos desligou,
A religião nos separou,
A política nos dividiu,
O dinheiro nos classificou
E a soberba nos distanciou.
Na política não deveria haver inimigos ou inimizades. Adversário político não deve jamais ser confundido como inimigo em uma guerra fria. Nos limites da democracia é salutar a alternância de poder, ou alternância de direção dentro de um mesmo poder. Os conflitos estimulam ao crescimento, mas os extremos caracterizam sempre o não entendimento da ordem.
Enquanto as elites se preocupam em ampliar a participação das famílias na política; os pobres estão preocupados em ampliar a participação das comunidades na taça das favelas.
Trata-se de uma lei natural: seja no âmbito da vida política ou na pessoal, a oposição exerce um papel primordial no equilíbrio de forças que se opõem. Na ausência desta a situação assume todas as prerrogativas da autocracia que a ausência de resistência lhe franqueia, cobrando a ingerência de forças externas para o resgate da sensatez e da ponderação. O problema é o desgaste levado à rotina de quem se propõe a cumprir o papel do interventor, levando-o a questionar se deve comprar uma briga a que não deu causa mesmo sabendo que, direta ou indiretamente, acabará afetado por ela.
Se existe algo que contribuiu substancialmente para meu entendimento do mundo é que em política as notícias não são como as coisas são, mas como se quer que elas sejam.
É senso comum que a razão da política é a de introduzir melhorias e levar qualidade de vida ao cidadão, que a remunera com seus impostos. Incompreensível, portanto, que a legislação não contemple um mecanismo para cassar os direitos políticos de qualquer mandatário público que tenha deixado seu território eleitoral pior do que quando assumiu. E não seria por falta de indicadores não termos ainda essa regra como cláusula pétrea nas três esferas de governo, deixando claro que, por serem os próprios políticos a criarem as leis, não hão de querer abrir mão das benesses do estado "apenas" por se mostrarem incompetentes.
São cinco os princípios que norteiam a ocorrência de improbidade administrativa na política: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. No entanto, apenas os quatro primeiros são tomados como razão para retirar um político de suas funções apesar de se ter na eficiência o mais importante de todos, já que é eleito para melhorar as condições de vida da população, e não omitir-se ou piorá-las. Prova-se assim que não é a ausência do mecanismo legal que impede o avanço da incompetência, mas seu desrespeito.
“Vão-se os anéis e ficam os dedos”, diz o ditado popular. Mas em se tratando de política, para se ter um casamento perfeito essa lógica precisa ser invertida: a lealdade tem que ser prometida aos anéis, e não a quem os usa.
Em política, independente do lado que se defenda o erro mais crasso dentre todos é o de guardar lealdade a quem governa, em vez de vinculá-la à proposta!
