Governo
O Brasil tem conseguido grandes avanços sociais nos últimos governos. Muitos brasileiros deixaram de ser miseráveis e foram promovidos a... POBRES.
Quando governos não respeitam soberanias fora de suas fronteiras, se tornam ameaças para a humanidade.
A destruição de muitos relacionamentos, governos, sociedades...tem muitas vezes em comum um único vilão que se chama: AMIGO.
Um problema grave para humanidade causado por Governos, possue sua base em um tripé óbvio: não admitir seus erros, esconder seus erros, culpar outros pelos seus erros.
O tempo passa, as coisas mudam, e os governos vêm e vão, mas o caminho para o céu continua sendo sempre o mesmo: Jesus, o Filho de Deus.
Consciência da depravação.
Governos, instituições, empresas e qualquer outra estrutura que acumule algum tipo de poder são geridas por homens. O que surge dessas diversas relações dos indivíduos em uma sociedade é a política. Por ser essencialmente um reflexo do relacionamento humano, tal ciência moral normativa não fica imune à maior chaga da natureza humana: a depravação. Logo, independentemente de suas inclinações morais, filosóficas ou ideológicas, o homem, em algum momento, será seduzido pelo mal que está presente em seu ser. Mesmo diante da escolha de trilhar um caminho virtuoso, justo, reto e ético, a sombra que habita o espírito humano exercerá sua influência e, potencializada pelo poder político, econômico ou social, irá desvirtuar, desnaturar ou deteriorar suas ações. Perceba, mesmo o mais justo ou santo possui essa chaga. Divinizar o homem, esquecendo de sua natureza depravada é um erro crasso. É considerar que uma árvore envenenada sempre dará bons frutos. Esquerda ou direita, liberal ou conservador, cético ou ideológico, o homem permanece homem. Não esqueçamos que a real confiança está na Verdade, no uno transcendente, no bom por essência e excelência, no Rei dos reis e Senhor dos senhores, a real confiança está no Pai.
[A HISTÓRIA É FREQUENTEMENTE PERSEGUIDA NAS DITADURAS E GOVERNOS DE EXCEÇÃO]
Costumam se fazer muito presentes, nos regimes de exceção e de opressão, os combates à História, seja na sua dimensão de pesquisa e de produção de análises historiográficas, seja na sua dimensão de Ensino e esclarecimento da população através da História Pública. No Ensino, durante experiências ditatoriais, são conhecidas as experiências de diluição da História em uma disciplina amorfa, de modo a quebrar a matriz disciplinar de um saber que – além de milenar – apresenta em sua trajetória os resultados e conquistas de mais de dois séculos de historiografia científica e crítica. Tal expediente, como se sabe, ocorreu a certa altura do Regime Militar imposto à sociedade brasileira em 1964, quando a disciplina ‘História’ se viu diluída, no Ensino Básico, em um arremedo disciplinar intitulado ‘Estudos Sociais’. Nos tempos recentes, uma medida provisória excluiu a obrigatoriedade da disciplina no Ensino Médio . É sintomático que, nos momentos em que a democracia se vê abalada, e nos períodos mais brutais de ditaduras, explícitas ou não, a História seja combatida de tantas maneiras, inclusive na sua integridade como disciplina que deve fazer parte do currículo escolar.
Os historiadores, particularmente através de suas principais associações, são conclamados a resistirem. A responsabilidade social deve ser preconizada como um dos valores de resistência da nova Historiografia, no Brasil e no mundo. Através da ‘transferência de criticidade’ para os diversos setores da população – seja através do ensino escolar e superior, seja através da divulgação de obras que estimulem em seus leitores a capacidade crítica, ou seja, por fim, através da utilização adequada da própria mídia contra os interesses conservadores que costumam dominar o universo midiático – a História nestas décadas iniciais do novo milênio demanda combatividade, como já ocorreu em diversos outros momentos.
[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. "História e Historiografia: todas as relações possíveis" In A Historiografia como Fonte Histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.76].
Os governos querem técnicos eficientes, não seres humanos, porque os seres humanos se tornam perigosos para os governos - e também para as religiões organizadas. É por isso que governos e organizações religiosas procuram controlar a educação.
Os amantes das artes estão sucumbindo aos governos que lhes prometem fama!
...e em contra partida lhes ofertam também as drogas.
Servos do Deus Altíssimo, devem obediência aos poderes e governos do mundo, até a ordem para aceitação do negar a Palavra do Altíssimo e dobrar-se a BAAL!
“Há governos que tratam a pobreza e as favelas como causa dos problemas nacionais quando na verdade são consequências".
As sanções económicas não pesam sobre os governos. Seu verdadeiro carrasco é o povo com toda a sua inocência. Logo, é injusto a aplicação coesiva desta medida.
Primeira lição básica de política: governos não dão nada ao povo. Quem sustenta o Estado é o trabalhador; não o contrário.
Ohh! Governos!
A Natureza concedeu-vos a oportunidade de mostrarem o vosso Amor e Compreensão e Cuidado, não só às vossas famílias, aos vossos Povos inteiros!
Mas, observa-se o desperdício da oportunidade pelas vossas atitudes semelhantes às de um Pai que frequentemente come boa carne e bebe bom vinho nos melhores Restaurantes e dorme nos melhores Hotéis, enquanto os seus filhos comem verduras espontâneas do quintal e dormem na palhota!
Despertem ohh Governos!
Que amadureçam as vossas Consciências e aproveitem a oportunidade de mostrarem o vosso Amor e Compreensão e Cuidado aos vossos Povos inteiros, pois nisto residirá a vossa Grandeza e o vosso bom Destino!
Façam aos Povos o melhor que querem que os Povos vos façam!
Os governos costumam dizer que o povo dribla a Receita Federal, mas, se analisassem corretamente, iriam perceber que são eles, os governos e a Receita, que dão caneta, chapéu e fazem gol de letra em cima do povo.
