Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Mas há em cada um de nós, mesmo no maior, um eu inferior, antiquíssimo, bestial, infantil, esquecido, renegado, oculto, refreado - amortecido, mas não morto. Quando os homens se reúnem em multidão, o eu superior anula-se e os inferiores, despertados, reconhecem-se e assumem a supremacia.

Inserida por OswaldoWendell

ainda há pouco julguei ouvir o gemido do vento, arrumava eu o fio dos pensamentos

Inserida por nataliarosafogo1943

nessa tua
piscina rasa
mergulhei
me joguei
eu cai
me afundei
no concreto
há se...
não tivesse sido
tão direto

Inserida por eu-pensei

Há se eu tivesse mais um coração,
não caberia neste mundão,
cairia em completa entrega aos que de menos merecerá for,
se tivesse mais um coração não dividira-me mas incorporávamos no todos no Amor.

Inserida por dalainilton

Se vir eu dando esmola,estou querendo aparecer. Ou expor o pedinte indigno por si só.Não há necessidade que não seja prevista.

Inserida por Kllawdessy

►O Que Há De Errado Comigo?

Não adianta, tentei mudar
Mas eu acabava no mesmo lugar
Ajudando, mas não tendo ninguém para conversar
Melhorar parar de me contorcer, e de lutar
Devo simplesmente deixar a solidão me dominar
Tornar-me-ei um animal refugiado
Sem um amigo para me apoiar,
Sem um amigo para ficar ao meu lado
Justo hoje que eu mais preciso,
Sinto estar revivendo o passado.

Tenho medo de continuar agindo assim
Sempre que precisam, eu digo sim
Alguns me disseram que esse meu jeito é ruim
Tentei ser diferente, tentei copiar muita gente
Acabou que eu voltei ao modo em que estou,
Sempre pensando nos outros,
Sempre me deixando em segundo plano
Eu deveria ser mais esperto, egoísta?
Meu modo de pensar chega até a me duvidar
Seria eu a pessoa certa para ter uma família?
Acho que sim, eu pensaria primeiro nela, eu diria.

Em alguns momentos eu sinto uma vontade desconhecida
Que não há uma definição totalmente descrita
O cifrão não se sobressai a amizade
Por conta disso, eu acabei definindo-a como preciosidade
Estava querendo ser mais coração de pedra,
Mas não consigo manter minha mente deserta
Sempre surgi alguém para ocupar algum espaço nela
Tenho medo de acabarem destruindo ela.

Frequentemente sou assombrado
Por erros presentes, por erros do passado
Lembranças de quando fui menos esforçado
Trago, em mente, um dilema, que acabou se tornando um problema
Nada bíblico, mas eu tento ajudar os outros,
Como se fossem amigos de um tempo já esquecido
Mas nem sempre consigo, mas ainda assim persisto
Parece até que Deus não quer que eu faça isso
Passei a me importar menos,
Passei a pensar mais nos desconhecidos
O que isso me trouxe de bom eu ainda não sei
Alguns me abandonaram, nos demais eu me enganei
Pensava que eu teria com quem conversar
Ora pois, não há como ficar sozinho se tenta ajudar, certo?
Errado, acabei ficando cada vez mais ausente,
E isso começou a me assustar
Me equivoquei, tentei ajudar e fui ignorado
Isto chega até a ser engraçado.

A reflexão de tais pensamentos sempre me joga no chão
Reflito se tudo que fiz fora apenas em vão
Que, quando eu morrer, não me deixarão atravessar o portão
Já faz muito tempo que comecei a andar em círculos,
Acabei ficando totalmente perdido
Algumas pessoas próximas a mim disse para aceitar o amor de Cristo
Mas não tenho fé, porém respeito todas as religiões
Do candomblé ao cristianismo
Talvez eu só precise de um espaço para acalmar meu coração
Ou talvez tudo isso seja uma criação de minha imaginação
Mas na minha frente eu só vejo o vazio
Sobrevivo pensando em outras coisas, evitando pensar nisso
Mas a cada ano que passa, fica mais difícil.

Inserida por AteopPensador

No passado uma alma perdida...eu sei
Sem rumo, desamparada....há vagar
Em uma esquina...Teu amor encontrei
Fiquei leve....flutuava, em vez de caminhar
Um amor inexplicável...que contagia
Meu sofrimento aniquilou
Teu amparo....sim....sentia
Sabiamente, sussurrando, me alcançou
Novos caminhos....traçou
Senhor, guia-me....aqui estou

Letras Em Versos de Edna

Inserida por versos_de_edna

Dia 11 de fevereiro de 2013. Há pouco mais de 9 meses eu entrava num avião com uma única certeza: a incerteza! Trocava uma “formatura-certa” e um “futuro-certo” por um intercâmbio para um lugar que eu nunca tinha ido, nunca tinha ouvido falar e nunca tinha pensado em estar.

Alguns chamaram de loucura, outros chamaram de coragem. Eu já nem tentava nomear. O que antes era sonho, já era quase fato no dia do embarque . O que seria, então? Meus pais chamavam de “investimento no meu futuro” (mas...não seria no presente?).Era muita justificativa para uma só opção: subverter a ordem das coisas na sociedade! (Como assim, você não vai se formar no “tempo certo”?).

Os pessimistas chamaram de “Ano Perdido”. A eles eu dedico o meu post.Eles estavam certos: eu, realmente, perdi muito esse ano!

Primeiro de tudo, eu perdi MAIS um ano normal na faculdade, imaginando como seria aquele mundo de que eu tanto ouvia falar, mas conhecia apenas uma insignificante parcela. Eu perdi de passar mais um ano pensando “E se...?.” Eu perdi um ano de desejar ser uma pessoa em intercâmbio. Eu perdi um ano de reclamações. Eu perdi um ano de atormentar os meus amigos e familiares com o meu mau humor e frustração. Eu perdi de passar um ano num lugar, achando que meu lugar era outro. Eu perdi uma formatura que me traria mais infelicidade que satisfação.

E tem mais!

Eu me perdi pela Europa, eu me perdi pelo mundo. Dei um pulinho na Ásia, só pra sentir o gostinho do – ainda mais – diferente. E querer voltar. Eu me perdi pelas ruas de todas as cidades que visitei, principalmente Barcelona!

Eu me perdi pelos meses, pelas semanas e pelas horas. E, só não me perdi mais, porque as estações do ano estavam sempre lá, dispostas a lembrar que os tempos estavam sempre dispostos a mudar, do mesmo modo que eu mudava.

Eu perdi ônibus, perdi trem, perdi avião. Sim, eu perdi! Eu também perdi o sentimento de perda. Esse - que eu já começara a abandonar quando decidi vir para a Croácia - continua se perdendo em cada viagem, em cada conversa, em cada pessoa, em cada história de vida que eu não conheceria se tivesse continuado abraçada ao comodismo.

Eu perdi o medo. E esse, esse foi o mais difícil de perder. Às vezes ele visita, tenta se agarrar de volta, mas não demora a ser expulso. Perdi o medo da estrada, perdi o medo da solidão, perdi o medo do futuro. Eu perdi o medo da vida, eu perdi o medo da sociedade. E esse foi o mais lindo dos medos perdidos. Não, eu não ouvi falar. Eu vi. Eu vi que nesse mundo tem – SIM!- gente capaz de fazer o bem pelo bem. E isso trouxe a esperança de volta. Ah, a esperança! Mas, peraí, essa entra nos ganhos. E esse texto é sobre perdas, certo? Melhor parar por aqui...

Ah, eu também perdi o apego material. Claro que, infelizmente, ainda não totalmente. Sim, ainda lentamente, ele se esvai. Ele se vai. Ao longo de todo o processo anterior ao intercâmbio e ao longo do próprio intercâmbio. Primeiro por uma questão de racionamento de dinheiro e, pouco a pouco, por uma questão de consciência. As coisas materiais acabaram por se tornar simplesmente...materiais. Apesar de matéria, elas carecem de substância!

É a tal da filosofia da banana, que minha grande amiga, companheira, aventureira desse ano de filosofias, viagens e aventuras, Jana Maurer, bem nomeou e descreveu aqui.E isso só entende e concorda quem já sentiu a sensação de ter a “vontade de conhecer” mais pesada que a “mochila nas costas”. É incrível como o “ter” se torna totalmente substituível pelo “conhecer”.

E, finalmente, alguns irão argumentar: mas, e os momentos com seus amigos e familiares que você, efetivamente, perdeu? Aqui, eu reconheço, eu perdi. Mas, com isso, eu (re)conheci o que e quem eu realmente sinto falta nos meus dias. Eu (re)conheci o que realmente é importante pra mim no Brasil e/ou em qualquer lugar do mundo: pessoas, afeto, laços, momentos, que se criam e renovam no tempo. Ops! Esses são, de novo, ganhos e não perdas.

E aí eu chego à última e mais importante da lista (não exaustiva) de perdas: eu perdi o lado negativo da vida. Perdi essa mania de ver tudo pela ótica da perda. Porque, no fim, toda perda tem seu ganho. Você só estava cego demais para enxergar.E aí, eu também perdi a cegueira. Cegueira de achar que eu era incapaz de narrar minha própria história.

Pois é. Eu perdi muito.

Inserida por ligiatosetto

há memórias que caminham na minh´alma e com voz insistente me chamam, mas eu não as encontro...

Inserida por nataliarosafogo1943

" Dentre o cachorro e o gato ... eu fico com os dois. Pois não há amor maior que o dos Animais. "

Inserida por djoser_lima

Tempos de criança
Há quem faça pouco caso dos desejos das crianças, eu não, sempre analiso e procuro entender o porquê de alguns anseios infantis. Dizem os psicólogos e psiquiatras que os acontecimentos repercutem por toda a nossa vida e acaba formando nossa personalidade, um dos motivos de tentar entender o que se passa na cabeça dos pequenos é o fato de eu já ter sido criança (claro), e na minha infância tive inúmeros desejos que jamais foram atendidos. Lembro dos tempos de escola, início das aulas pra ser mais exato, ficávamos eufóricos, loucos pra saber qual seria a novidade no nosso material escolar, o que os adultos não sabiam é que a partir desse aparato escolar, faríamos sucesso ou não na nossa turma, um material legal era imprescindível para ser um aluno descolado, um material ruim acabaria com nossa vida social e consequentemente nossa auto-estima. Lá estava eu aguardando o material chegar, chegou, me dei por satisfeito com o material que me foi dado, mas o que pouco sabem é que o demônio mora na comparação. O primeiro dia de aula é especial, tão especial que eu acho que até tomava banho antes de ir para escola. Ao chegar, todos vindo de férias, tanto tempo sem fazer nada que nos fazia até sentir vontades estranhas, como vontade de estudar, por exemplo, vontade a qual não durava mais de uma semana. A tragédia aconteceu, um colega tira um estojo, estojo que me parece mágico na lembrança, cada botão apertado revelava um aparato; borracha, apontador, régua, tesoura, olhei para o meu, feito de tecido, simples, o fecho era apenas um zíper, senti uma tristeza, já era a vontade de estudar. Chegando em casa pedi para comparem um estojo daquele pra mim, que eu precisava dele, sem ele não poderia estudar, ele era peça essencial para o meu aprendizado. Assim que acharmos o estojo compraremos pra você, eles disseram. Em agosto faço 37 anos, até hoje espero o dia de ganhar meu estojinho...

Inserida por professormariocelio

Meu coração tornou-se mais frio do que esta sala
Há muito tempo desde que eu senti alegria ou felicidade

Inserida por frank_gomes

Bem baixinho

Não há distância que afaste
O meu pensar em ti.
Eu me faço acompanhar
Dos teus braços e abraços
Onde eu posso me entregar...

Vejo o céu de brigadeiro
No sorriso dos teus lábios
Desejando os tocar...

Eu me vejo sussurrando ao teu ouvido
Te dizendo bem baixinho
Que meu desejo é ti amar...

Edney Valentim Araújo

Inserida por edney_valentim_araujo

Recado, do eu presente

Há um ano atrás, jamais pensaria estar onde estou agora, as coisas mudam e consequentemente eu também mudei, a minha nova versão de mim agradece ao eu do passado, ou mesmo diria a ele. Calma garota, não adianta se desesperar, os amores líquidos escorrem pelas mãos. E o eu do presente diz a mim mesma, que a lei do retorno, tarda mas não falha, tudo que você faz, um dia volta pra você. E tenho minha consciência limpa, afinal, o que mais faço na vida, é dar tudo de mim seja em relacionamentos amorosos ou de amizade, posso não ser perfeita, porém, uma coisa eu tenho certeza, sou verdadeira, e cada um tem a face, e o que merece de mim. Eu sou como uma esponja, absorvo tudo e jogo de volta, não espere de mim o que você não fez, não espere amor, se você plantou discórdia, não espere respeito, se tu plantou discórdia, farsa, e hipocrisia. Sou mais amarga que pareço, e mais quente que me vê.
Tudo em mim, brilha e queima depende de como me vê, com teus olhos, com olhos machistas, com os olhos alheios, não importa. Eu sei quem eu sou. As pedras que ultrapassei. Montei meu castelo. E eu sei que me tornou indestrutível. Cuidado não se aproxime, você pode se queimar.

Inserida por gabrielatoseti

Eu trabalho há mais ou menos 2,0km de distância da minha casa. Por esta razão, todas as manhãs eu vou até lá caminhando. Hoje, em especial acordei um pouco preocupada em como chegaria ao escritório, pois a chuva e o vento estavam fortes, e meu guarda chuva está com um pedaço quebrado, super vulnerável ao vento. Orei ao Senhor pedindo que cessasse a chuva para que eu não me molhasse. Na hora de sair , ainda não havia parado de chover,porém ela estava mais calma e o vento mais fraco. Meu guarda chuva aguentou inteiro eu cheguei no meu trabalho completamente seca.
Durante o percurso Deus falou algo tão simples, mas tão forte ao meu coração, e eu preciso compartilhar:

" Nem sempre o Senhor cessa a chuva quando pedimos,mas todas as vezes Ele nos garante que, se tivermos fé e arriscarmos sair mesmo assim, Ele nos levará seguros e secos ao nosso destino"!
Qual é a "chuva " que você tem enfrentado?

Inserida por Julianamelek

PROBLEMA: escondo ou enfrento?

Há duas maneiras de tratar o problema, ou eu procuro conhecer ou esconder.

Problema é quando algo sai diferente do esperado.

Na vida, isso acontece a todo momento, pois não temos domínio das circunstâncias que nos envolvem.

Por isso é sempre melhor procurar conhecer, pois estaremos com possibilidade de melhorar e crescer; já escondendo, ficaremos no mesmo lugar.

Inserida por fabio_nery

Não há motivos, eu sei, o choro apenas vem. As lágrimas apenas caem... apenas molham o rosto e caem ao chão.
Chorar... uma emoção que muitos ocultam por medo de se mostrarem fracos... a tristeza pode mesmo machucar, mas o choro reconforta...
O ser humano é falho, nem sempre haverá dias de riso, de alegria ou de amor... é tudo complexo, é tudo confuso, você se sente perdido em meio a tudo...
"O que há?" perguntam... mas nem mesmo você sabe, então como saberiam?
Chorar... chorar lhe revela coisas, lhe revela sentimentos ocultos, as culpas escondidas... chorar fere, machuca... chorar... agride...
Mas o choro apenas vem... invade o seu coração, lhe faz de vítima e, ao final, você se entrega, permitindo com que as emoções aflorassem a sua pele, derramando lágrimas.

Inserida por juliastephan

Hoje amanheceu e eu, ontem, pensava que futuro seria. Continua sendo hoje há anos....

Inserida por fatimadsr

Mesmo que você aí
Não saiba o que eu
Esteja sentindo
Não há porque...

Mesmo que você
Não se lembre de mim
A todo momento
Como eu de ti
Não há porque...

Mesmo que ao me ver
Seus olhos mudem de direção
Enquanto os meus
Só sabem te olhar
Não há porque...

Eu deixar de gostar de você
Porque te amo
Mesmo assim...

Inserida por mariodiasmiranda

Cadê você!

Não sei a quem eu recorro
o nordeste é terra de nome
na região onde corro
há tempo nada se come
o sertão pedindo socorro
que até o pobre cachorro
anda morrendo de fome.

Inserida por GVM