Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
O amor é para os tolos, há quem pense, mas eu acho o amor algo maravilhoso, uma sensação de bem-estar que invade o corpo e a mente, o despertar dos sentidos.
Procuro relacionamento seguro, são, consensual, afetivo e respeitoso, procuro respeito acima de tudo, procuro amar e ser amada numa relação sem conflitos, procuro um sentimento para crescer a cada dia.
“Há pessoas que por se acharem inteligentes demais, buscam no sucesso uma forma de driblar as dificuldades para viverem confortavelmente, esquecendo de que viver confortavelmente, não se restringe apenas ao obter sucesso, mas em não se deixar manipular por ele”.
Cada musica um sentido na sua vida, uma lembrança do passado ou um momento no presente, mas há sempre uma musica simples e singela que nos lembra algo especial
Há uma cadência serena no andar de homens e mulheres que caminham passos regulares; os pés irradiam serenidade. Essa firmeza na jornada torna a alma da cidade mais amena.
Todo dia de manhã o sol se levanta.
Nos dizendo que há sempre uma esperança.
E que é sempre tempo de agente mudar.
Todo doa nasce uma estrela
Uma flor abre no jardim.
Basta só ter olhos e olhar.
Toda NOITE a lua vem e nos convida.
Nos traz o luar e nos convida...
Há uma voz dentro de mim que revela sentimentos, desejos e que me conta segredos que divido somente com você !
Fragmentos de mim
Rose Mori
Há em tudo
uma tristeza inexplicável,
uma melancolia sem razão de ser...
Brinca em meus lábios
um sorriso zombeteiro
enquanto o coração está aos prantos...
Mas o olhar, por mais que tente,
não consegue esconder o tumulto
que lhe vai no espírito.
Razão e coração
brincam de se esconder,
disputam seu espaço,
enquanto fragmentos do passado
invadem a mente sem licença,
incitando os pensamentos
a buscarem mais recordações.
Lembranças que escapam
à vigilância do esquecimento;
Mas velhas memórias
são como um borrão na mente.
Ouço o silêncio...
há tanta coisa que o silêncio me diz...
Bendito silêncio que me acalma
e finalmente traz o sono,
único refúgio seguro
para a alma cansada.
Como seria bom permanecer
nesse estado de languidez...
para sempre...
Há dias em que o ser, se muta, e adquiri uma afeição das estações, podendo vir a adquirir inúmeras "formas" no seu lapso. Algum tempo morno como o outono, outro quente como verão, e as vezes florido como a primavera. Tenso é o dia em que tudo está como o inverno, as coisas frias, e sem expectativa à sua volta.
Há dois tipos de beleza. Uma nos inspira reverência, quietude. Outra nos provoca suspiros, inquietação. A primeira mergulha em nós, nos perpassa, a ainda assim, mantem-se transcendente, inalcançável, revelando a sua sacralidade. A segunda se insinua, convidando-nos a mergulhar nela, a perpassá-la, a possuí-la, a experimentar a sua profanidade. Uma nos liberta. A outra nos torna reféns.
De fato, há uma convergência do capitalismo contemporâneo com pautas identitárias — especialmente quando essas pautas podem ser convertidas em imagem, marketing, consumo ou pertencimento a nichos.
Essa aderência, por vezes, não se dá por convicção ética, mas por oportunidade de mercado.
Ao mesmo tempo, observa-se uma divergência crescente do mesmo sistema em relação a ideias tradicionalmente associadas à ordem, à autoridade ou a papéis fixos — como os antigos ideais de masculinidade: o homem provedor, alfa, patriarcal, racional, contido.
Essas figuras, antes exaltadas pela publicidade e pela cultura de massa, passaram a ser vistas como símbolos de atraso ou opressão, sendo descartadas ou ridicularizadas nos novos discursos dominantes.
Trocam-se extremos sem espaço para síntese. Sai a rigidez do passado, entra a fluidez do presente — mas o radicalismo persiste, apenas com outra roupagem.
Em vez de integrar valores, seguimos substituindo um polo por outro, como se a sensatez fosse sempre sacrificada em nome da agenda do momento.
Há quem confie em IA como um taumaturgo do século XXI; mas, antes de uma apocatástase linguística, busco a palingenesia na simbiose da escrita.
Quando a Revolta Vira Produto
Há uma incoerência gritante — e, muitas vezes, conveniente — nos discursos anticapitalistas que florescem dentro do próprio capitalismo. Militantes e ativistas que dizem combater o sistema usam plataformas como YouTube, Instagram e TikTok para monetizar suas críticas. Vestem-se de resistência, mas atuam dentro da lógica capitalista, lucrando com curtidas, visualizações e parcerias.
O que deveria ser luta virou negócio. O ativismo virou produto. E muitos militantes se tornaram marcas pessoais, embalando a indignação em discursos vendáveis, com engajamento calculado e lucros constantes — exatamente como o mercado gosta.
A pergunta que permanece é direta e incômoda:
Se são genuinamente contra o capitalismo, por que aceitam os frutos do sistema?
A autenticidade exigiria renúncia — abrir mão dos ganhos gerados por aquilo que se critica. Mas coerência ética é artigo raro.
Há mais sombras em mim
para uma estadia eterna no inferno,
do que luz suficiente
para uma simples visita ao céu.
Mas ainda assim, clamo por misericórdia,
pois sei que a graça é maior que minhas falhas.
A busca por conhecimento é uma faca de dois gumes!
Há princípio, ele nos liberta da ignorância, mas também pode nos aprisionar numa busca interminável pelo saber.
Há uma luz no fim do túnel,
o túnel da vida.
A cada passo, me aproximo dela,
mesmo que ainda pareça distante.
Cada dia vivido é um dia a menos na caminhada,e logo tudo há de clarear, resplandecer.
Sou limitada, e faltam palavras para descrever o que sinto,mas encontro consolo em saber que Deus é o Alfa e o Ômega,onde não há limites,e um dia retornarei a Ele
para descansar em sua plenitude.
Sinto uma certa felicidade quando penso que, como mulher, há infinitamente mais coisas sobre as quais posso escrever do que um homem.
