O ser-humano tem medo da dor, foge das implicações do caminho. Aqui, afugenta-se no alívio imediato do eu-indisponível, da “egonomia” resultante da modernidade consumista e da qual resulta a maior escravidão da humanidade: O Homem escravo de si mesmo.
"Na noite trágica, uma dor no peito me incomodou, orei pelo meu próprio sofrimento, pedi a Deus que me fossem ali os meus últimos momentos, mas ele não me atendeu...
rosas estão mortas num buque
mesmo morta tal beleza,
esperança enorme dor,
cadáver coração que não bate mais,
muitas lagrimas que ainda não secaste
no mais profundo insano sentimento.