Juras de Amor
Escolha orar em concordância com as promessas de Deus, e, ao fazer isso,
a paz que excede todo entendimento humano guardará o seu coração e a sua mente em Cristo Jesus. Essa paz, que só Ele pode oferecer, é a certeza de que, mesmo em meio às adversidades, o Senhor está no controle e cuidará de cada detalhe de nossa vida.
A esperança é uma febre que não queima, mas arde em silêncio, uma promessa que nunca foi feita, mas que insistimos em acreditar. É como deitar em um gramado úmido ao entardecer, sentir a terra fria contra as costas e a brisa carregando um cheiro de coisas esquecidas — da infância, talvez, ou de um sonho que nunca aconteceu.
E nesse momento, enquanto o vento invade os pulmões como se quisesse torná-los eternos, você percebe que a paz não é uma conquista, mas uma entrega. É um instante roubado do caos, um suspiro entre a tempestade.
As palavras para descrevê-la, se é que existem, são frágeis como fios de teia ao sol. Elas não dizem, mas insinuam. Porque a paz, quando vem, não se explica: apenas invade. Talvez seja isso que Clarice quis dizer tantas vezes — que há um mundo dentro de nós, maior do que qualquer compreensão. E nesse mundo, a esperança floresce como uma erva daninha teimosa, rachando até o concreto da nossa dureza.
Segunda Metade
Eu corri tão depressa, sem olhar pra trás
Me perdi nas promessas que o tempo desfaz
Colecionei cicatrizes, deixei sonhos no chão
Acreditei que a vida era só ilusão
Mas agora eu vejo, há mais pra viver
Não é sobre o tempo, é sobre aprender
A segunda metade é pra me encontrar
Costurar os pedaços que o vento levou
Fechar as feridas, deixar cicatrizar
O que a primeira metade quebrou
Já não busco respostas em quem não ficou
Nem carrego saudades do que não voltou
Cada linha no rosto é um mapa, um sinal
Que a vida começa depois do final
Se a dor foi um dia meu porto seguro
Agora eu navego sem medo do escuro
Porque sei que o sol sempre vai despertar
E o que me feriu já não pode me quebrar
A segunda metade é pra me encontrar
Costurar os pedaços que o vento levou
Fechar as feridas, deixar cicatrizar
O que a primeira metade quebrou
Não sou quem eu era, mas sou quem eu quis
A segunda metade me fez mais feliz
Cristo mudou o mundo sem grandes promessas, fazia apenas o que tinha que ser feito, levar sua palavra de amor.
A cruz ✝️ não é ponto final, é reticência cheia de promessas. É o começo da esperança para quem escolhe acreditar no amor que venceu o impossível.
O juramento é uma cláusula muito
significante por isso quando você ama alguém, você jura amar para sempre, você jura até que a morte nós separe. Esses juramento são guardados e nunca podem ser esquecidos. Pois, esses juramentos
são bênçãos em um
relacionamento. Esses jutamanetos são as atitudes mais linda onde você promete seu amor para sempre para alguém. Então, nunca
deixe nenhuma tentação quebrar seus juramentos mais lindos de promessas de amar na saúde e na doença, na tristeza e na felicidade e até que a morte os separe. Nunca
deixe nenhuma tentação quebrar suas juras de amor que devem ser levadas até a eternidade sobre alguém que você ama e é digna do seu amor.
(Promessa)
Vou fustigá-lo com uma vara doce
Como se fosse
A sua quinta vez...
Vou retratá-lo no cume dos meus olhos
Ditosos de sonhos
Como nunca se fez...
Vou recriá-lo sublime e insano,
Mocinho profano
Calor de minha tez...
Vou embrulhá-lo no dom do caminho
Deixá-lo sozinho
Na embriaguez...
Vou costurá-lo em finos e trapos
Princesas e sapos
Conhecem o talvez.
Juramento para a felicidade
Prometo lutar em prol da verdade, da justiça, da paz, do bem e do amor, respeitando todos os seres vivos e a natureza deste planeta.
Consciente que desta forma posso alcançar a felicidade.
"" Eu andei com amigos (que eram) más companhias, mas as mães de alguns deles juravam que eu era o pior...
" Do que as palavras falam,
diante do livro que resume nossas vidas
são promessas
ouço referendos de tantos heróis,
cujas capas douradas praticaram o bem
e deuses conflitantes para cada um ter razão
não, não.
É estupido repreender o futuro
quando o que bate à porta é sinônimo de perdão
haja luz para tanto escuro,
haja fé e união
as porções estão dadas em formas igualitárias
cada qual que grite o seu quinhão
o mundo espera, mas não para de girar
está chegando o natal
é hora de ascender as velas de neon...
" O prego depois de colocado no seu devido lugar
estará jurado de morte
sua sorte, será ser abraçado pela madeira
que arteira
o apertará,
tanto, que ele não gemerá,
mas entenderá
que ali de fato será o seu lugar
até enferrujar
e morrer quase seco
numa cerca de um beco
ou numa casa toda podre
quase pronta para desmoronar...
Laura, promessa do céu
Falei com Deus em silêncio profundo,com o peito rasgado num mundo tão meu.
Pedi que Ele fosse claro, que fosse justo,que tirasse de mim o peso cruel.
"Se não for pra mim gerar no ventre,que me conceda amar de outro jeito...
Escolha uma amiga, ó Pai, e me ensine a entender Teus planos em meu peito."
E Ele ouviu. Em silêncio divino.
Fez crescer em Camila a doce semente.
Uma semana depois, em vídeo, a notícia:
um bebê a caminho... e o mundo, diferente.
A dor foi aguda, cortante, certeira, mas junto dela veio uma esperança: Se não era meu ventre a casa primeira,
era meu coração a morada da criança.
Laura,nome de flor e de luz.
Veio pequena, promessa do alto, pra me lembrar que amor não escolhe caminho nem forma.
Meses depois, à beira do mar, o céu se pintava em tons de pôr do sol, e entre amigos, risos, um jogo na tela, o cantor leu palavras como um farol...
Era um convite, surpresa encantada, Camila e Thiago, de olhos brilhando, me fizeram madrinha, presente e chamada,e um gol do Flamengo veio comemorando!
Foi mágica a cena, impossível de inventar,o rio, o amor, a música e o futebol...
Laura ali, na barriga de Camila já me fazia sonhar,como estrela surgindo no céu ao arrebol.
Hoje eu sei: não é só quem gera que é mãe,é quem ama, protege, sorri, dá a mão, quem ora.
Laura é minha, de alma e promessa, é flor que nasceu no jardim da oração, da minha oração.
Eu exijo
Eu questiono as promessas feitas;
Não á justiça nas conversas que criaram expectativas falsas;
Desejo que todas as tentativas em vão que os meus olhos puderam ver, se apaguem;
E que eu possa suprir todas as minhas necessidades com a existência de um amor verdadeiro que me complete e envelheça ao meu lado.
A promessa e o ponto final
No começo,
o mundo era um sim.
Um sim com emojis,
respostas rápidas
e uma sede de futuro
tão doce que até o tempo queria parar pra assistir.
Vendia-se o amor a prazo,
com entrada emocional e juros de reciprocidade.
Falava-se em planos,
como quem monta uma casa
antes de saber se o terreno é firme.
E eu, ingênuo comprador de ilusões,
assinei com o coração.
Mas veio o silêncio.
Não o poético, o denso,
mas o silêncio burocrático das desculpas,
dos "hoje não",
dos "tá corrido",
dos "não posso nem no primeiro encontro".
E eu pensei:
como é possível construir castelos
sem ao menos visitar o terreno?
Era indisponível.
Mas isso,
só depois.
Depois da propaganda afetiva,
de um trailer bonito de nós dois
que nunca virou filme.
Fiquei com os créditos
e nenhuma história.
No fim,
não houve começo.
Houve só vontade vendida
sem entrega.
E eu aprendi:
há quem diga "vamos",
mas vive parado no "não posso".
