Grades Poesias Dante
Mais fé no rumo
me relacionando com a verdade.
Achei a chave pra vida
e me libertei das grades.
Aprendi a ser ligeiro fiquei mais sagaz
Não escuto oque ce diz
Observo oque ce faz
Quem é o mentor das prisões.
Grades, porões, cadeados.
A liberdade perseguida.
O destino de cada vida.
Amados e, ou odiados.
Jogo de gerações.
Presentes e passados.
Desejos, vontades, ambições.
Sonhos, busca, realizações.
O teor de cada pensamento, cuidado, atento.
A manobra, manipulação, asas cortadas, mente aprisionada, o povo, uma gente, perseguição.
Mecanismos inovados, métodos avançados, globalização, prisão.
Arquitetos do apocalipse, engenheiros da magia, a medicina oculta, sinais de tecnologia.
Grandes vulcões em depressão, o pânico com hora marcada, verdadeiramente, a mente, perseguida e aprisionada.
O mentor, o pecado, tal construtor, intelectuais do presente e passado.
Qual a frequência de atuação, como é feito cada programação.
O grande dilema, todos calados, feridos engaiolados, reféns ou culpados, o povo, a gente, a grande multidão.
Giovane Silva Santos
Esta vida é uma cadeia fechada,
de grades,de arame,paredes escuras,
sentidos de dor,abafados na solidão,
de caminhos de pedras,amargas,
gritos furiosos,algemas duras,
sombrias,de magoa,liberdade escondida,
dura ,vazia , corrupção passiva,
gente corrompida,comprada,vendida,
sem amor à vida e sem respeito,
sem dignidade,sem Deus,donos do mundo,
miseráveis,infelizes,incapazes de amar,
a não ser eles próprios,ferozes sem sentimentos,
pisam sem dó,sem piedade,
eles são os senhores da guerra,
do dinheiro ,desta vida maldita,
este mundo cruel quem sofre,
são sempre os mais fracos,
inocentes atirados para a boca do leão..
Esta vida é uma cadeia fechada e maldita ,
onde não houver pão todos ralham e ninguém tem razão.!!!
castelo de asas com grades,janelas ,
partidas que deixam entrar o frio,
velha,nova,escura,perdida,vazia,
abelhas que ferram,oferecem o mel,
colmeias cheias na serra,no monte,
as picadas de víboras gritos de dor,
de angústia e de muita mágoa.!
Homens feios, sem fé,mendigos voluntários,
sombras de si mesmos,que andam a solta ,
como diabos pregadores,donos da verdade ,da morte
da escuridão,seres virtuosos,sem escrúpulos,
qual verdade ?
qual virtude?.!
Gostam desta nova guerra aberta,
destes novos guerreiros,
alheios a tudo,a todos,
crentes do além ,fora do mundo,
dos que desprezam o corpo,
as alegrias e paixões.!
pequenos e pálidos delinquentes,
que não querem saber ler ou escrever,
sobem as árvores das montanhas ,das serras,
vivem em cavernas fechadas,palheiros,
húmidas cheias de mofo,fedem de morte,
virtude duvidosa e livre,
donos da guerra, donos de nada.!
Canta o velho viajante,
que sente o enigma,silencioso,
dos montes dos ramos das oliveiras,
das tempestades,da neve branca gelada,
das passagens,trilhos ou caminhos,
de pregadores sem fé,sanguessugas,
que vestem as vestes de cordeiros,
encantadores de lobos, diabos escondidos.!!
Teu ser não é livre. Não te iludas.
Não são as grades de uma cela que te oprimem,
Nem os encargos familiares que lhe tolhem.
São as paredes mentais que lhe causam claustrofobia.
A liberdade do teu Eu está comprometida,
um fantoche social que forças ocultas controlam.
Fazes coisas que não sabes porquê,
Deseja coisas que não precisas,
para impressionar pessoas que não gostas
e gasta seu tempo para consegui-las.
e sentes que nada faz sentido.
E tal qual um peixe num aquário,
Vives num mundo de ilusão que te aprisiona.
Não respondes mais aos apelos do teu âmago,
e adormecido, aos poucos distancia-te mais
e mais do teu espírito,
que permanece fechado e sufocado
dentro de ti, sem conexão.
Como um eco num corredor vazio,
assim ecoa através de ti
cada vez mais fraca a voz da tua alma...
Vejo pessoas acorrentadas na rotina
Outras atrás das grades
Algumas em busca da sobrevivência
Outros só atraem vaidade!
Pessoas se corrompendo por dinheiro
Umas juntando rancor, má fé, vingança... Desespero!
Alguns desistindo de ter vida
Outros vivem até demais... Experiência com sabedoria!
Tantas pessoas ao nosso redor, passam até despercebidas.
Tudo porque a paz já não existe
Agora "tudo" tem final triste!
Tantos gênios já se foram
Tantas vozes se calaram
O bom da música acabou... Meu ouvido se isolou!
Relembrar e reviver é o que restou!
A felicidade foi morar longe
O amor se encontra velho, frio, onde se esconde?
E a verdadeira "VIDA"? Foi parar aonde?
Vou procurar, fazer de tudo pra beber dessa fonte.
Vejo cultura se degradar lentamente
O povo nem quer mais saber da mente
A natureza some rapidamente... Ah! Que vergonha é essa?
Creio que seja a má administração do homem que só tem pressa
Estamos perecendo num mar de hipocrisia
Onde se deposita o voto no bolso do político vigarista.
O ar!? Já não respiraremos
Água!? Já não beberemos
E quem riu do nordeste
Vai virar "Cabra da Peste"
Calor vai ter de monte, vão morar debaixo da ponte
Ah?! Não é lugar digno? Por quê na hora de poluir deu risada e jogou o lixo?
Agora descerão lágrimas de arrependimento, da sociedade que só soube pensar em dinheiro
Dinheiro agora não será água, comida, nem casa!
Vai ficar vagando com sua família no meio do nada...
Infelizmente.
Cada um caminha junto com a quebrada!
Ato IV: A Queda do Justo
O ferro frio das grades ao redor,
Mas são minhas mãos que forjaram essas correntes.
Fui eu, juiz de sombras,
Aquele que se tornou prisioneiro de si.
Caminhei com a certeza do justo,
Mas meu coração carregava a dúvida.
E agora, o eco da culpa me consome,
Uma maré de lembranças, um rio de vergonha.
Ó céus, onde está a redenção,
Quando as mãos que julgam são impuras?
A inocência que condenei vive em mim,
E a morte dela é o fim do meu espírito."*
Nós somos as vozes do tempo,
Eternamente a espreitar no vento.
Julgas que o esquecimento virá,
Mas a alma carrega o peso das eras.
Vem, Johann, ouves o sussurro do vento?
Vem, caminhas na trilha dos condenados.
O destino nos une outra vez,
Mas desta vez, é a tua alma que será julgada.
Anneliese... teu nome ecoa em meu coração,
Tua sombra me segue, tua voz me chama,
Mas que redenção há para um homem perdido,
Quando a própria noite o abraça em silêncio?
Caminho pelo vale da morte,
E tu és a luz que não posso alcançar.
A justiça, um sonho destruído,
E agora, sou apenas um fragmento de escuridão.
"Fui o escultor de minha própria ruína, crente na justiça que agora me condena, e na escuridão que me abraça, percebo que a maior sentença é viver sem redenção."
Pelas grades da rotina,
aprecia a linda vista lá fora
sente uma brisa de liberdade
de uma vida que está ansiosa
pra ser vivida de verdade.
Diante de uma janela
com grades na frente,
penso numa liberdade reprimida,
onde, pelo menos, é possível
apreciar a paisagem
enquanto a necessidade de voar
não é, finalmente, suprida.
LIVRADOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Nas vias do mundo insano,
As grades da ignorância
Nos causam prisão e dor...
Mas planto letras e livros;
Eu torno sonhos possíveis,
Porque sou um livrador...
PLENO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Não teve medo nem grades;
jamais poupou predicados
ao rasgar todos os véus...
Viveu as suas verdades,
ou cometeu seus pecados
e foi pro quinto dos céus...
Existem grades que seguram suas escolhas.
Outras que foram postas por escolhas.
Mas existe uma escolha,
liberte se!
As grades sendo derrubadas
Um novo mundo exposto,
Com a liberdade alcançada
Caminharei ao teu encontro.
Teu coração está cercado por grades
Teus olhos estão presos numa ilusão
Numa cela nua, sem paredes habitas sem confiança em si mesmo!
Vencido pelo o medo e pela insegurança cambaleando na dúvida.
Porque não fazer?
Se fazeres aprende, mas, se não fizeres, nada aprenderá e terá que conviver com o peso de suas escolhas!
Como diria Gandhi
“a prisão não são as grades”
O mais impiedoso cárcere, são as correntes de nossa mente
A ESPERANÇA!
Um dia as grades que nos separam por preconceitos, serão o limite do respeito, liberdade na diversidade, define conquistas! Direito e igualdade, juntos semearemos essência de unicidade, jardim florido não perde a beleza, mesmo entre espinhos e o perfume da humanidade, exalará humildade e seremos agraciados com as dádiva da santidade.
Eles quiseram tudo,
Nós quisemos o justo,
Eles se agarraram às grades,
Nós, nos tornamos horizontes.
Não são correntes de ferro,
Nem grades frias no chão,
Mas há prisões mais profundas
Dentro do próprio coração.
“É sobre a sintonia das nossas almas
A guerra dos nossos egos
A forma como a gente se machuca e se ama
Em proporção parecida
É sobre viver
Ferir
E ser ferido
É sobre o pedaço do meu coração
Que pertence a alguém
Que não sou eu.”
