Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
E quem falou que de toda terra vive de pĂŁo e ĂĄgua, mais toda
Vida tem de glĂłria, viva com seu amor, com bons pensamentos.
Pois todo ser vive com sua fé, mais nem todos tem um grande-
Amor, pois todo mar como terra assim me tomou como arco iris.
NĂŁo sei por que vocĂȘ brincou comigo assim
NĂŁo sei por que fez despertar o amor em mim
Se pra vocĂȘ eu nunca tive algum valor,
De nada importa a minha dor
O que Ă© o amor?
O amor nĂŁo Ă© para saber,
O amor Ă© para ser sentido,
E quanto menos explicado for,
AĂ sim estarĂĄ verdadeiramente o amor.
Quando o nosso sentimento foi chamado de amor Ă© porque verdadeiramente o sentimos e o eternizamos dentro de nĂłs, fazemos as pazes com o nosso passado, as lĂĄgrimas de outrora, se revertem em alegria, diante do AMOR que merecemos.
O AMOR, por sua vez, Ă© o segredo da PAZ que vocĂȘ interioriza e o externa com ALEGRIA de forma abundante, atravĂ©s de sua face.
A nossa libertação sĂł pode existir, quando hĂĄ clareza nas evidĂȘncias do AMOR que merecemos, na constante busca do seu EU. Decida se libertar de seus medos e das rejeiçÔes da infĂąncia, pois sĂł vocĂȘ pode se aceitar, se encorajar, se aperfeiçoar e se elogiar mesmo com todas as suas imperfeiçÔes.
Jamais esqueça, sem AMOR, nada somos. Portanto, sem AMOR, o seu tudo Ă© nada. E apenas vocĂȘ sabe o que merece!
Quis muito amor de quem não pÎde me amar! Doei meu coração a quem não sentia mais o seu, palpitar! Acreditei no amor porque quis acreditar!
Ăs vezes o amor Ă© maravilhoso, assim, de longe, distante do coração. NĂŁo tenho pressa, nem em relação a vocĂȘ, nem em relação ao amor. AliĂĄs, em relação a nada. Se tiver que acontecer, que aconteça naturalmente.
Meu amor,vocĂȘ me surpreende.
Logo que anoitece surgi vocĂȘ na
minha frente.
Com flores e bombom na mĂŁo!
Seu olhar é terno cheio de emoção.
Em seu rosto hĂĄ uma expressĂŁo muito
sorridente...
Não resisto e me jogo em seus braços
Imediatamente.
Te beijo e abraço alegremente...
Te amo hoje,te amarei amanhĂŁ, te
amarei eternamente.
Todos sabem que eu nĂŁo gosto de falar de amor, pois luto para ser uma ilha, uma pedra e uma parede. Mas o amor Ă© a nossa resistĂȘncia.
Pra que prometer o amor, se o que te domina Ă© a amizade? Pra que prometer um castelo, se o teu aconchego Ă© uma cabana? Pra que prometer um buquĂȘ, se sĂł lhe resta uma rosa? Pra que prometer uma amizade, se o que te domina Ă© uma passageira consideração? Pra que fazer promessas, se as suas limitaçÔes nĂŁo lhe permite cumprĂ-las? JĂĄ ganhei amores, jĂĄ em outras primaveras, murcharam-se as rosas. Doutra via sempre fui homogĂȘneo! Promessas me cercaram, palavras me encantaram, porĂ©m me tornei um surdo. sempre fui amante do ver e do observa. Outrora tinha ouvido promessas, e as rejeitei! Vivi e aprendi! Observei que quando prometemos, nos auto prendemos em dĂvidas, onde suas consequĂȘncias sĂŁo percas. Aprendi que maior que uma palavra dita Ă© uma atitude tomada. Em um mundo de benevolĂȘncia escutei, enxerguei, abracei, apalpei, amei... Aprendi a ser forte quando decepcionado. Aprendi a perdoar quando rejeitado, e a amar quando deixado de lado! Enfim, de onde me veio tal repugnĂąncia, aprendi a esvaziar o meu arsenal de rejeição e mĂĄgoas. Escolhi reserva um jardim, e plantar flores em plena guerra fria dentro dos meus pensamentos. Entre o ver e o falar, optei em calar-me! Cheguei Ă um estado onde as promessas acabaram e, consequentemente, o meu pranto cessou. Descobri que o tempo passa, as pessoas mudam e, muitas vezes, promessas nĂŁo passam de simples arvores sem raĂzes: Logo morrem.
