Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Os dois lados do amor
Foi tĂŁo gostoso gostar de vocĂȘ,
NĂŁo me lembrava como era o amor.
Foi tĂŁo intenso e verdadeiro,
Achei que seria para sempre.
VocĂȘ lembrou-me como Ă© ser feliz,
Que posso amar e ser amado,
Mostrou-me que estou vivo,
E a vida sorriu para mim.
Com vocĂȘ minha vida deu uma volta,
Fiquei de ponta cabeça,
Vi o mundo com olhos de criança,
Tudo ficou mais simples e bonito.
Apaixonei-me por inteiro,
Acreditei no meu coração,
Amei demais até perder a razão,
Vivi momentos inesquecĂveis.
De repende tudo mudou,
Sua presença deu lugar à saudade,
A felicidade deu lugar à esperança,
A alegria deu lugar Ă tristeza.
Fecho os olhos e sinto vocĂȘ,
Sua pele quente,
Seu cheiro de fĂȘmea ardente,
Ouço seu coração pulsando forte,
Sinto seu corpo colado no meu,
Sua respiração ofegante, seu beijo,
Seus lĂĄbios tocando os meus,
E meu coração quase explode de dor.
São só lembranças,
Tudo aquilo que parecia infinito,
NĂŁo sei como, e nem quando,
Mas parece que acabou,
Deixando um vazio sem fim,
Um sensação de abandono,
Uma dor que me consome aos poucos.
Ă o outro lado do amor,
Que um dia levou-me Ă s nuvens,
No outro, ao fundo do poço,
E mostrou-me que, assim como faz sorrir,
Também faz chorar e sofrer.
Ă tĂŁo triste ter que te esquecer,
NĂŁo me lembrava como era essa dor.
porque? viver e sonhar
se ainda morte serĂĄ certa
doce amor porquĂȘ viver me dei um motivo,
mesmo que seja simplesmente por um momento
que existĂȘncia permita o doce sabor do seu coração.
Poema perfeito
Procurei um poema para mandar para vocĂȘ,
Encontrei uns bonitos, que falam de amor, de saudade,
Outros de felicidade, mas nenhum deixou-me satisfeito,
Sempre acho que para vocĂȘ tem que ser mais.
EntĂŁo resolvi escrever para me justificar,
Porque os poemas que mandei sĂŁo incompletos,
Nenhum fala do seu sorriso que me encanta,
E dos seus olhos que provocam minha alma.
Nenhum consegue descrever o quanto Ă© maravilhosa,
Nem retrata a grandeza dos momentos ao seu lado,
SĂŁo insuficientes para lembrar-me do bem que me fazem seus carinhos,
E do calor que domina meu corpo quando estamos juntos.
NĂŁo consegui encontrar um sĂł capaz de descrever seus beijos,
Quando seus lĂĄbios se colam nos meus,
O pulsar do sangue em nossas veias,
A felicidade que transborda em meu coração.
Peço desculpas, meu amor, por não encontrar o poema perfeito,
Enquanto penso em nĂłs dois continuarei procurando,
E se nĂŁo encontrar nada Ă altura do que vocĂȘ merece,
Quem sabe um dia consigo eu mesmo escrever um.
O amor e o tempo
A noite começou na estrada,
Carros, luzes, mĂșsicas, ansiedade.
MĂŁos se tocando, olhares se cruzando,
A vida parecia estar no piloto automĂĄtico.
O tempo do relĂłgio nĂŁo significava nada,
O tempo vĂĄlido era aquele, era o que importava,
Era o que estava sendo vivido, que foi sonhado.
E o tempo passou,
E com ele, carros, luzes, estradas, mĂșsicas...
O lugar jĂĄ nĂŁo era o mesmo,
O perfume, as luzes, o aconchego, a sombra,
Tudo mudou, menos a vontade de amar,
Que sĂł fez aumentar,
Parecia querer explodir o coração e a alma.
A noite estava começando novamente,
E com ela dois corpos, duas almas, dois coraçÔes,
Era o que existia para aquela noite.
Desajeitados, sem saber por onde começar,
Sem saber o quanto amar, como se pudesse medir.
Encontraram-se, descobriram-se, amaram-se...
Amor sem medidas, sem medos, sem tempo contado,
Corpos suados, cheiros, sabores, peles, olhos, bocas,
Tudo se misturou numa receita inédita e perfeita,
Felicidade, paixĂŁo, desejos e vontades,
Foram servidos com a naturalidade que o amor permite.
Entre ofegĂąncia e exaustĂŁo, ĂȘxtases e desmaios,
A noite avançou, o amor se fortaleceu,
E o tempo novamente passou, o sol chegou,
Passou depressa, como se tivesse acabado de começar,
Deixando corpos quebrados, esgotados, quase invĂĄlidos,
Mas os coraçÔes fortes, felizes e cheios de vida.
O sonho se concretizou e nĂŁo serviu para acalmar,
Ao contrĂĄrio, como Ă© tĂpico do amor,
Alimentou outros sonhos, desejos e esperanças.
Assim o amor resiste ao tempo,
Fortalece e renasce a cada dia
No coração de quem tem coragem de amar.
Cada batida do meu coração era de amor pra ela,agora mesmo sem ela ainda sinto meu coração pulsando de saudades,mesmo sabendo que o coração dela parou de bater por mim...
O amor Ă© cego diante dos defeitos, porque estĂĄ ocupado demais olhando as qualidades. E, por ser cego, faz com que os amantes se especializem na arte do tato. Ă no apagar das luzes, no fechar das pĂĄlpebras que os amantes se veem realmente; os corpos convertidos num nĂșcleo de prazer, onde todos os sentidos participam de um banquete Ă s escuras. Se abrem os olhos, Ă procura um do outro, abrem tambĂ©m a porta para um instante de eternidade
Meu amor, meu amor
Meu amor meu amor
meu corpo em movimento
minha voz Ă procura
do seu prĂłprio lamento.
Meu limĂŁo de amargura meu punhal a escrever
nĂłs parĂĄmos o tempo nĂŁo sabemos morrer
e nascemos nascemos
do nosso entristecer.
Meu amor meu amor
meu nĂł e sofrimento
minha mĂł de ternura
minha nau de tormento
este mar não tem cura este céu não tem ar
nĂłs parĂĄmos o vento nĂŁo sabemos nadar
e morremos morremos
devagar devagar.
Sobre um mote de CamÔes
Se me desta terra for
eu vos levarei amor.
Nem amor deixo na terra
que deixando levarei.
Deixo a dor de te deixar
na terra onde amor nĂŁo vive
na que levar levarei
amor onde sĂł dor tive.
Nem amor pode ser livre
se nĂŁo hĂĄ na terra amor.
Deixo a dor de nĂŁo levar
a dor de onde amor nĂŁo vive.
E levo a terra que deixo
onde deixo a dor que tive.
Na que levar levarei
este amor que Ă© livre livre.
"Tão sentimental o poeta! Tão inspirado em amor, viveu toda sua felicidade em cada simples letra e espaço."
O amor estå extinto! Hoje as pessoas querem só qualidade e perfeição, mas amor-perfeito só existe em flor.
E abençoados sejam todos os momentos saudåveis e de amor que Deus nos proporciona...
Boa noite meus amigos queridos!
mel - ((*_*))
O amor nĂŁo tem cor especĂfica e nem prĂ© julgamentos. O amor Ă© arco-Ăris ele tem todas as cores menos as cores do preconceito.
Esperamos tanto tempo pra ter um caso de amor com nossos desejos!
E o mundo sĂł nos dĂĄ um sĂł dia de cada vez, sem nenhuma garantia de que haverĂĄ o amanhĂŁ
