Insônia
Coração Apertado
Noite fria, coração apertado
Pensamento confuso, embaralhado
Insônia não me deixa, por mais que eu tente
Horas e horas, mais o sono não vem
Por que tem que ser assim
Poderia ser mais simples, mais fácil
Ou talvez realmente deva ser assim
Pois tudo o que vem muito fácil não é bom
Mais precisava ser tão complicado e doloroso?
As horas passam e ela não sai da minha cabeça
Fica vagando pela minha mente
Até mesmo no meu inconsciente
Agarro-me as lembranças tentando curar a saudade
Há, que ironia, a saudade só faz aumentar
A cada flash, cada palavra escrita
As lagrimas rolam, rolam, molham...
Mais pensamento positivo, sabe por quê?
Você já ouviu aquela velha frase:
No final tudo Dara certo...
Eu também já ouvi e acredito
Vou deixar o tempo se encarregar de ajeitar tudo
Mais vou fazer minha parte, e tentar não estragar tudo
Novamente !!!
Ocupar minha mente...
Acalmar meu coração...
Fazer tudo diferente...
Ouvir a razão...
Ser capaz de gestos que a agradem
Pensar muito antes de agir
Pois agir no impulso não deu certo
Tentar trazê-la de volta para o meu lado
E aos poucos novamente ser notado
Quem sabe reconstruir o sentimento que se quebrou
Juntar pedacinhos desse nosso amor
Tudo com calma sem desespero
Eu espero conseguir reconquistar
Eu acredito em um final feliz
Que venham mais noites de insônia, porém, que elas não venham sozinhas. Que venham acompanhadas de palavras e de inspiração, que venham acompanhadas de arrependimento e de crescimento.
O que eu gosto nas noites de insônia é que nelas vejo a vida que acontece quando todos dormimos, desde o canto do galo ao latido do cão, o vento soprando na janela...Tantas coisas e ao mesmo tempo nada.
Insonia, asseidade, amores a primeira vista, a paciência não cativada
Nos lampejos do brilho da a joia lua rara me fizera letal ferida
Horizonte em agonia o sol sangrada na distancia da tarde o vermelho se estende entre as nuvens
O azul em sua tristeza vai ficando turvo e a lua amarelada com sua luz na gastura da boite embalsamada
O vento frio corre empurrando a solidão que me esmaga dilacera minha alma suas palavras retalhando meus sentidos
A formosura desta fresca serra custura minha chagas a ferro e fogo
Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados me devora
Alegres campos, verdes arvoredos fim tão tristonhos
sua alma gentil, que te partiste a esperança perdida
Amor que arde sem se ver
Amor, que o gesto humano n'alma escreve...
A morte, que da vida descontente
Apartava-se os polos e as que a alma humana, que enriquece
Aquela que, de pura castiga
triste e leda madrugada aqueles escuros olhos que chorosos
A sepultura de elos e brando
A sepultura me aguada
Amor novas artes, novo engenho
Cantando estava um dia bem seguro
Cara minha inimiga, em cuja mão estendia
Chorai, Ninfas, os fados poderosos que ela me pusera
Como quando do mar tempestuoso correm turvas as águas deste rio converteu modéstia afeiçoa e aranho meu coração
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
esperto nas cordas bambas da insônia insana...
O silencio não acalenta minha dor
Adormecer ao som de cantilenas já não é um privilegio mas chegar a si; tomar nos braço do próprio despertar
Caindo a madrugada neva em brasas o vazio desperta os vultos e as sombra primeiro anda sem direção dos e pelos corredores com sussurros e chiados microfonia
Me ergo e levanto em alta voz desassossegado o tempo caminha distante sem muita presa os vento fracos empurra o frio pela frestas da casa vazia
A chama azul na tela palavras desliza desloca diante dos meus olhos tento expressa meus anseios e desejos antes que morra
A dor flecha chama embalsamada dentro dos termos sem meus propósitos me consome da sua voracidade insaciável
por charlanes Oliviera Santos
A essência da insonia na mesma sitônia se alastra ao medo
Alta madrugada 3:23 meus olhos doe
Pesamentos busca refugio nos seus mais não se acolhe pois um fim entre nos foi por ti proposto
chama lusitana como fagulha indolor morte das cores
Dracma sem valor cai das mãos tremulas
A morte ignora os morcegos no estomago pele fria petrifica os sentidos
Pensamentos perturbadores digno de nota
Meu amor me deixou...esmurro o ar salta em fuga as lagrimas
O veneno corre nas veias desprezo, o fel na boca amaga
Pesamentos espatifaram quando o sopro ausentou-se
Peço aos loucos e aos sábios que rasquem meus versos por favor
Lua rara
Sobre sua pele sedosa olhos cor esverdados ardente,
Cabelos fios do sol loiros rubros lábios talvez adoçando Outro
sorrisos gralham contentes majestosas passageiras
Como o verme come os mortos sacio das lembranças
Caminhos tortos para enlaçar-te em meu caminho manco
Estranha amiga seduz me com palavras sensual "ela se foi"
Aceito "lagrimas" o passado a tirou de mim!
Oh mulher, eu nunca quis tocar cérebro quis degustar
O vinho tinto me permite fazer o desejo da lua e doado ao sol de vermelho em lamentos e agonia de prazer.
O cérebro não dorme é o que diz a ciência, então é por motivos de insônia que o cérebro vive sem direção.
PIJAMA REAL
Afinal o que é riqueza?
Tanta insônia pela grana?
Traz coroa à realeza
Paz dos filhos de pijama.
DESPERTAR
Essa angústia anda medonha
Carregando muitos medos
Rouba o descanso a insônia
Urge um despertar bem cedo
Alma anda meio acrimônia
Precisando de mais credo.
"Doutor, minha insônia e meus tremores voltaram.
Doutor, meus pesadelos retornaram.
As vozes, que em minha cabeça gritavam.
Não se calaram.
As dores em minh'alma, doutor, não cessaram.
As feridas, abriram-se todas novamente, não se curaram.
Insanidade ou saudade, doutor? Todas as respostas me escaparam.
Meus sonhos se desmoronaram.
Hoje, doutor, moro onde meus pesadelos moravam.
Moro na ausência dela, moro nas lembranças de nós, moro no amor, que me tomaram.
Sinto que estou morrendo, doutor, as batidas do meu coração só aumentam, infelizmente, não param.
Sóbrio ou ébrio, a bebida já não me traz o alívio de outrora, até isso me tiraram.
Hoje, doutor, tive um mau presságio, encaminhando-me para aqui, passei em nossa esquina, e vi: Todas as folhas do ipê, murcharam.
Talvez, como as folhas, eu também deva abrir mão da minha existência, os milagres em minha vida se acabaram.
Já não posso repousar, fechar os olhos e sonhá-la, doutor, pois, infelizmente, a minha insônia e meus tremores voltaram..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, Quando no Divã
A tal da insônia!
Já são 1h55.
Eu me mexo na cama, eu levanto, eu bebo água, mexo nos cabelos, fumo meu charuto de sabor chocolate...
Fico em êxtase!
Já são 2h30 da madrugada...
Fico com meus pensamentos soltos!
Não consigo dormir, minha inquietação de um dia diferente que eu tive hoje.
Fico com meus pensamentos soltos!
Ouço a música tocar, trago em minha memória lembranças da tarde de hoje.
Pensamentos soltos!
Lembro do teu sorriso sapeca, do teu olhar fixado aos meus, lembro das minhas mãos na tua pele, lembro dos meus pés encostando nos teus e lembro até da câimbra que tive do encaixe...
Risos soltos!
Pensamentos soltos!
Degusto meu charuto, sabor de chocolate e com meu bom vinho tinto cabernet Sauvignon...
Olho para minha cama e não te vejo e cheiro meu travesseiro para buscar teu cheiro!
Pensamentos soltos!
Já são 3h15 da madrugada de sexta-feira.
Enquanto muitos entram na insônia com seus trabalhos, outros repousam seus olhos, trabalhando para Deus.
Não sou escravo de nenhum coração, nem sou propriedade de nimguém;
Sou o sonho de quem tem insonia e acaba com as dores indesejadas;
Tenho os sentidos quase dormentes meu corpo quer e a alma compreende meu estado que liberta o espirito;
