Histórias com Moral da História
"Os poderosos pregam a moral da ordem e da obediência, que atende bem aos interesses de uma hierarquia, levando os dominados a sentirem a culpa do desacato. Os dominados pregam a moral da esmola, da chantagem emocional e da tentativa de fazer o poderosos sentirem culpa pelo poder. Seus medos se tornam os gritos revolucionários, as teorias de conspiração, os castigos eternos e seus vícios. Seu heroísmo e valentia não passam de tentativas de assalto; a exaltação do crime, da rebeldia e da fraqueza como virtude. Uma forma de dizer ao dominador: 'posso me sacrificar por algo, pois nada tenho'".
A moral é a cartilha sobre andar na linha dada ao dominado. Os dominadores não são obrigados a atender às expectativas boas ou más de sua massa de escravos. Quando o dominador pratica a imoralidade privadamente isso não desregula a ordem, já os dominados, se puderem ser vigiados até mesmo na privacidade assim o serão.
A GENIAL+IDADE.
Ela inicial+idade, esta sempre nas criativa+idades.#11;Pode ser moral+idade ou imoral+idade, não importa, o que vale é cordial+idade em tudo, solidaria+idade com as pessoas.#11;Imparcial+idade em tudo, civil+idade, até que termine a nossa vital+idade.
"Há razões para afirmar que o homem moderno tornou-se um imbecil moral.
São tão poucos aqueles que se preocupam com o exame de suas vidas -- ou que aceitam a reprovação que advém da admissão de que nossa situação atual talvez seja decadente --, que alguém pode se perguntar se as pessoas compreendem agora o que significa a superioridade de um ideal.
Alguém pode pensar que as pessoas perderam o raciocínio abstrato: mas o que esse alguém deve pensar quando testemunhos dos tipos mais concretos são colocados diante delas e mesmo assim elas são incapazes de perceber uma diferença ou tirar uma lição?"
Quando a lei contraria o que a maioria das pessoas considera moral e correto, elas violarão a lei - tenha sido ela aprovada em nome de um nobre ideal, como o da igualdade, ou do mais deslavado interesse de um grupo à custa de outro. Apenas o medo da punição, não um senso de justiça e moralidade, levaria à obediência a lei. Quando as pessoas começam a violar um conjunto de leis, inevitavelmente, ocorre o desrespeito geral para todas as demais.
Nunca vou dar moral para quem só te procura quando precisa,que é invejoso e precisar passar por cima dos outros para obter suas coisas.
E a evolução é gradativa tanto no terreno ético, espiritual, moral, profissional, educacional, afetivo, volitivo e familiar. Isso depende dos fins, mais do que dos meios.
Não tenhas medo da vida, tenhas medo de não viver da forma que o seu eu imagina ser moral, ético e justo. Reinaldo Vasconcelos
Nesse país a onde o dinheiro fala mais do que a moral e a honra,filhos matam pais,os pais,filhos,decerto amigos também matam uns aos outros.
A desigualdade social vem de muitos lugares, inclusive do nascituro, mas digo-lhes moral, ética e mérito são para poucos esclarecidos.
O ser humano hoje criol sua forma de viver independente de carater e moral
E as vezes não e quer você seja muito ridiculo mais você pode esta contra a forma deles viver...
O “diálogo” na vida do homem é o tempero para a nossa estrutura corporal e fibra moral.
Paulo Silveira - Conferencista e escritor
A escravidão jamais feriu a sensibilidade moral dos africanos, que a praticaram durante milênios sem ver nela nada de errado. Os cristãos europeus, ao contrário, sempre a consideraram abominável e não pararam de lutar contra ela desde o dia em que o primeiro português teve a maldita idéia de comprar um escravo na África para revendê-lo na América.
A noção de 'corrupção' implica, por definição, a existência de um quadro jurídico e moral estabelecido, de um consenso claro entre povo, autoridades e mídia quanto ao que é certo e errado, lícito e ilícito, decente e indecente. Esse consenso não existe mais. Quando uma elite de intelectuais iluminados sobe ao poder imbuída de crenças nefastas que aprenderam de mestres tarados e sadomasoquistas como Michel Foucault, Alfred Kinsey e Louis Althusser, é claro que essa elite, fingindo cortejar os valores morais da população, tratará, ao mesmo tempo, de subvertê-los pouco a pouco de modo que, em breve tempo, haverá dois sistemas jurídico-morais superpostos: aquele que a população ingênua acredita ainda estar em vigor, e o novo, revolucionário e perverso que vai sendo imposto desde cima com astúcia maquiavélica e sob pretextos enganosos.
Isso não aconteceria se, junto com a inversão geral dos critérios, não viesse também um sistemático embotamento moral da população, manipulada por uma geração inteira de jornalistas que aprenderam na faculdade a 'transformar o mundo' em vez de ater-se ao seu modesto dever de noticiar os fatos. Quando um país se confia às mãos de uma elite revolucionária, sem saber que é revolucionária e imaginando que ela vai simplesmente governá-lo em vez de subvertê-lo de alto a baixo, a subversão torna-se o novo nome da ordem, e a linguagem dupla torna-se institucionalizada. Já não se pode combater a corrupção, porque ela se tornou a alma do sistema, consagrando a inversão de tudo como norma fundamental do edifício jurídico, ocultando e protegendo os maiores crimes enquanto se empenha, para camuflá-los, na busca obsessiva de bodes expiatórios.
