Ideia de Estado
O horário de nossas atividades diárias determina nosso peso, vigor, saúde geral e estado de espírito.
Cofres públicos nada mais são do que o bolso do ladrão que as pessoas chamam de Estado, o que nada mais é do que um eufemismo para ladrão.
Todas as seitas jovens são, no fundo, hostis ao Estado e à propriedade, classe e posição, e são atraídas pela igualdade universal.
Enquanto ainda acharmos que estado nós servira um
banquete para nós comermos
O que sem ele não consagremos nós desenvolver
o que ele é corrupção mais forte que o desenvolvimento
Estaremos condenados a pedir a clamar pelo estado
e famintos em busca do pão amassado
Acreditando na suas línguas e seus disseres e não os questionando.
Um dia espero poder ver a luz da educação e da vontadevenha mudar nossa ilha de vera cruz
"O Estado é a maquina, e o governo é a alavanca dessa máquina. A nação é a matéria prima e o povo proletário."
A cada dia somos diferentes, bem como podemos estar em condições emocionais diferentes. Por isso, temos que aprender a lidar com nós mesmos e não ver nossa condição emocional como um problema, pois nem todos os dias são bons, mas nem todos são ruins, é preciso saber viver cada um, porque, apesar do dia, o que importa é que temos mais um...
Pessoas que praticam o bem, se preocupam com o carma
Pessoas que não ligam para o bem, atingem estados importantes
Deitado e desolado, aqui pensando que tudo seria diferente, se eu tivesse notado, neste momento, encontra-se acabado.
Isso é inevitável às vezes notável ,seres como nós deplorável, nunca ficará estável.
Mais uma vez deitado, mais uma vez desolado, no meu sonho eu seguia de cavalo, jogando os coringas do meu baralho, na minha mente, eu sou o cara caralho.
Não sei me expressar, não consigo lembrar, do que falar e tão pouco explicar, o que acontece comigo, é estranho meu amigo, vivo em constante perigo, minha mente não tem nenhum alicerce, tudo que vem aos poucos se perde, essa pessoa nerd ou não meio chiclete, que besteira é essa que você tá dizendo moleque, nada do que se preste, vivo falando esse tipo de coisa, como se meu ser estivesse mudando, estou é me afogando, nunca nadando, naufragando e o fim da jornada está chegando, olho pro lado vejo meu mano, que luto batalhou agora está em descanso, depois de tudo isso o que você viu.....
Só tenho uma certeza de que morrerei, e dessa vida nada lembrarei, quem sabe pra esse mundo eu talvez voltarei, na ilusão repetirei, o ciclo da inutilidade, no aguarde, de ver si mesmo criar um alarde, como esse porque sei que no fim da minha jornada, eu tomei xeque mate.....
Palavras loucas, expressões sem sentido, isso é o que resume você Gabriel ser desprovido, fielmente iludido, de que para resolver esse seu impasse, antes que o tempo passe, queria que acreditasse, que a vida é mais do que simplesmente isso que chama de desastre....
Perdi a criatividade, tão novo nessa idade, não consegue fazer um texto, tenha piedade, o mundo é cheio de desigualdade, mas você sempre foi um covarde, com toda propriedade, garanto que não faria sucesso na tela grande, de onde sai todas as heresias, que destroem e corrompem a sociedade e suas famílias, isso ninguém explica, sempre param e amenizam, inventam mentiras detetizam, sua casa com mentiras de outras vilas......
Não sei o que escrever, a qualquer momento posso morrer, se até aqui você ler, desculpa por seu tempo perder, não posso te devolver, nem te prometer, que um dia conseguirei viver.
O mais importante não é seu estado civil, sua condição social, sua beleza ou conta bancária. O importante é ser feliz do jeitinho que você é!
Como pode um Estado com tantos recursos e muito para dar aos cidadãos, dê um pouco aos milhões de pobres e muito aos poucos privilegiados?
A elegância não tem nada a ver com o estatuto social, com o peso das pessoas ou com as roupas que se vestem, a elegância é um estado de alma.
Brasil, estado ébrio e um povo conivente
Eu aqui calado, tentando gritar isolado, com meus amores e dissabores, conflitos e angústias, uma aquarela viva de muitas cores, meu estado Brasil, febril, gentil, embriagado pelo litros da ambição, eu, o povo assinando embaixo dessa depravação, quando omito a minha voz, quando não percebo o valor da ética, da moral, e me rendo a voraz loucura do carnaval, o festival de bagunça da qual acampa a condição, condição violada e constrangida, meu estado cria feridas e titubeante fica, porque eu e meus semelhantes, humanos e errantes não sabemos apurar o mel, o cultivo da honra e imparcialidade, e o umbigo é trazido ao palco, fere se amizades e padrões, mastiga se as possibilidades, coage os sonhos, oh que tristeza saber, um submundo que mergulhamos, perdoe me almas e espíritos serenos, mas a multidão está atolada, o estado alma embriagada, eu, mudo continuo, perco e morro todo dia.
Giovane Silva Santos
