Julgar as Pessoas
As pessoas julgam a verdade de Deus pela percepção de resultados imediatos, mas tudo na vida depende de tempo e fé. De que vale estudar por décadas se não for pela fé de conquistar um bom emprego?
Se você não souber o seu valor,
as pessoas vão te dar
apenaso que julgarem suficiente,
depois de priorizarem a si mesmas.
Não tenho tempo a perder julgando ou condenando as pessoas. Isso é papel da justiça e de Deus. Estou aqui para somar e não dividir!
As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.
Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.
Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.
Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.
Mas a sensibilidade exige pausa.
Exige escuta.
Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.
Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.
Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.
E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.
Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.
Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.
E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.
A falta de conhecimento faz às pessoas buscarem recursos alternativos, não julgo. Nem todo mundo tem o direito ao saber!
As vezes quando vemos fotos de pessoas julgamos que a vida delas seja perfeita,mas se paramos pra pensar por julgar por fotos nossa vida também seria perfeita,pois as fotos só relatam os momentos felizes de nossas vidas,mas são os momentos ruins que nos levam a ter mais momentos felizes,que nos levam de um momento feliz a outro,dias ruins são necessários para os bons valerem a pena!
É tão fácil e simples julgar alguém precipitadamente. As pessoas, a grande maioria, têm em suas cabeças uma opinião já pré-definida. “Criam” com influência das crenças e da sociedade um modelo de “ser humano normal”. E tudo, que não se enquadre nos pré-requisitos, determinados por eles mesmos, tornam-se algo de outro mundo.
Apedrejam, humilham, e fazem inúmeras outras barbáries com uma pessoa que afirmam não ser do “bem”, pecaminosa, “estranha”. O que mais me revolta, é a incapacidade, que esses seres que se acham donos da verdade, têm de defender suas próprias acusações. Esses que julgam, não possuem uma opinião formada, guardam em suas mentes apenas fragmentos deixados por uma religião (de modo algum discrimino a religião, o homem precisa de uma para ter um compreensão maior sobre as coisas), costumes e valimentos de um povo totalmente preso a uma ideia. E quando, por ventura, receberes comentários como este citado acima, haja como um ser inteligente, pense no fato mais lógico e obvio “eles não têm nem argumentos para defender o que acusam, não sabem o que é direito ao certo, verídico, dizem isso por que já ouviram outros falarem, e não porque possuem uma opinião formada”. Então, simplesmente, os ignorem, eles são desprovidos de alegações e da capacidade de debaterem com sua forma de vida, seu jeito, seu pensar.
Quem julga as pessoas somente pela aparência muitas vezes quebra a cara. Mas quem enxerga o potencial antes dele se manifestar, faz um bom investimento.
"As pessoas me julgam louco...
mas estou cansando de me controlar...
a hora em que perder o tino...
muitas pessoas vão ter o motivo pra chorar..."
Não tente impedir as pessoas de te julgarem nem tente mudar o que acham de você sem mudar a forma como se comporta diante delas.
O que considero o pior erro de convivência das pessoas é aferir seus julgos pelo que elas ACHAM que fariam e não pelo que fariam de fato.
Bom .. hoje foi um dia muito ruin na minha opinião , pessoas que eu nunca imaginei me julgaram por uma coisa que eu nunca pensaria em fazer!! E isso pra mim foi o limite!!! Agora eu sei quem merece e quem não tem nem a diguinidade da minha amizade !!
Algumas pessoas adoram julgar o comportamento das outras. O mais interessante, é que neste tipo de julgamento, a sentença sempre, impreterivelmente é a condenação...
Eu, andei, vaguei, sofri chorei, me perdi.
Suportei ameaças, fui julgada,
por pessoas que nunca me viram,
não conheciam meu caráter, minha personalidade.
Fui jogada para escanteio.
Mesmo assim, sorri, para os meus sonhos,
venci o medo, as mágoas.
Convivi com os fracos,
os oportunistas e covardes.
Suportei os falsos e hoje sei
a força que tenho para enfrentar
qualquer obstáculo!
O tempo é bem melhor aproveitado elogiando as pessoas que julgamos merecer elogios, que ofendendo as que, por alguma razão, julgamos merecer ofensas.
