Histórias com Moral da História
Retificação Histórica?
Uma vez em sala de aula, mais precisamente numa aula de História Eclesiástica, o Professor havia feito uma pergunta cuja resposta era sobre o dito e conhecido Império <Romano>. Porém, de forma proposital, eu havia dito: IMPÉRIO ITALIANO!!! Alguns ficaram espantados ( pois como alguém que foi escolhido para ser o orador da formatura, poderia "errar" assim?) Outros até ousaram me "corrigir" rsrs.
O que não se refletiu, é que curiosamente, todos os grandes Impérios do passado eram conhecidos pelo nome do PAÍS. E não da cidade, ou província ou estado ou região. Por exemplo: Império Sumério, da Suméria ( e não Império de Ur, sua antiga capital). Império Egípcio, do Egito ( e não Império do Cairo, Alexandria ou Heliópolis, por exemplo). Império Assírio, da Assíria ( e não Império Ninivita, de Nínive, sua antiga capital). Império Babilônico, da antiga Babilônia ( e não Império de cidades que foram as principais - já que a capital do Reino babilônico, era BABILÔNIA mesmo). Império Persa, da Pérsia ( e não Império Persépolis, sua antiga capital). Império grego, da Grécia ( e não Império Ateniense...)... Ora, mas com a Itália é diferente! O Império é conhecido pela capital romana, cuja Cidade, tinha mais fama que o próprio País! Se eu errei na resposta à ocasião, os senhores é quem irão julgar.
Às 18h43 in 04.02.2024
É impressionante como alguns expectadores assistem a História da vida de um protagonista, e torcem contra, achando mesmo que esse sentimento contrário, inibirá, de vez, o desfecho brilhante dessa incrível História, cheia de jornadas. Esquecem-se, eles, do Autor. O "Autor e Consumador" desse extraordinário roteiro existencial. Enquanto o Autor estiver na autoria direta dessa História, inútil será tentar atrasar o sucesso de um protagonista.
Às 08h45 in 12.04.2024
Eu só num quero ser tu, porque tu é tu e eu sou eu, mas tu, tuas lutas, tuas vitórias, tuas historias serve de espelho e de direção pra que eu seja eu e tu seja tu, mas a cada dia sou um eu melhor, porque é um eu, mas parecido com tu.
Guardo na memória
minha história pra contar...
Algumas de amor,
daqueles romances
que se lê em livros
ou se vê em filmes no cinema.
São tantas recordações.
Muitas emoções
e algumas canções
de momentos
gravados por toda vida
dentro de mim...
aceitar o fim
virando a página
é abrir portas
para um novo ciclo.
cada história vivida
torna-se um capítulo
sendo bom ou ruim
devemos buscar evolução.
o tempo passa
e deixa abertura
para sempre continuar
escrevendo algo novo.
seguir a história
ontem dorme
o agora é disponível
realização
no próximo passo
alegria
no próximo sorriso.
foi tempo perdido com você
uma história
que se tornou rascunho
papel embolado
não escrevemos a beleza das flores
e sim, dores que marcaram a alma.
Eu ligo um verso ao outro
Conduzindo um mapa, uma história de amor
Com final feliz.
Poesia é conto de fadas?
Poesia é terror?
Poesia é vida e arte...
Poesia é escrita à flor da pele.
Poesia não tem sentimento
Mas, é para sentir.
Poesia é isso
É aquilo
É tudo...
Eram sinais de nossa história.
O tempo que passamos juntos
Os presentes entre o ir e vir
Dos nossos encontros,
Toda a preocupação
De um pelo outro.
O tempo voava
E mesmo assim parecia uma eternidade
Estarmos próximos,
O toque, pele com pele.
Ah, o amor...
Escrevo teu nome
E ele some
Na memória,
Foi criar história
Em outro lugar
Quis voar
E sentir a liberdade
De um amor de verdade.
É muita recordação
Que ficará pra história
Gravado em minha memória
Num gesto de gratidão
De pai, de mãe e irmão
E do lugar que vivi
Santo Antônio onde cresci
É razão do meu viver.
EU JAMAIS VOU ESQUECER
DA TERRA ONDE NASCI.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
O que constitui minha verdadeira historia de pertencimento, carrego em minha essência ancestral, como legado de pertencimento, que minha estética revela.
Os movimentos que fizemos em nosso viver, foram registrados como marcas em nossa história...É o que nos faz ser..
Então na historia...Um bela flor, por nome esperança se vestiu de atitude e saiu para desfilar, com muita graça e nobreza na festa da beleza!!!
Nesta história...O som despertava como antídoto a esperança para mundo. Eram as flores, que com seu encanto de graça e nobreza, mostravam para o mundo, uma festa de rara beleza.
Em toda história ede encontros e reencontros é permissão divina com liberdade de possibilidades de acertos e recomeços...
FOREVER!!!
Quando contextualizamos nossa verdadeira história, elas atravessam as portas do contemporâneo! Viva, para nos fortalecer! Ancestralidade, rainhas, moças, rapazes e mocinhas, narrativas de bravura! O cajado são contos passados, nossa ferramenta! nosso legado! A consciência motiva a resistência! O super-herói! Sempre será presente vivendo em nós...
MULHER É UM QUILOMBO!
A igualdade está na lida, fazemos parte da diversidade feminina. A história universo mulher nos ensina, temos lutas. Resistências, cumplicidades, violências, mortes, medos, anuências e convergências, coletivos contrapondo com vigor, forças, resiliência, poesia amor, beleza e competência. Nossas narrativas revolução! Nossa consciência é raiz ancestral, natureza com independência, objetivando emancipação humana, para existência. Toda mulher, traz na sua essência a representatividade, elas são a potência.
A História Não Contada
O vento soprava forte sobre as águas revoltas. No horizonte, o sol se punha, tingindo o céu de vermelho, como se sangrasse em despedida. Nos porões escuros do navio, o ar era denso, pesado, misturado ao cheiro da madeira úmida e dos corpos amontoados.
Ali, entre as sombras, estavam aqueles que tiveram suas vidas arrancadas à força. Eram reis, guerreiros, mães e filhos, agora reduzidos a mercadoria. As correntes marcavam seus tornozelos, mas não podiam acorrentar suas memórias.
Dentre eles, um jovem chamado Obafemi mantinha os olhos fixos na pequena fresta de luz que entrava entre as tábuas. Ele não conhecia aquele mar, mas sabia que, além dele, havia uma terra desconhecida — e um destino cruel à espera.
— Meu filho… — sussurrou uma mulher ao seu lado. Era Iyalá, uma anciã que carregava no olhar o peso de muitas luas. — Se não podemos mudar o caminho, que o caminho não nos mude.
Obafemi não respondeu, mas apertou os punhos. Seu coração queimava com a dor de sua gente.
Alguns, em silêncio, decidiram que não seguiriam viagem. Preferiram entregar-se ao mar, nas mãos de Iemanjá, do que viver sob o domínio do inimigo. Obafemi os viu partir, um a um, dissolvendo-se nas ondas, e por um instante, pensou em fazer o mesmo.
Mas não fez.
O navio atracou dias depois. Os que restaram foram levados à força, empurrados para um mundo onde seriam vistos apenas como mãos para o trabalho, como corpos para o lucro. Chicotes cortaram sua pele, línguas estranhas tentaram roubar sua identidade. Mas dentro deles, a chama não se apagava.
O tempo passou. Obafemi sobreviveu. Seu nome foi mudado, sua voz abafada, mas ele nunca esqueceu quem era. Aprendeu a resistir, a lutar sem armas, a falar sem palavras. Seus filhos herdaram sua força, seus netos contaram sua história, e mesmo quando tentaram apagá-lo da memória do mundo, ele permaneceu.
Pois um povo pode ser acorrentado, mas sua essência jamais será escravizada.
