Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Nunca julgue alguĂ©m pelo o que vocĂȘ acha,o interior do ser humano Ă© sĂł dele...
Não cabe sua avaliação...
Fui ingĂȘnuo o suficiente pra deixar que a adrenalina percorresse meu corpo e ignorar alguns sinais de que aquilo era uma ligação de saudade.
Ela tĂĄ lĂĄ, ela sĂł nĂŁo sabe. Ela nĂŁo sabe que vai revolucionar a sua vida, te fazer esquecer do mundo, dos problemas, ela nem faz ideia de que um dia vai ser o seu alento depois de um dia cheio de problemas.
Aceitei os teus filmes na estante que era minha, tuas canecas na cozinha que era minha, tuas camisetas no guarda-roupa que era sĂł meu.
âșVocĂȘ se lembra?
VocĂȘ se lembra do nosso beijo?
VocĂȘ se lembra do nosso desejo?
De quando ficĂĄvamos com vergonha, sem jeito
De quando ficĂĄvamos com medo
E hoje quando eu me deito
Lembro do aconchego
De quando encostava a cabeça sobre seu peito
Aquele era um momento mais que perfeito
Nosso amor nĂŁo estava no contexto
Lembro que no começo não nos dåvamos bem
SĂł que depois, longe um do outro nĂŁo vivĂamos sem
O charme que vocĂȘ tinha, sua alegria
VocĂȘ havia capturado o meu coração
VocĂȘ se lembra de quando pedi sua mĂŁo?
VocĂȘ se lembra da nossa paixĂŁo?
Mas hoje nĂŁo consigo acreditar
Que ao meu lado vocĂȘ nĂŁo mais estĂĄ.
O destino foi cruel comigo
Meu desejo era somente estar contigo
Me vejo perdido, nĂŁo sei qual caminho eu sigo
A tristeza e a solidĂŁo
O destino levou a Eva do AdĂŁo
Por que vocĂȘ se foi?
Vejam o que aconteceu depois
Me afoguei na amarga depressĂŁo
Os dias jå não tinham mais uma motivação
Havia perdido a razĂŁo
Viver sem vocĂȘ nĂŁo dava nĂŁo
instalei-me na escuridĂŁo
Pois minha luz foi embora
Esse foi o final da minha histĂłria.
A pessoa mais importante hoje se encontra distante
Agora se alguém precisar de um transplante
De coração não vai adiantar
Pois o meu parou de pulsar
Ele nĂŁo virou gelo
Virou de pedra, creio
As vezes tenho certos devaneios
Em que me vejo dentro dos seus abraços meigos
Por que teve que ser assim?
VocĂȘ foi embora, foi meu fim
Por que o mundo fez isso?
Qual o sentido disso?
A mulher dos meus sonhos
A Ășnica que eu almejava ter encontros
Hoje vivo a vida pela metade
Pois a outra parte estĂĄ a saudade
O que aconteceu foi deveras uma grande maldade
Mas quando cheguei do serviço, jå era tarde.
Meu desejo agora era poder te ver
SĂł mais uma vez te ter
Mas agora de nada adianta
Eu perdi a esperança
O meu ser foi enterrado junto ao teu caixĂŁo
No cemitĂ©rio estĂĄ enterrado minha Ășnica paixĂŁo
Agora, me despeço então
A falta que vocĂȘ me faz
As memĂłrias que sua foto me traz
VocĂȘ era capaz
De me dar aquela paz
Bem, mais enfim
VocĂȘ me fez feliz sim.
Do perambular e do acreditar
(Ă Pequetucha de minhâalma, Neide Marchioli)
Do perambular...
Eles vagaram pelas noites
Perambularam pelas ruas
Entraram e saĂram
Sorriram e choraram
A cada encontro uma esperança
A cada esperança uma decepção
Foram tantos encontros
Mas tantos e quantos desencontros
Que jĂĄ nĂŁo mais sonhavam
SĂł perambulavam, e perambulavam...
NĂŁo mais acreditavam
Afinal, para quĂȘ?
NĂŁo mais sonhavam...
O acordar era um pesadelo
Uma noite mal dormida
NĂŁo mais buscavam
De nada lhes adiantava
Ao término do dia, no final da rua...
Ao cair da noite, inicio de madrugada...
Nada encontravam
SĂł perambulavam, e perambulavam...
Mais do igual...
Mais um ano, e nada de novo
Mais um verĂŁo, e nada de calor
Um novo outono, de ĂĄrvores sem cores
Um novo inverno, mas um inverno cinza
Nada de branco...
E chega outra primavera
Mas uma primavera sem flores
Sem vida, sem cores
Dos sinais...
Mais um Natal...Igual?
Um novo ano...
Novinho em folha, com novas estaçÔes
Aqui e acolĂĄ os sinais...
Um novo verĂŁo, e um novo outono...
As ĂĄrvores experimentavam um novo tempo
Pareciam se preparar para algo novo...
Para um novo inverno, pleno de cores
(Afinal o branco Ă© o pai e mĂŁe de todas as cores...)
Pareciam se deliciar, jĂĄ, com uma nova primavera
Com um tempo sem contar o tempo...!?
Reconhecendo os sinais...
Um dia, outro dia...
E uma dança, e... outra dança
Os sinais, e uma esperança
Um passo, outro passo
Uma visão no meio de tantas visÔes
Uma mĂŁo estendida...
O convite para rodar
NĂŁo mais para perambular e perambular...
Para rodar juntos
Rostos colados, coraçÔes selados...
MĂŁos dadas...
De mĂŁos dadas, desde entĂŁo
Rodam pelos mais diversos salÔes
Rodam pelos mais diversos caminhos
As mĂŁos nĂŁo se soltam
Os coraçÔes não se separam
Todo Natal Ă© Natal
Cada ano Ă© sempre novo
Cada verĂŁo Ă© mais quente
Cada outono fala de coisas novas
Cada inverno Ă© aquecido
E cada primavera traz novas cores
E a vida se renova a cada estação
E o amor se propaga, desde entĂŁo...
.......
Eu escolho ser médico e não juiz. Nunca tive jeito para acusador. Talvez não tanto assim para fazer curativos também, mas a vontade de ver feridas sendo fechadas sempre me foi mais atrativa do que decretar sentenças. Um Médico me ensinou.
E ela disse:
-NĂŁo vai dizer nada?
Ele pensativo responde com sinceridade:
-Eu te amo.
E ela com um sorriso retruca;
-NĂŁo precisa dizer mais nada.
E o meu inimigo mais intimidador tem 929km de distĂąncia da onde eu moro, seu territĂłrio 340.086 kmÂČ, e vocĂȘ talvez vai estar entre os 6,6 milhĂ”es que o habitua, vocĂȘ sabe o que eu penso sobre isso; nĂŁo me deixe.
Quando o sorriso for fĂĄcil...
Quando os sentimentos forem leves...
Quando não houver necessidade de se justificar ou mudar para receber aprovação...
Quando o prestĂgio for mais frequente que as crĂticas...
Quando o olhar for mais demorado e profundo...
Quando nĂŁo houver o orgulho que distingue os nomes...
Quando na dor houver abraço...
Quando na alegria houver festa...
VocĂȘ saberĂĄ que estĂĄ no lugar certo, rodeada por pessoas que te amam e entĂŁo perceberĂĄ que nada vai importar mais que isso!!!
O problema Ă© que dĂłi. Sufoca. Machuca. Incomoda. Mata. Sim, mata aos poucos. Tortura. Uma morte lenta e dolorosa. E uma morte silenciosa, para o mundo, claro. Porque pra vocĂȘ ela grita. Grita, machuca, te corrĂłi, como ĂĄcido sulfĂșrico correndo em suas veias. E vocĂȘ sorri. VocĂȘ finge ignorar, enquanto estĂĄ sendo destruĂda. "OlĂĄ, tudo bem?" "Vamos tomar um cafĂ©? Saudade de vocĂȘ." "E aĂ, resolveu aquela situação?" "EntĂŁo, Ă© que as coisas andam difĂceis..." O mesmo diĂĄlogo. De novo? DE NOVO? NĂŁo, calma aĂ. Mais uma vez? Parece um dĂ©jĂ vu, daqueles chatos de filme cliche que passa na sessĂŁo da tarde. Respira fundo. Engole o choro. A cena continua a mesma. Tem roteiro e script, inalterados. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. "Tudo bem entĂŁo, vamos esperar." Fim de diĂĄlogo. Vai pra casa. Chora no travesseiro. Uma, duas, trĂȘs vezes. Liga pra amiga. Chora de novo. Mais uma vez. Reclama. Telefone apita. Mensagem. "Me preocupo com vocĂȘ, me desculpa." "Tudo bem, sem problemas. Te amo." SilĂȘncio. Desliga. E dorme. Dorme fingindo estar tudo bem. Dorme com o peito em chamas, queimando de dor. O coração despedaçado, a cabeça a mil. Dorme com o peso do mundo nas costas. O medo do futuro incerto sufocando a garganta. E assim segue. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. VocĂȘ nĂŁo aprende mesmo, menina.
Dia a pĂłs dia os tolos vĂŁo se tornando imperceptĂvel aos meus sentidos.
De extrema pequenezsĂŁo invisĂveis .
SABE DO QUE MAIS GOSTO?
Sabe do que mais gosto?
Eu gosto de viver, de sonhar!
Gosto de junho, de agosto,
De frio, de me agasalhar!
NĂŁo gosto simplesmente
Por querer sĂł pra ter...
Possuir e nĂŁo saber valorizar.
Eu gosto verdadeiramente!
E quando gosto, adoro
De ponta cabeça me entregar!
Eu gosto do cheiro da terra
Plantada, semeada, molhada.
Gosto do cheiro do mar!
De ler, escrever, meditar.
De Clarice, de Lorca, Leminski,
CecĂlia, GarcĂa MĂĄrquez, Oscar!
Gosto de fazer estripulias
Cantar noite, cantar dia
Das coisas simples, marcantes.
De abraçar apertado, beijar.
De coisas raras, significantes.
Detesto mĂșsica reles, chinfrim.
Gosto de frevo, bossa, rock, jazz
Pop, moderna, contemporĂąnea.
De piano, violĂŁo, guitarra, bandolim.
Gosto de vinho seco, gelado .
Gosto de futebol, xadrez, damas!
De mulher de blusa branca
Regata, molhada, transparente.
De curtir a vida deliciosamente.
De pessoas alegres, espontĂąneas.
Gosto de sorrir, de brincar.
Mas, o que mais gosto na vida
Ă o desejo constante de amar!
SER LIVRE PARA AMAR
E depois que decidi
Ser livre para amar
Tudo mudou de lugar!
Onde havia medo
Ressentimento, dor
Infelicidade, Ăłdio, temor
Abriu-se de par em par
As portas do coração
Para um novo endereço
Repleto de alegria e amor!
