Insanidade
Vivemos a realidade na insanidade que é viver.
É irônico precisar de um pouco de
loucura para não enlouquecer.
Seres humanos, vai entender.
Fogo ou brisa
Ah, a paixão...
Ela é vida, intensidade
Chega a ser pura insanidade
Te leva ao extremo
É êxtase, emoção
É sensação mais próxima da morte
Que poderás sentir.
O amor... este é leveza
Sensação gostosa de sentir
É riso sem motivo
Emoção, serenidade
Também é êxtase
Sensação mais próxima do céu
Que poderás sentir.
A paixão
O amor
Ambos são vida
Uma fogo
Outro, brisa.
Coisa boa é ter um amor
Ou uma paixão na vida.
HIPOCRISIA:
Pensar que somos sãos
Sobre a insanidade alheia
Pensar que amamos
Quando apenas dizemos, te amo
Pensar que somos felizes
Quando nunca, nunca perdoamos
Pensar numa humanidade afável
Quando a guerra faz pela paz do homem
Pesar que somos humanos
Sempre que aos insanos ignoramos
Pensar que somos coerentes
Quando só em si a verdade existe
Pensar que tudo isso existe
Apenas, porque vivemos
Esse plano inconsequente.
É saber que pensando assim
Tudo é utópico nesse mundo vil...
A burrologia está em alta. Consequência da insanidade dominante da ignorância conveniente que se alastrou e indignada com os resultados ainda se faz presente.
Os limites da insanidade humana, são desconhecidos, mas as consequências dos atos, quase sempre são previsíveis!
Quase chegando no sexagenário, tenho relapsos de insanidade e volto a ser criança e vejo a vida desordenadamente como um brinquedo doído, e aí percebo que é através dessa minha loucura que sou completamente sã...
INSANIDADE
Meu coração mandou e através dele estou direcionando o leme do meu barco que estava à deriva em alto mar e como açoite raios, trovões e tempestades intrépidas me tirando a força para que meu corpo fosse sugado pela fúria avassaladora dos ventos e naufragasse minha alma no fundo do mar. Viajores e seres disformes do tempo e fantasiados de anjos incólumes com asas quebradas e coladas pela sombra da escuridão, onde estão vocês? Pois eu estou aqui!
-Estou pronta para sepultar os demônios e fantasmas que me impediam nessa insanidade de prosseguir. Me liberto agora da camisa de forças que prendiam meus braços e sufocavam meu grito me impedindo de gritar. Pois eu grito pro mundo inteiro ouvir:
- Ninguém vai mais me deter. Estou livre e liberta de ti!
Eis o que penso sobre a arrogância do homem em qualquer campo de ação.
Quando a insanidade e a estupidez engana a criatura e ela e torna maior que seu criador. Muitos homens se tonam arrogantes, se acham poderosos pelo sucesso material, outros por conquistas intelectuais, esquecem suas origens físicas e metafísicas, ignoram a verdade suprema, a de que tudo que há nos mundos sensíveis e insensíveis ao homem está sob o domínio de Deus.
Devemos buscar diariamente ser uma luz no mundo, para guiar nossos pares, que como nós andam cambaleantes nas trevas das nossas imperfeições, e não um abismo de arrogância e estupidez mundanas.
"Evitemos todo tipo de insanidade religiosa concernente à
eternidade, pois a única possível ao homem até agora foi a
literatura.”
Todo dia lido com a insanidade
Que tenta me envolver em sua teia
Mas resisto, combato com coragem
E me esforço para fugir desta cadeia
Não quero ser uma vítima desse mal,
Nem ser levado por sua crueldade,
Pois sei que a lucidez é fundamental
Para vencer na luta pela liberdade .
O mundo é um campo de batalha,
Onde a loucura dita suas regras,
Mas eu não me rendo a essa falha.
Persisto firme, sendo forte e leal,
Com a palavra como minha espada,
E a paz de espírito como meu ideal.
Escrever, hoje em dia, é um ato de resistência contra a insanidade coletiva que nos domestica, que nos embrutece, que nos impede de perceber a dor do outro. Vivemos num mundo de intolerância, de verdades absolutas, onde quem duvida morre. Na escrita, há uma brecha. Uma fresta de lucidez. Um instante de verdade.
Ali, diante da página, o poeta — como um semideus — nos apresenta a beleza honesta da dor. Ele nos representa como somos: seres humanos. Falhos, imperfeitos, mas humanos. E durante o tempo da leitura, sem nenhuma distração, sem nenhum pensamento alheio, nos conectamos com quem somos. Com nossa essência. E ao perceber isso, algo se transforma.
Porque há uma catarse que acontece. Às vezes sutil, às vezes brutal. Mas acontece. Saímos da leitura mexidos, acordados. Descobrimos a força incrível que é ser humano. O poder que temos em mãos. A capacidade de sonhar — mesmo com tudo em ruínas.
A pergunta é: o que vamos fazer com isso? Vamos tentar mudar o mundo, ou voltar à realidade mórbida, fingindo que nada foi dito? A poesia nos entrega uma verdade. E a verdade, uma vez vista, não pode mais ser ignorada.
No fim o espírito civilizatório haverá de prosperar,
demonstrando a insanidade e a estupidez,
dos que usam as armas da guerra,
banhadas com o sangue de inocentes, para promover a barbárie.
Os radicais necessitam da guerra para se justificar.
A humanidade da paz para sobreviver.
Possibilidade impossível
Proximidade distante
Lampejos de insanidade
Incoerente sensação
Desalinho de pensamentos
Intocado querer
Não busco a normalidade
A insanidade me veste muito bem
Ser normal seria tão comum
Sacal,sem emoções...
A loucura não limita-me
Não existem arrependimentos
A liberdade aflora,a mente viaja
E os sentimentos buscam
Inesperadamente o agora
Reverenciado assim a liberdade
De ser você mesma
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