Ser digno (a), honesto (a), verdadeiro (a), correto (a) e de poucas palavras incomoda muita gente, ser falso (a), mentiroso (a), boçal e galanteador (a) agrada muito mais.
A confiança é igual a um castelo feito de cartas: a gente leva tempo para construir, devagar, com cuidado. Mas basta uma carta fora do lugar para tudo desabar.
Quanto maior o castelo, maior a queda e a decepção.
Depois que ele cai, reconstruir demora ainda mais, porque cada carta nova é colocada com medo de errar.
E tem vezes que a gente já se decepcionou tanto, que nem vale a pena tentar construir de novo.