Fuma

Cerca de 87 frases e pensamentos: Fuma

é que você não dorme
nem acorda.
não fuma esse cigarro.
nem joga fora.
não tem prece. só pressa.

as vezes não tem…
outras jogando truco com o verbo, pronome e artigo “o”.
nunca sei…
só que não gosto da ênclise.
de você eu gosto.
até do gosto e do gasto.

um dia eu aprendo..
aonde começa o sim e termina o não.

fUMA, FUMA, FUMA FOLHA DE BANANEIRA FUMA NA BOA SÓ DE BRINCADEIRA.

A gente já não fuma mais como antes. Agora eu fumo sozinha. E enquanto eu fumo, ela tá malhando pra agradar o novo namorado. Ela agora acha ruim essa ‘coisa de fumar’. Agora pede pra eu parar. Ela ta tentando emagrecer. Eu tô tentando viver.

O mundo fuma
A neblina destruidora
cachimbo da paz
Paz e guerra
Paz?
Paz que carrega cicatriz da fonte
O mundo
fuma
População da poluição natural
Industrial
Até o pulmão
que não escolheu fumar,
fuma
Na casa, na rua, no lago
Fuma o mundo
Sem ar está
Prende expira expira
Fuma
O pulmão do mundo
Que não escolheu fumar

Você fuma cigarros franceses
e esconde o vermelho atrás de seus wayfarers,
mas quando a noite chega
seu quarto está cheio de coisas vazias.
Então nada mais te resta
a não ser os quadros dos anos 60
tortos em sua parede para admirar (...)

"— Você não bebe, não fuma, não mente, não trai. O que você está fazendo então?
— Estou apenas poupando a minha alma de colheitas amargas."

"A fuma vai cobra..."

Inserida por mrgattax

“O nascer de um filho”
"Fostes anunciado sob brava intempérie
Onde o sol refugiava-se em fumaça de cortina
E o outono se esvaia completando tua sina.
À eternidade, o tempo não concede
Bem me lembro como tudo era avesso.
Em simbiose, tua vida à minha fixou.
Por um instante saiu de mim quem eu sou
Estava em pleno abandono, eu confesso.
A tua áurea aqueceu a noite gélida
E na retina o mais sublime ser já avistado
Um nobre sentimento invadiu o meu estado
Feito fenômeno natural, transformaste minha lida.
Aos dias, às noites, consolidava tua vinda
Sendo da tela da pintura realista, a tinta!
O menino cresce à velocidade luminosa
Evolui como homem cavernoso
És aprendiz, travesso, talentoso
Tua infância é repleta de fábula e moldada de prosa
Não seria homem feito sem você
És Guilherme, e o teu cume é colossal
Eis de ser forte, sábio, honroso, leal
Tu serás sempre mais terno, do que possa aparecer..."

Inserida por Lucianoprada

Acendo um cigarro, não sinto vontade de colocá-lo na minha boca, sinto curiosidade. Se quisesse fumar utilizaria outros nomes... Outros modos de falar de vontades repentinas, ou não.

Inserida por CamillaSolon

Nem sempre onde h¨¢ fuma0Š4a h¨¢ fogo. 0†8s vezes ¨¦ s¨® um show de reggae

Inserida por LeozinhoPereira

(...) Até o jeito como você mexe no cabelo quando fuma, me encanta.

Inserida por MuriloMelo

Você fuma? Às vezes se odeia alguém? Às vezes tem vontade de chorar ou vice-versa? Não sabe o que está fazendo aqui, agora, no mundo? Tem vontade de sumir? Há dias em que acorda com o pé esquerdo? Você já contou uma mentira e gostou? Ou quis ser criança pra sempre? Ser louco não é ser debilitado ou esconder um segredo sombrio. É ser como você ou eu amplificado...

Inserida por jorgebarboza

Levanta mulher
Pentea esse cabelo

Toma um café
Fuma um cigarro

Vai brincar de ser feliz
Samba na cara do medo
Que hoje o mundo é teu.

Inserida por deyvyson

O homem perfeito não bebe, não fuma, não reclama, não te stressa e não existe...

Inserida por MagnoConstantino

Vô, por que você ainda fuma charuto?

Inserida por Meninomaluquinho

Pelo tempo que o Saci-Pererê fuma cachimbo, já não era para ele ter morrido de enfisema pulmonar?

Inserida por RoneiPortodaRocha

CER TE ZA (crônica)

Tem anfetamina nos armários. Há pó branco na geladeira. No canto. Há. Há fumaças entrando pela janela da sala. Pela janela da sala. Há fumaças. Não consigo identificar. Não há o que identificar. Há pó branco. Nos armários. Está tudo misturado neste pequeno apartamento. Só o apartamento que é pequeno. Não me pergunte o motivo. Por ventura, os motivos não são obrigados a ser contados. Está tudo misturado. Pó branco. Anfetamina. Fumaças. Meu cigarro está aceso. Fumaças do cigarro. Talvez? Talvez. Trago cinco fumaças. Uma, duas, três, quatro, cinco. Poderia ser seis. A metade do tabaco coube seis fumaças. Minhas pernas começam a tremer. Ansiedade. Talvez? Talvez. As fumaças estão entrando pela janela da sala. O apartamento é pequeno. Grande são os pensamentos que me invadem, enquanto o ponteiro do relógio registra duas da madrugada. Duas. Da Madrugada. Os carros não estão na avenida. Nem as pessoas. Há pessoas nas ruas. Há carros nas casas. E o ponteiro está no número dois. O céu estrelado. Trago mais uma fumaça. A sétima. Contei. O conhaque está no balcão, a preguiça, debaixo do meu sofá e eu, no sofá. Não lembro quando chamei a solidão para dançar, mas todas as noites ela tira os sapatos e fica bailando no carpete da minha sala. Baila com passos descompassos. Não precisa saber dançar para se ser só. Ser só é uma arte. Já é uma arte. A oitava fumaça do cigarro se mistura com as fumaças da janela. As fumaças da janela são misturas dos cigarros de alguns adolescentes na rua. Eles também tragam fumaças. Não contam. Tragam. Eles riem. Mas eles riem. Eu não. Apenas fito paredes assentado no sofá sobre a preguiça ciente de que há anfetamina nos armários. Quadros estão nas paredes. Manet, réplica. Van Gogh, réplica. Vinci, réplica. Britto, original. O último está guardado. Minhas paredes pedem arte. As paredes pedem tudo. Toda vez que a solidão baila no carpete, as paredes pedem meu olhar. Talvez porque não enxergo a dança. Em um dos quadros está a sua fisionomia. Fisionomia. Rosto. Face. Cara. Teus cabelos enrolados. Encaracolados. Ondulados. Modelados. O sorriso rasgando a fisionomia. Rosto. Face. Os olhos decorando o rímel. O castanho decorando o glóbulo ocular. Infiltra-me. Decora e infiltra-me. As paredes pedem meus pensamentos, também. Agora eles estão te focando. Te focam. Devoram. E rasgam. Rasgam como o sorriso. O teu sorriso. Causam um estrago mordaz. Voraz. Alcatraz. A solidão saiu do carpete e tu entrou. Coreografia seguinte. Tuas pernas vão bailar no carpete. Teus dentes ranger felicidades. Ranger. Morder. Ranger. Meu olhar irá te encontrar. E não te largar. Ele nunca larga. Ele não quer largar. Ele não irá largar. Ele não pode largar. Teus pés pisam o chão. O chão. Imaginação. O chão da minha imaginação. Inquietação. Sob o meu corpo há uma inquietação. Agora. Sem demora. Mais uma fumaça do meu cigarro entra no ambiente. Ambienta o clima belo. A solidão volta a dançar. Tu foras embora. Voltou para o quadro. Ao lado de Manet. Pela manhã, o padre falou que as pessoas morrem. Que todos morrem. Que a morte é a única certeza da vida. Que a vida há uma certeza. Uma certeza. A morte. Morte. Mas ele mentiu. O padre mentiu. Men-tiu. A única certeza da vida não é a morte. Ontem eu te matei e hoje tu me devoras com o olhar. Não é certeza. Alguém deve estar certo, mas eu te matei. Ma-tei.
A única certeza é que há anfetamina nos armários, pó branco na geladeira e cigarros no meu bolso. O resto é balela. O ponteiro marca duas e cinco da madrugada, outra certeza. Talvez? Talvez.

- João Guilherme Novaes

Inserida por JGNovaes

Oh, você não gosta de crianças?
(Você não pode!)
E você ainda fuma cigarros? (Ew)
(Você não pode!)
É que você tem medo do vestígio?
(Você não pode!)
Você ainda usa o Bluetooth?
(Você não pode!)
Você ama aquela cuecas brancas
(Você não pode!)
Porque elas só mostram seus pneuzinhos.
E, baby, quando você decidir começar a crescer,
Podemos boom, boom, boom, baby, nos apaixonar.
(Vamos!)

Inserida por dircardoso

AOS TOMBOS

Balngo-bango, maribondo
na carreira eu me arrombo
sobre poeira e aos tombos
na fumaça me escondo.

Eu vou por ai aos pombos
em ditongo, orangotango
dança o tango no losango
cozinhando ao fogo brando.

Se não dê, parto pro cano
espatifando os tímpanos
vou seguindo assim os planos
como faço com os anos?

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

“O homem que joga e fuma, no vício da embriaguez, cachorro que pega bode e mulher que dá uma vez, não há remédio no mundo que cura nenhum dos três”.

Inserida por Superjujar