Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Não há cura para a libertinagem, mas uma mutação temporária dos costumes no homem liberdoso, condizente com a fraqueza e pequenez humana
Para o cristão não há uma liberdade de crença ou de escolha, mas o verdadeiro e o falso, a ruína, o bom e o pecado.
Na prática Cristã não há uma prática de liberdade do indivíduo devido a uma condição de alienação sobre ele, o que não permite abertamente uma reflexão dos propósitos da igreja, mas uma concordância que não possibilitem ameaça a ideia do bom.
Para o cristão não há uma liberdade de crença ou de escolha, mas o verdadeiro e o falso, a ruína, o bom e o pecado.
Não há nenhum Deus a dar a morte a um homem com o desejo de ressuscitá-lo. A ressurreição é uma hipocrisia religiosa para a limitação da liberdade de consciência do homem, porém necessária para a sobrevivência de Deus.
Bom, não há nada pior do que a escravidão mental. Ela gera uma dependência crónica. As pessoas já não demonstram interesse por aquilo que verdadeiramente lhes acrescenta valor. Fala-lhes de futilidades, de andar entulhados em bares e boates, da prostituição massiva praticada — principalmente por jovens que se dizem "influencers" — fala-lhes de tudo o que é banal e podre, e verás consumidores activos. Esse, sim, é um negócio infalível.
Não há pessoas insubstituíveis, mas há indispensáveis que tornam a substituição uma ideia ridícula.
Escritores não jogam palavras ao vento, há uma conexão séria entre semelhantes, pois, são embaixadores do pensar.
SUA"VIZINHO"
Que o mar é lindo bem se sabe
Com guarda-sol que não se abre
Há uma sombra que se arde
Campos verdes, rara beleza
Mas não se pode ter certeza
Lentes nubladas na avareza
Com qual medida que se mede?
Gramado alheio sempre "vede"?
Que algum milagre te sossegue!
Não há espaço...
Sua essencia é de muito amores
Não vejo espaço no coração para
uma só paixão
sua solidão vem do insaciável, do querer
tudo e todos ao mesmo tempo.
Não há espaço!
Não há ainda uma verdade plena, absoluta. Se assim o fosse a verdade seria aquela em que todos apontassem o dedo em uma só direção.
Um dia certamente nos tornaremos Uno com uma só verdade, que é o Criador Ou Deus, Allah, Jeová, Javé, Brahma, Vishnu e Shiva ou universo? Não importa, somos tão pequeninos diante desse tudo que é UM.
fazemos uso uma pequeníssima parte dessa imensa massa que é a verdade, só colocamos parte dela em nossos copos vazios criando formatos que irão nos servir de guia temporariamente, até que outras verdades surjam. Isso é fato, faz parte da própria história da humanidade.
Nosso sistema solar é um Grão de areia em relação ao universo, e nós meus ilustríssimos poetas, o que somos diante desse todo que é o todo, já imaginaram?
Às vezes não preciso ir muito longe não, em certos momentos da vida a verdade que você tanto procura estar ai, bem perto, só esperando que você faça alguns ajustes, emende alguns retalhos, apare as arestas, quebre paradigmas e refaça ideias. Simplesmente só. Mas não, temamos em remar freneticamente contra a correnteza, envolvendo-se em conceitos e formulas que não nos levaram a nada.
A minha verdade, a sua verdade, a verdade dos livros, dos templos, Deus, Jesus só serão validas enquanto forem pautados na justiça, no bem de todos, no Amor, na autotransformação, na moralização, na valorização da vida, na esperança e na Fé.
Todos um dia querem acerta, e no final é você contra você mesmo, é assim a vida.
MARIELLE PRESENTE
Há pessoas que nascem,
E você não vê.
Há pessoas que você não vê,
E nasce uma esperança, uma luta dentro de você.
Há gente
que morre e some.
Já a Marielle permanece presente!
O dedo no gatilho
Não matou uma mulher;
Fez ecoar um grito que estava no peito dos oprimidos!
Uma militante virou lenda!
E se tornou mais referência para outras e outros!
A caça pela primeira vez virou vítima,
E todos querem saber porque tiraram sua vida!
O pássaro Marielle, só ficou seu canto;
E nós os ouvintes, queremos saber:
Quem matou a negra Marielle Franco?
O deserto e as três verdades…
O deserto é mais do que um lugar; é uma revelação. Não há máscaras sob o peso do sol, nem distrações que amortecem a dureza da existência. Ao atravessá-lo, você descobre três verdades que, até então, eram meras sombras de ideias: quem é amigo, quem é você, e quem é יהוה. Cada uma dessas verdades surge como uma miragem que, ao invés de enganar, desvela.
O amigo, no deserto, não é aquele que caminha ao seu lado, mas aquele que permanece mesmo quando a jornada parece interminável. É ali que a palavra “aliança” ganha corpo, onde vínculos forjados no conforto das cidades desmoronam diante da areia movediça da adversidade. O amigo verdadeiro não oferece promessas vazias, mas compartilha o silêncio do cansaço, a água escassa e a esperança persistente. Essa descoberta não é suave; é uma peneira implacável que separa o ouro da poeira.
Depois, o deserto volta seus olhos para dentro. Quem é você? A pergunta ecoa como o vento entre dunas, insistente, desconfortável, impossível de ignorar. No isolamento, sem os adornos do mundo, você encara sua essência. Suas forças e fraquezas emergem com brutal clareza; seus medos, antes disfarçados por conveniências, tornam-se companheiros constantes. O deserto não aceita dissimulações. Ele te obriga a reconhecer o que você carrega e o que te carrega. É um espelho que não reflete a imagem que você gostaria de ver, mas a verdade que precisa enfrentar.
E então, quando todas as ilusões se dissipam, resta apenas o silêncio. É nesse vazio que você encontra יהוה. Não como uma voz audível ou uma figura tangível, mas como a presença que preenche o que parecia estar perdido. Ele não surge como resposta direta às suas perguntas, mas como a certeza de que o caminhar tem sentido, mesmo que você não o compreenda por completo. O deserto, afinal, é a metáfora da existência: um lugar inóspito onde a fé é a única bússola confiável. É ali que se entende que יהוה não é um conceito distante ou uma ideia abstrata, mas o próprio sustento que mantém a vida nos dias mais áridos.
Sair do deserto é sair transformado. Amigo, identidade e divindade deixam de ser apenas palavras. Tornam-se verdades vividas, não porque você as escolheu, mas porque o deserto o escolheu para aprendê-las. E, ao final, a poeira que ficou para trás não é sinal de perda, mas de tudo o que foi refinado.
"Uma flor pode existir sem um jardim...mas nao há jardim que exista sem uma flor - porque depois deixa de ser um jardim, para se tornar num baldio"
Métodos ameaçadores me tornaram uma arma letal
Será que você pode entender meu plano
Não há nada pior do que essa vida miserável e amaldiçoada
Porque sou um criador de problemas
Não há uma abordagem autodidata ou uma escola reconhecida por Deus para estudar sua Palavra na Bíblia. O caminho para compreendê-la envolve a humildade em reconhecer nossas limitações e a disposição de buscar a orientação do Espírito Santo. Ele é indispensável para uma compreensão genuína da mensagem divina.
