Ja Chorei de tanto Rir

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Quem vive apenas esperando bênçãos, esquece que já foi chamado para ser uma.

⁠Ela era quase família. Foi a única pessoa que já cuidou de mim.

O sol queima a pele
Sua ausência congela o coração
O calor já não me aquece
O que é ruim a sensação...


Filha, não te abandonei
Nem te abandonarei
Por sua ausência chorei
Por sua dor chorarei


Mas sei que sempre te amei
E sempre te amarei
Sei que em meus braços a terei
É o que sempre sonhei.
Te amo sempre Sarah!

Quero apagar a minha existência
Por fim a essa dor ...
Sem forças para insistencia
Que com sol já não sinto calor


Nas letras não encontro fuga
Nas lágrimas não tem alivio.
No silencio só um barulho
E no barulho uma completa solidão


Não tenho o abraço que desejo
Não ouço a voz que anseio
A vida já não importa
Em vida essa dor não a suporta.


Aqui despeço-me das palavras
Despeço do sorriso.
Me desfaço das lembranças
Me despeço de tudo!


Adeus!
A noites bem dormidas.
A boas companhias
A boas comidas;
Serei o alimento da terra.

Hoje sou forte, mas já fui fraco! Hoje sou corajoso, mas já tive medo! Hoje sou sábio mas já fui tolo! Na vida devemos sempre nos atualizar! E sempre pra melhor!

Morte, que estranha vida...




A vida já não me ofusca, a morte triste, tornou se adulta, e no amanhecer de um dia, a triste sina que vinha, do idolatra, que a tudo no fogo do bem lhe via, a vida veio então a brilhar, e do brilho desta vida, a morte, que estranha vida, veio ali a ficar...


Zildo De Oliveira Barros 21/09/20

Contas invadidas, casa invadida, só falta agora se passar por mim...Ah, já fizeram!

Já imaginou que a esquizofrenia pode não ser uma doença de fato mas, a constatação de uma realidade há muitos anos escondida?
Manipulação de delírios com dados explicáveis pela ciência (normalmente associados a chip cerebral) e por outro lado absurdas e irreais! É como se misturassem verdades e mentiras para descredibilizar o indivíduo e torná-lo dependentes de medicações que limitem o seu poder de raciocínio, criatividade e inteligência ao ponto de alguns casos, torná-los inválidos.
Já ouviu os delírios de vários esquizofrênicos paranóides? O que achou em comum?
Cabe uma avaliação...

Lembranças...


Não dê vida a uma situação problemática que já foi RESOLVIDA.
Não traga a lembrança o que lhe causou DOR e SOFRIMENTO.
Traga a memória tudo aquilo que lhe AGRADA e o que há de BOM.
Já o que DESAGRADA, deve estar no mar do esquecimento, pois não merece nem o seu TEMPO e nem o seu LAMENTO.

⁠Ninguém muda, a gente deixa fluir o que já existia.

Mudar pode ser dolorido, mas não mudar aumenta a ferida que já lateja.

Já corri de problemas. Mas hoje posso dizer que são os problemas quem correm de mim.

Sempre queira viver novos momentos, mas jamais deixe de agradecer por aqueles que já viveu.

Eu já tive pressa, sempre em passos ligeiros, hoje sigo divagando, ao lado de amigos verdadeiros.

As pessoas acreditam que eu estou à beira do precipício, o que elas não sabem é que eu saltei já faz um tempo…

Quem me conhece até sofre, para compreender que nada revela o meu ser....
Eu me conhecer, já é difícil, me entender...


impossível!!

⁠Qualquer um que já tenha conquistado algo icônico na vida, teve que fazer coisas questionáveis para conseguir.

Deus não está preocupado com quem cai, até porque Deus antes da queda do ser, Deus já sabe.
Deus também já sabe como será o seu comportamento perante a queda de alguém.⁠

Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.

Há uma angústia silenciosa que se instala quando se percebe que já não se consegue resolver sozinho boa parte da própria vida. Não é apenas a dificuldade prática que pesa, mas a sensação profunda de invalidez, como se algo essencial tivesse sido retirado sem aviso. A autonomia, antes natural, passa a ser um privilégio distante, e cada decisão depende de terceiros, de permissões, de circunstâncias que fogem ao controle.
Essa condição corrói por dentro. O indivíduo sente-se diminuído, não por falta de vontade ou capacidade intelectual, mas por estar aprisionado a limites que não escolheu. Surge a frustração de querer agir e não poder, de saber o que precisa ser feito e ainda assim permanecer imóvel. A dependência forçada fere o orgulho, a identidade e a dignidade, criando um conflito constante entre o desejo de reagir e a realidade que impede qualquer movimento efetivo.