Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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⁠Frases, textos e citações by Josy Maria

Amanheceu. Novo dia. Novas possibilidades… Mas não há melhor forma de começar o dia do que entregá-lo a Deus. Confiar cada hora de suas vivências e seu caminhar a Ele e agradecer pelos cuidados que irá receber é uma linda forma de recomeçar diariamente. Então, acordou, entregue a Deus sua vida, seus propósitos, seus afetos e sonhos. Peça proteção, sabedoria para viver esse dia da melhor forma possível e agradeça.
E comece o dia com o coração cheio da certeza que nenhum mal perdura para aqueles que creem.
Assim seja!

Josy Maria

Inserida por JosyMaria

Porque ainda há sonhos e futuros momentos felizes.

Inserida por Vivian678

Eu não sei o que a vida me reserva, não sei se há realmente um roteiro que devemos seguir. Mas enfim agradeço, a oportunidade de participar, de aprender, de ensinar.

Inserida por marjilaagostini

Não há crença que justifique abrir-se mão da reflexão de modo a não questionar a própria fé. Quando aquilo que se professa não admite dúvida que suscite a busca de entendimento, como esperar, então, que haja condição de absorver tal nível de verdade divina, se até para o mais reles contraditório não se faz uso da inteligência?

Inserida por bodstein

Há algum tempo descobri que o mundo trata os espertos com muito mais benevolência. Não porque o mereçam mais do que nós, mas porque perceberam ganhar muito mais quando se queixam.

Inserida por bodstein

Há milhões e milhões de pessoas que só ficam felizes quando são admiradas. Mas tem algumas que se tornam inesquecíveis apenas por se mostrarem admiráveis!

Inserida por bodstein

Pensadores são eventualmente confundidos com julgadores. Há grande distinção, porém, entre julgamento e constatação: enquanto que o pensador identifica a fonte de risco como meio de proteção própria ou de terceiros, o julgador se mostra incapaz de distinguir entre realidade e preconceito, quando então acrescenta ao papel de juiz o do carrasco, a quem cabe aplicar a pena ao seu condenado.

Inserida por bodstein

Há aquele tipo de pessoa que se torna nociva à sociedade pelas maldades que leva diretamente a milhares e, por vezes, a milhões de pessoas. Mas há outras que não o fazem de forma tão explícita: elas vão aos poucos despertando em doses homeopáticas todos os demônios que o ser humano traz adormecido dentro de si para disseminar, sem controle, a maldade da fonte em cada indivíduo do qual vão se apossando, dia após dia. Enquanto que, nas do primeiro tipo, o mal costuma ser extinto com sua morte, nas do segundo a ação é transformada num legado maldito que continua reproduzindo o mal e fazendo vítimas ao longo de muitas gerações, e que as deixa tão malignas e potencialmente tão destrutivas quanto o espírito que as gerou.

Inserida por bodstein

Aprendi há tempos que um parâmetro infalível para avaliação de qualquer tese é muito mais simples do que se pensa: basta colocar toda reserva do mundo quando apresentada por um dos defensores do verde ou por qualquer combatente do vermelho e vice-versa.

Inserida por bodstein

Como há séculos nos dá testemunho a sabedoria popular, a corda sempre irá rebentar pelo lado mais fraco... Principalmente quando o lado mais fraco não é aquele onde se encontram nossos filhos e filhas!

Inserida por bodstein

⁠Quando se segue justificando um líder sem caráter não há como escapar de um destes entendimentos: a pessoa não se informa, e a ignorância fá-la crer que é esperta; ela ainda olha para seu mundo de faz-de-conta com “olhar de poliana”; ou – o que é pior – ela tem o caráter tão distorcido quanto o líder que apoia. Mas encaixá-la sempre neste último tipo não revela uma visão menos distorcida e indigna do que qualquer outra.

Inserida por bodstein

⁠Durante uma conversa em que o emocional ocupe uma das pontas, não há nada que a racionalidade do outro possa usar para ser melhor interpretado, e toda emenda vai se revelar pior que o soneto.

Inserida por bodstein

⁠Se há um tipo de pessoa que não angaria respeito ou mereça credibilidade alguma, é o daquela que constrói “verdades” a partir das próprias crenças sem ao menos se empenhar em entender o mínimo do que fala.

Inserida por bodstein

⁠Em um universo todo estruturado sobre o absurdo,
não há nada mais inútil do que questionar exceções.

Inserida por bodstein

⁠Há um momento na vida em que olhamos para tudo o que fazíamos antes e descobrimos que, à exceção daquelas que verdadeiramente serviam de bálsamo para o espírito, 90% delas eram supérfluas, desnecessárias ou inúteis, e causa de todos os nossos problemas

Inserida por bodstein

⁠⁠Como já alertava Carl Sagan, não há nada capaz de convencer um fanático a mudar de ideia, pois ele tem uma necessidade inabalável de acreditar nas suas próprias teses, por mais absurdas que se mostrem. Ignorem-se, pois, seus pretensos argumentos e apenas sigamos em frente, apesar dele!

Inserida por bodstein

⁠Há gente cuja felicidade se resume a sentir-se satélite de outrem, incorporando essa órbita infinita como sentido maior – ou até único – de suas vidas. Outras almejam se tornarem estrelas fulgurantes o bastante para atrair o maior número possível de satélites. Já um tipo mais raro de “estrela cadente” escolhe o brilho discreto e fugidio de um cometa, que se compraz em iluminar os lugares por onde passa sem se deter em momento algum para acolher satélites.

Inserida por bodstein

⁠O knockout de Sartre sobre Goethe – Ep. 1

Não há como ficar alheio à irracionalidade destes dias que parecem nos aproximar cada vez mais de um estágio de distopia, e cuja linha divisória não se sabe quando será cruzada. A única certeza é de que o mundo continuará seguindo sua trajetória independente de nossos bandeiras, achismos e modismos, mesmo que Sartre já o tivesse previsto há mais de 80 anos.

“Os homens. É preciso amar os homens. Os homens são admiráveis. Sinto vontade de vomitar – e de repente aqui está ela: a Náusea”, disse ele à época, e o que se seguiu depois foi a sucessão de erros que nos trouxe até este agora e que Sartre, se pudesse vê-lo, certamente o perceberia como um melancólico “déjà vu”.

Sim, até porque a vida não é um diagrama de causa e efeito, e se não temos sequer ideia de como seremos projetados nesse futuro, o que dizer de perder tempo com o “quando”? O papel que nos compete é fazer as melhores escolhas enquanto a liberdade individual se apresentar como opção, de modo a persistir na busca por significado em um mundo aparentemente insano optando deliberadamente pelo caos. Far-se-á necessário, sem dúvida, nos mantermos apegados, com unhas e dentes, à visão existencialista da liberdade humana, malgrado a indiferença do universo em relação aos nossos dramas.

A lucidez – e apenas ela – se apresentará como aliada confiável numa realidade em que ideologias, dogmas e verdades absolutas não te serão de qualquer valia, já que em tal cenário todas as tuas “crenças inquestionáveis” serão postas à prova, e terás no teu pensamento crítico e em tua busca pela verdade – aquela que não depende de mim nem de ti – o único lenitivo para seguir acreditando. Arrisco perguntar: tuas crenças ainda te servem de refúgio, ou insistes em usá-las como antídoto para teu desespero, mesmo que não acredites mais nelas?

Neste momento, és tu e tua autonomia para sonhar o agora que te serve de âncora, de modo a não seres levado de roldão para um futuro incerto, e do qual não terás garantia alguma de que sobreviverás a ele. Assume, pois, a tua parte da responsabilidade pelo que percebes, pelo que não te podes furtar da forma como o fizeste até aqui.

Vivemos um momento em que a realidade se impõe sobre o romantismo. A frieza existencial de Kierkegaard e Camus retomando o palco no qual Goethe brilhou sob os holofotes do Iluminismo, e que também acolheu Voltaire e Rousseau.

Sartre já alertava que só é livre quem pode ser responsabilizado pelas próprias ações mas, como também anunciava, esse homem circunstancial inegavelmente depende da direção dos ventos, e este pode, de quando em quando, produzir o contradicto que o eximirá da tal responsabilidade. Assim, em nome da liberdade sistêmica - dita irrenunciável – podemos destruí-la de um único golpe para garantir a pessoal. Inaceitável contradição, diriam os Iluministas, sem se estribar nas mordazes narrativas de Sartre que já alertavam para tais despropósitos do nosso cotidiano proselitista e, tanto quanto diria Nietzsche, humano, demasiado humano!
“Novos tempos”, dirão os arautos de um tempo instável o bastante para chamar de novo o que há de mais velho no mundo, que é a luta pelo protagonismo da ópera bufa que todos deverão aplaudir, incluive os que apostavam numa valsa de Strauss.

Resumo
O texto discute o pessimismo existencialista de Sartre em relação ao futuro da humanidade, contrastando-o com o otimismo iluminista de Goethe. O autor argumenta que a frieza existencialista de Sartre, representada pela ideia de que a liberdade individual é responsável pela criação do caos, se assemelha à visão de Kierkegaard e Camus, enquanto Goethe encarnava o ideal iluminista de progresso e razão. A peça argumenta que, apesar da aparente irracionalidade do mundo, a liberdade individual permanece como um refúgio contra o desespero, e a responsabilidade pela ação individual deve ser assumida mesmo em meio à incerteza do futuro.
Trata-se de um ensaio que critica a sociedade contemporânea, utilizando a filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre para analisar a perda de significado em um mundo cada vez mais caótico. O autor argumenta que, apesar das aparências, a liberdade individual continua a ser um valor fundamental em um contexto onde verdades absolutas e ideologias se esfacelam. Ele compara a situação atual ao período pós-Iluminismo, onde a frieza existencialista de Kierkegaard e Camus se sobrepõe ao otimismo de Goethe. O autor sugere que a liberdade individual, apesar de ser a chave para a ação, pode ser comprometida pela dependência às forças externas, o que resultaria em uma contradição insustentável. Ele termina o texto com uma crítica ao proselitismo e ao romantismo, defendendo a necessidade de uma postura crítica e consciente para lidar com a realidade complexa e instável em que vivemos.

Inserida por bodstein

Quem tem sabedoria divina
sabe que, onde há medo, não há amor, e onde não há amor, não há sabedoria. Sem rodeios, você tem medo de Deus?⁠

Inserida por marcelio912

Não há explicação para o amor que você sente ao observar a inocência de uma criança.

Inserida por marcelio912