Ser jornalista: frases que capturam o espírito da profissão
Eu ainda sigo uma série de normas do jornalismo e minha preocupação é não pisar no calo de nenhum dos dois.
O bom jornalismo é uma janela pela qual vemos o que está além do muro.
Já o mau jornalismo é parte do muro, quando não o próprio muro.
Inversão de valores é quando o jornalismo é uma função essencial e o vendedor ambulante de água não, se jornalismo não fosse essencial a pendemia já teria acabado a muito tempo, os rémedios de prevenção seria indicados no início, o choro não seria livre, o presidente seria o salvador, mortes por câncer, dengue, violencia seria de maior destaque como sempre foram, para alguns um texto escrito por um genocida, para outros verdades que assistimos de perto.
Jornalismo NÃO deve ser opinião! Sou contra editoriais!A opinião deve estar reservada, ao cidadão comum... O jornalismo TEM QUE SER O RELATO DOS FATOS CONSUMADOS! Issoque digo é opinião, e sei que estou certo.
As guerras e sua luta:
- O poder das nações!
Os debates e o jornalismo,
Assim diante de todos: - De governos e nações emergem a grande besta apocalíptica!
O jornalismo instrumento de inverdades, missão que revela a injustiça através da injustiça.
Crime, miséria, contenda, guerra, ódio, formadores de opinião em nome
de quem? para quem?
Para sua alienação!
No regime político, de cunho socialista, a imprensa livre é uma utopia. No lugar do jornalismo verdade e dos veículos de imprensa isentos, existem publicitários e agências de marketing estatal.
OLIVEIRA, Thiago S.; Brasil, a República dos Caranguejos, 2023.
Deve haver um lugar reservado no Inferno àqueles que, tendo nas mãos o fogo sagrado do jornalismo, dele se valem apenas para ganhar dinheiro, entreter as pessoas e mantê-las alheias às verdades que precisam conhecer.
O mau jornalismo se caracteriza não só pelo que noticia e como noticia, mas também, e principalmente, por aquilo que deixa de noticiar.
Um jornalismo eficaz, coerente e responsável na exposição dos fatos e da verdade é aquilo que suscita inquietação, sobretudo pela sua veracidade intransigente.
O dilema da credibilidade do jornalismo reside no fato de que numerosos profissionais jornalísticos, carentes de responsabilidade, subjugam e exploram aqueles que buscam a verdade e os fatos. O Estado não teme as notícias falsas, mas sim a verdade, chegando ao ponto de distorcê-la em falsidades. Isso manipula a opinião pública e influencia o pensamento, inclusive no âmbito da imprensa.
Amor pelo jornalismo
Poderia dizer que essa profissão é distante da minha família, mas na verdade não é exatamente assim. Professores passam informações, então minha profissão não é totalmente distante da função que boa parte dos meus familiares exerce. No entanto, nenhum familiar me apresentou o jornalismo.
O amor começou descalço, no meio do asfalto, jogando bola com amigos de infância. Entre vitórias e derrotas, o futebol de rua é cercado de brincadeiras. As conversas, depois de muitas idas à casa dos vizinhos para pegar a bola — alguns bem nervosos, por sinal —, valem uma história à parte. Mas hoje não, não é sobre isso que vou falar. Arrebentar os tampões dos dedões... que época boa! Não lembro disso querendo voltar ao passado, mas sim grato por Deus ter me proporcionado uma infância mais na vida real do que nas telas de hoje em dia.
O futebol de rua foi uma das coisas que mais pratiquei quando moleque e foi justamente em um desses dias que descobri aquilo que passaria a buscar com um carinho diferente: o jornalismo.
Depois da pelada, um pouco de resenha, um zuando o outro e, de repente, vem a pergunta que engaja geral: “O que você quer ser quando crescer?”. Engenheiro, mecânico de avião, bombeiro, policial, astronauta — sim, teve um que encheu a boca pra falar astronauta. Eu não duvidei, mas é claro que a resenha já vem na ponta da língua pra dar uma gastada. Em meio às revelações, um dos mais velhos do grupo fala: “Quero ser jornalista esportivo, falar de esporte.”
Eu paro e pergunto: “O que é isso? Como faz?” Nunca havia ouvido aquele nome antes: Jornalista Esportivo. Tinha uns 13 anos, mas sim, mesmo já acompanhando um pouco de futebol na televisão, a palavra era nova para mim. Jornalista Esportivo.
“O que se faz nisso? Como que é?”, pergunto.
“Fala de esporte, pô. Igual esses jornais na TV, sabe? Só que fala dos esportes apenas.”
Fã do jovem em ascensão à época, El Shaarawy, esse amigo, que por dúvida, preservo o nome, despertava em mim um interesse de buscar mais sobre a profissão. Acabada a resenha pós-futebol, volto para casa e a primeira coisa que faço é buscar sobre essa profissão no pai dos burros: o Google.
Veículos de comunicação, cursos, faculdade, o que fazer, como fazer, onde fazer... perguntas atrás de perguntas. Vídeos, relatos sobre experiências e então começo a conhecer as referências da área. Pegar um pouquinho de cada um, entender os blocos do jogo.
Craques e mais craques. Eu? Apenas um gandula perto deles. Como fazer isso dar certo? “Deus, não sei como, mas vou dar meu melhor, seja feita a Tua vontade”, dizia com fé em algum milagre. “Deus ajuda quem trabalha”, “Quem procura acha”, “Quem quer dá um jeito”; palavras assim foram sustento em meio às aflições de um cidadão comum que começava a enfrentar desafios na passagem da adolescência para a vida adulta. A necessidade de trabalhar, mesmo que fora da área, não foi suficiente para me afastar do jogo, do campo, das quadras poliesportivas.
Trabalho, fé, foco, renúncias e muita mão de Deus. Não ouso tirá-Lo dessa receita! Provocações e deboches, isso não é exclusivo de um grupo. Também passei por algumas.
Mas estar em uma redação física pela primeira vez, participar de um programa de rádio, conhecer os primeiros grandes nomes do esporte como Bernardinho, Bruninho, Fernando Meligeni, pessoas que só via pela televisão... tudo isso foi convertido em combustível. Um prêmio, de fato, um privilégio. O som do teclado ao digitar uma nota, artigo, que seja... o cheiro de tinta da caneta que mais tarde estourará ou a aflição de escrever tudo antes da caneta morrer. Até ficar na externa correndo risco de participar de uma "queimada", mesmo que o esporte seja futebol, vôlei ou basquete.
O dinamismo, a pressão por mais engajamentos, ficar de olho nas tendências, os números dos outros veículos, pensar fora da caixa e as histórias que inspiram, acesso aos bastidores de vidas dignas de filmes... os ônus e bônus.
É um privilégio poder aprender e conversar com algumas referências. Existe uma grande responsabilidade nessa profissão. Como cristão que sou, logo lembro dos versículos de Tiago 2:20-22: “Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.”
Com isso, lembro da frase: “É justo que muito custe o que muito vale”, frequentemente ligada a Teresa D'Ávila.
Não sei exatamente em que posso contribuir nesse jogo, e se posso, muito menos o que acontecerá amanhã. O que sei é que essa coceira por olhar o que poucos viram, mastigar a informação de uma maneira que mais pessoas possam entender, trazer assuntos pertinentes e principalmente cuidar para não passar nada além da verdade, além de aprender com todos, são tópicos que me prendem ao jornalismo.
Lembrando dos ônus e bônus, é quase uma antítese, logo lembro da primeira estrofe do soneto de Luís Vaz de Camões:
“Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.”
No fim, não é exclusivo do jornalismo. Toda profissão tem seus desafios, mas, mesmo que às vezes possa ser uma dor que desatina sem doer, é justo que muito custe o que muito vale.
Jornalismo independente é uma falácia muito utilizada por revistas, jornais ou similares para coagir e extorquir dinheiro das pessoas ingênuas.
Estão a criar tanta confusão acerca do diploma de jornalismo. Muitos, pelo que tenho acompanhado principalmente em sites de relacionamento, estão preocupados com o canudo e não com o conteúdo.
É triste pois o certificado não concede conhecimento, integridade, respeito e muito menos amor à profissão.
Não sou diplomado mas amo fazer jornalismo. Embora meu jornal seja qualificado como "jornal de bairro" é gratificante receber os elogios dos meus leitores.
"O jornalismo hoje em dia, não serve mais como meio de transmissão de informações, mas sim como construtor de narrativas militantes politicamente engajadas, ou fomentando o assassinato de reputações".
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