Hospital
Um sistema que alucina não pode gerir uma rede elétrica ou um hospital. Ele é um Autômato Mentiroso.
Cuidado ao entrar para uma Igreja. Ela não é um Spa, mas sim um hospital aonde é mais fácil ser contaminado com o vírus da indiferença para com as almas!
Quando você se sentir muito desanimado, desiludido, fracassado, passe um dia visitando um Hospital!!!
* * *
08:17 terça feira - 04 do 2 de 2025
Sonhei a noite toda com hospital!! No início meu irmão vomitava muito e parecia sair cocô no lugar do vômito, pela boca dele, eu escondia tudo na areia, para ninguém ver. Depois sonhei comigo e meu marido dentro do hospital, como se estivéssemos esperando alguém ou acompanhando alguém que estava internado. Depois sonhei com um hospital gigante, onde seres parecidos com duendes diziam que a gente precisava descobrir a saída daquele lugar ou ficaríamos lá para sempre, eu pedi a empregada que ensinasse onde ela sempre saia, ela ensinou, então eu conseguiria encontrar a saída.
10:34 11 de setembro de 2024
"Sonhei em um hospital, que ao mesmo tempo se tornava um mercado, eu estava procurando queijo e presunto para comprar, mas eu não podia comê-los, por causa da minha saúde.
Mesmo assim, comprei bastante, uma peça de cada, e junto, comprei vários litros de iogurte de vários sabores para meu marido, mas também não podia beber.
Levei para casa e a gente não tinha geladeira, então coloquei os iogurtes misturados em uma vasilha, depois fui coletar alguns frutos selvagens para misturar neles, mas quando fui comer, senti tudo muito amargo na boca e cuspi tudo! Embora estivesse junto aquelas delícias de iogurte parecendo sorvete, tudo quase derretido, eu não podia tomar nada, tudo o que fiz foi pegar os frutos selvagens do fundo da vasilha e colocar na boca, mas mesmo assim não consegui comer, porque eram muito amargos. "
A igreja é igual um hospital, todos que procuram estão doentes, mas muitos não se curam; Também existem aqueles que não querem ser curados e dizem que não precisam se consultar com o médico.
“Viver em uma cama de hospital é uma condição não opcional, olhar para os lados, veremos as janelas, mas com um suave ventinho de história dos mestres da filosofia, torna o ambiente menos pesado”
O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.
Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.
Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.
Ali, onde quase tudo é pouco.
Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…
Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.
O que quase sempre sobra é muito medo.
Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.
Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.
E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.
Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.
Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.
Näo adiante ser o mais eficiente no hospital e nem o mais próspero no cemitério. Proteja sua energia e sua vida.
No Hospital não existe Reveillon, Natal, Carnaval, Páscoa e etc. São todos os dias normais. É simplesmente outro mundo, um mundo à parte.
Para quem não sabe, trabalho em um hospital, e para os funcionários, são fornecida as principais refeições.
E as vezes, nessas refeições, encontramos:caroços na abobora ou chuchu é cozido com aquele broto que tem no meio... noutros dias a comida tá com pouco sal ...ou a *panqueca *não cai redonda...
Enfim, acabo concluindo que a comida *nesses dias*, foi feita sem carinho, sem atenção, por obrigação mesmo,
problemas de uma cozinha própria e não terceirizada ...
*Mas isso não é sempre*, tem alguns dias na semana que a comida está excelente ...bem temperada, com um cheiro bom, um cardápio diferente, enfim, outra cara.
Isso se dá, por que cada dia é um cozinheiro diferente, portanto, no dia de um determinado cozinheiro, todo mundo sabe que ele esteve por ali, por que sempre tem um toque a mais em seus pratos.
A minha pergunta é: O que faz que cozinheiros com mesmo salário, mesma carga horária, mesmo local de serviço, mesmo material ser tão diferente no atendimento?
Dai conclui que deve ser por *paixão*! Paixão pelo que faz, carinho, cuidado.
Gente que faz a diferença, sabe?! E mesmo sem recurso, mostra a boa vontade.
É claro que um dia a gente pode achar um caroço na abobora por acidente ou um legume cozido as pressas...não sou intransigente ! Mas, pelo menos pra mim, são pessoas assim, como esse cozinheiro que o mundo sente falta, que
não são medidas pelo salário que ganham ou pelo grau de instrução. Pessoas que brilha com luz própria..
Essas criaturas podem ser cozinheiros, arquitetos, engenheiros e garis ...
Gente que mostrando o seu melhor, sempre deixam algo bom por onde passam.
Esse é só um exemplo de que como pequenas luzes podem fazer diferença, e são essas pequenas diferenças e gentilezas que mudam o nosso dia.
*Acho que esse tipo de gente assim, é que agrada a Deus!*
Meu avô está doente e internado do Hospital da Unimed, eu estou tristonha, o que não parecia nada demais até ainda a pouco, está se agravando. Os rins estão parando de funcionar.
Eu não consigo pedir a Deus “Seja feita a sua vontade”. Eu sou muito egoísta pra isso. Eu só consigo pedir a Deus “Cura meu Vôzinho, mantém ele entre nós” e ainda negocio “Poxa Deus! Ele é meu único avô, cura logo, não me deixa aflita, preocupada, ansiosa, chorona, me deixa forte, esperançosa e confiante que tudo não passará de um susto”.
Meus amigos peguem na minha mão e rezem junto comigo, vamos pedir com muita fé pela recuperação do meu vô. Estou com o coração tão apertado, tão chateado, tão confuso.
Hoje fui em um lugar que passei muito tempo da minha infância. Enquanto andava pelo hospital cheguei em um corredor com uma rampa que dá acesso a parte subterrânea... desci por aquele corredor devagar e me lembrei das diversas vezes que passei por ali e fiz uma coisa que sempre fazia quando criança, olhei para o teto, mas dessa vez ele estava tão próximo, estiquei apenas um pouco minha mão para cima e encostei nele... lembro-me que sempre que passava por ali, aquela rampa parecia interminável, eu esticava minha mão para cima e não chegava nem um pouco perto do teto, ai eu pulava e mesmo assim ele parecia inalcançável.
Quando nós somos crianças, todos tão pequenos, tudo parece grande, interminável, inalcançável. E hoje, eu desci aquele corredor como se ele fosse minusculo e trisquei facilmente no teto.
Eu todos os dias quando acordo, olho para o céu e estico minhas mãos tentando alcança-lo... sei que hoje não irei trisca-lo, mas espero pelo amanhã, pelo dia que esticarei minha mão e conseguirei segurar uma estrela, que esticarei minha mão e irei triscar no Mundo, onde com minha mão eu farei a diferença e deixarei minha marca na humanidade. Chegara um dia onde perceberei o quão grande eu me tornei diante da vida e mesmo neste dia, continuarei olhando para cima, pois a grandeza de uma pessoa não esta em seu tamanho, mas sim em sua capacidade de sonhar e realizar.
O que há no hospital?
-Só terminar essa aqui, aí posso ir?
-Não sei Clarisse, acho que não...
-Não, mas meu plantão já acabou..
- Ah não, sim, sim pode ir, quando terminar com a paciente.
-Ok, falta pouco. Quando terminar vou encaminha-lá para o quarto.
- Sim, sim, faça isso.
Clarisse agora trabalha com a maior concentração possível, a cirurgia é complicada, precisa retirar o câncer da mama da paciente. Enfim passam-se horas é ela termina,já é escuro, ele encaminha a paciente para o quarto, e volta para sala. Estranho cadê os meus colegas, não estão mais aqui, como que deixam toda a bagunça para eu arrumar. Mas tudo bem, vou terminar é ir para casa.Pensou Clarisse. Ao fim do último esforço ela percebe que a luz se apagou, e escuta passos pelo corredor do hospital.
-Gente, que brincadeira é essa eu não tenho tempo para isso.
Não ouve resposta, mas Clarisse tem certeza que é uma brincadeira.
-ok, se vocês continuar tudo bem, tenho que ir, já são mais de 1o horas, vou tomar uma café para pegar O trânsito. Quando quiserem para com isso me avisem, tá?
Mas as luzes das salas começaram a se apagar uma a uma, ela corre em direção a luz pois fica muito escuro.
-Não gente agora é sério essa brincadeira está passando dos limites.
Ela sabia que não havia brincadeira alguma.Estava sozinha no hospital. O som de muitos passos começou a ecoar como se muitas pessoas estivessem passando, muito forte chegava até dá dor de cabeça. Saltos, tênis's, tamancos sapatos pisando, forte. E esse som incomodava a cabeça de Clarisse são machados em sua cabeça a cada pé. Preciso levantar, aiiiiiiiiiiiii, mas essa dor é insuportável!.
Clarisse andava caindo, se apoiando no que podia.E agora, agora são essas vozes que não cessam. Deixou-se cair pois não tinha forças.
-Eu tenho que levantar! Eu vou levantar! E vocês, calem a boca! Parem de falar! Parem! Parem!
Ela gritava. E em meio a fúria e o medo obteve forças para se levantar e incrivelmente chegou ate a garagem. Os barulhos cessaram.
-Meu Deus que alívio! O que é isso? Tenho de ir embora.
Então pegou a chave, que estava na sua bolsa. Porém ela ouviu:
-Vai embora querida? Nada disso vai ficar aqui comigo.
-Eduardo? Mas, mas, mas, mas como? Você ta morto! Ela diz no espanto e ele retruca:
-E por culpa de quem,eim? culpa sua! Agora é a minha vingança!
-Não, eu só estava do seu lado não tenho culpa se...
-Cale-se! Você não impediu nada! Não impediu que aquele ônibus me acertasse, não puxou não tentou me salvar. Ainda dizia que me amava. Agora, querida Clarisse você VAI SOFRER O QUE EU SOFRI.
Ele estavam em um lugar onde o mar não era aguá e sim fogo.
-Não, Não, o que você vai fazer comigo? Eduardo não faz isso, você nunca faria isso.
- Acontece que a morte me mergulhou nas escuridão, em um má escuridão. Agora só penso em você, em te fazer sofrer.
Eduardo joga Clarisse dentro daquele fogo. E seu corpo queima tudo parece arder uma dor incontrolável. O fogo a possuía por completo,é ela não tinha como gritar, Eduardo a impedia. E quando ela pensou que iria morrer,estava ali em pé sem nenhuma queimadura ilesa, mas ainda podia sentir a terrível dor, seu corpo estava em chamas.
-Que tal um choque térmico agora? Eduardo ria com o prazer em ver a dor dela.
Agora ela estava em uma aguá muito gelada, que a queimava, é choque térmico a deixou sem movimentos. Ele nem a impediu de gritar.
-Eu não aguento mais! Não aguento! Me tira daqui, te imploro! Para com isso.
Ele para com a sessão de tortura. Eles estão de volta ao hospital, ele quer a ouvir para sentir o prazer da humilhação dela.
- Quer se vingar, então mate, e me leve contigo! El grita desesperada procurando um jeito dele parar. Não importa quem em faça sofrer só não quero que seja você!
-Acho que não! Você precisa pagar! Lembra que eu admirava muito seus olhos castanhos? Agora eu quero eles para min.
-Não, não não.
Clarisse fechou os olhos e abriu, estava em outro realidade estava no seu quarto, com Eduardo seu marido.
- Meu amor o que foi?
Ela estava assustava e gritava: Sai, sai daqui sai de perto de min!
Eduardo se aproxima, e abraça.
-Calma amor, seja o que for, só foi um sonho.
Maldito Hospital das Clínicas, para que você possui a porcaria do telefone se não podemos falar com médicos, pacientes ou obter informações?
LEMBRANÇAS DUM HOSPITAL - SEMPRE HÁ DUAS OPÇÕES
Os meus dias, hoje, transcorrem calmamente, aliás calmos demais para o meu gosto, é que ao longo da minha vida meus dias sempre foram agitados mesmo durante períodos que estava envolvido com paraísos terrenos onde a figura a imaginar está sempre relacionada a coqueiros, praia, rede, sombra e água fresca, sim, é claro que tive de tudo isso um pouco mais também passei fome e dormi em praças de grandes cidades. Eu nasci definitivamente para a aventura e sempre fui aventureiro correndo o risco implícito em si.
Neste momento me deu para imaginar em alguma suposta inquietação por parte de quem está lendo pensando “Qual será a relação de tudo isso com as lembranças de algum hospital?”.
Acho que tudo ser humano devia fazer algo semelhante alguma vez na vida, infelizmente isso não é possível para todos e aí já posso falar de alguma dádiva da vida para comigo, uma das tantas já que considero que tive uma vida abençoada com alguns tombos é claro mais isso acontece não porque seja normal, como a grande maioria diria, senão por falta de medo e muita impetuosidade, existem aquelas pessoas que vivem com uma agenda embaixo do braço com todos seus passos devidamente anotados até o horário de ir para o banheiro, nunca consegui ser assim e olha que até ganhei agendas que guardei carinhosamente ou perdi na primeira saída.
Sempre achei engraçado o jeito que viajei por primeira vez e a primeira vez que saí da minha terra natal. Aqueles dias eram maquiadamente perfeitos e organizados, levava uma vida mais ou menos santa já que ia sempre na igreja e até tinha uma noiva que se chamava Marta, ela era linda de olhos verdes e dentes expostos constantemente pois era muito simpática e faladeira. Todos os dias, depois do serviço, ia pegá-la e juntos finalizávamos mais uma jornada de labuta caminhando juntos até o ponto de ônibus rumo da casa dela onde sempre nos esperavam seus pais para jantar, todos juntos tipo família feliz, depois do jantar beijos hollibudianos na porta e assim iam se sucedendo os dias na mais perfeita harmonia. Um dia convidei Marta para ir à minha igreja numa reunião de sábado, dos jovens, e foi assim, sempre após da reunião nos reuníamos num salão adjunto e realizávamos uma reunião de confraternização onde comíamos salgadinhos, alguém tocava violão, jogávamos ping-pong... e, é claro que no meio de tanta felicidade esquecemos-nos do horário de retorno e quando chegamos, não exageradamente atrasados, o escândalo, por parte do pai, esperava atrás da porta ao que Marta se viu obrigada a me entregar o passaporte e as alianças pela janela.
O normal seria ficar triste e arrasado, no meu caso foi diferente, fui embora pra casa e no dia seguinte fui para o serviço e pedi as minhas contas, depois fui para uma agencia de viagens e comprei uma passagem para Uruguay, mais precisamente até Carmelo, uma viagem que sempre tinha sonhado, de Chalana pelo delta argentino no meio a uma natureza exuberante, algo realmente parecido com um sonho ou cartão postal.
Quando retornei em casa me esperavam Marta e a sua senhora mãe, era para pedir desculpas e reatar o noivado ao que disse que iria viajar e não sabia quando voltava pois, iria percorrer toda Latino América pelo período de um ano aproximadamente, a cara de ambas, inclusive da minha mãe que não sabia de nada, não foi das melhores.
Até hoje acho que não fui muito justo, e grato é claro, de não visitar o pai da Marta e agradecer o favor imenso que me prestou entregando as chaves da liberdade do cativeiro ao qual não sabia que estava enclausurado.
Aqueles dias de Buenos Aires não foram fáceis de ser suportados, época de repressão política que mesmo não estando envolvido com partido algum, o fato de usar cabelo cumprido era suficiente para que cada vez que saia a passear num final de semana, quando a viatura olhava para mim, me pediam os documentos e me hospedavam até a próxima segunda feira como convidado especial da delegacia policial. Nunca consegui digerir bem essa situação.
MINHA FRASE 0518
Mesmo estando no hospital, minha amiga mostrava-se moda e com novo olhar. Não entendeu? Se eu tivesse dito "fashion" e "new look" teria entendido?
Ver um familiar agonizar em uma cama de um hospital sem podermos fazer nada nos tornam impotentes e sofredores tal qual o próprio.
“Chegou no hospital beirando a morte lamentando ter vivido fazendo escolhas pensando na aprovação dos outros. Morreu. Os outros não.”
Um ambiente, duas vidas
Uma sala de vidro que os separa
Uma voz que os liga
Um hospital
Um aluno cancerígeno
Um professor
Um aprendendo com outro
O aluno não sabe quanto tempo tem de vida...
Qual será o seu futuro?
A morte ou a vida??
Enquanto ele se trata da doença
Ele aprende a matéria escolar.
O professor todos os dias se esforça diariamente para aplicar a disciplina
naquele hospital.
Ambos aprendem um com o outro.
De um lado a luta pela vida e o sentido para se manter nela.
Do outro lado o professor que se tornou aluno daquela pequena criança.
E ver o quanto vale apena exercitar o amor ao próximo independente das consequências.
Enquanto houver fôlego... lute!
