Governo
Não são as imposições criminosas dos governos o real problema, mas a ACEITAÇÃO ou OMISSÃO da maioria, pelo medo, ignorância ou omissão, que sentenciará a liberdade e colocará a todos no cárcere da falsa segurança.
DIGNIDADE SE CONQUISTA COM TRABALHO,EDUCAÇÃO,SAÚDE E RESPEITO!SOMENTE GOVERNOS FRACOS E CORRUPTOS USAM DO SUBTERFÚGIO,DAR ESMOLAS AO POVO!
Os governos fazem leis, mas se elas são cumpridas, e como a polícia se comporta, depende do temperamento geral do país.
Ninguém em sã consciência quer viver ou reviver guerras covardes porque governos não se entendem conversando.
O terror está para os inocentes e aos bons.
“A paz é o caminho”
#bysissym
Daqui para frente veremos a democracia ruir em todo mundo. Todos os governos serão cada vez mais centralizados e totalitários. Haverá controle social, controle dos meios de comunicação, controle de tudo; e o estado penetrará cada vez mais em todas as dimensões da vida do ser humano. Poucos conseguiram discernir, mas estamos sendo encarcerados aos poucos em um estatismo travestido de liberdade e igualdade.
O bons governos não se avaliam pela grandeza e eloquência dos excelsos discursos proferidos pelos seus dirigentes, mas, avaliam-se, com o bem fazer e com a capacidade de proporcionar ao povo uma boa qualidade de vida.
O maior medo dos Governos africanos é não conseguir resolver os problemas dos seus parceiros ocidentais, quando a prioridade devia ser o seu povo.
O balanço financeiro positivo feito pelos governos em face da sua economia pouco estável, demostra a apresentação de uma visão exageradamente apaixonada sobre a realidade sócio-econômica e política de determinado povo, tendo em conta a miséria que assola a vida da população.
As políticas gizadas pelos Governos visionários, não se atém apenas as vitórias eleitorais, atém-se, sobretudo, a melhoria contínua da vida da população.
Os Governos não criam orçamentos para sua própria satisfação, cria-os, com o nobre objectivo de realizar obras e/ou projectos concretos que impactem a vida do Povo.
O povo é o garante do poder dos governantes, por isso, devem ser acarinhados para que os Governos possam existir e fazer sentido.
A pandemia que assola o mundo, tem servido de barómetro para avaliar a capacidade dos Governos agirem com eficácia em favor do povo que neles confiaram.
A maior luta que os Governos irão enfrentrar pós-covid, será essencialmente, encontrar formas de recompor a economia e manter estável os níveis de empregabilidade, que se estão a perder por força desta pandemia que asfixia a economia mundial.
O grande desafio que se impõe hoje aos Governos, para além da pretensão de estabilizar a economia dos Estados no pós-covi-19, passa por manter o emprego dos seus concidadãos, pois, sem o qual, a economia baseada na tributação se tornará um fracasso.
Temos o tempo aparentemente a contar contra a nossa existência, a frustração de alguns Governos vai levando alguns países a levantarem as medidas de segurança, colocando o povo expostos ao perigo, esquecendo-se, que não se governa um Estado com gente doente ou gente morta.
O povo choro e clame por um prato de comida a mesa, a insensibilidade dos Governos no mundo, levam-lhes a simular a busca de solução por intermédio de realização de galas de doações, mas, estas doações satisfazem os interesses dos seus promotores.
Os Estados qualificados como pobres, são na verdade Estados, cujos Governos não são suficientemente capazes de explorar com eficácia as riquezas existentes nos seus solos, sub-solos, mares ou outros sectores estruturantes ou fraturantes dos seus territórios.
Fornecer energia e água ao povo é um dever básico dos governos pelo mundo, porém, se estes bens elementares não chegam a população em tempos normais, que garantia tem o povo, que agora com a pandemia e sob pressão do reinício das aulas a água jorrará em abundância nas escolas?!
