Frase de dor
É quase impossível sentir a dor do outro.
Você pode imaginar, mensurar, se compadecer, até fazer algo para amenizar.
Mas... sentir, só quem realmente sente, que sente!
Enquanto você dorme, eu aqui escrevo,
E alguns nascem após a dor do parto que passa e outros partem deixando a dor que não passa,
Provisório e Imenso é o poder da mentira. Mas ele só se expande em três ambientes: no desespero, na covardia e na ignorância. Se busca a perpetuação, a verdade é sua melhor opção. Ela está em todo o resto, até mesmo na dor.
por fim, de que nos adianta uma existência duradoura se ela é muito sofrida, pobre em sucesso e tão cheia de dores...
... só dá vontade de abrir os braços para o abraço fatal e final.
Cravar as unhas na pele... continuar apertando até onde der... até a carne se quiser! Prolongar ao máximo essa dor... Quem sabe assim, a dor da minha alma diminua. Malditas unhas roídas !
O mais poderoso dos venenos
Rasgou minha alma
Maculou meu corpo
Destruiu minha mente
Poluio meu sangue
O mais poderoso remédio
Foi o veneno que me contaminou
Amor, ó amor, tanto constrói como destrói
Podia ser tão belo
Podia ser tão cruel
O veneno mais poderoso que me levou
A dor faz parte da vida!
Aceite o fato de braços abertos pois é ela quem te ensina e te fortalece. Seja grato, seja forte, seja a própria dor!!
Não tenha medo de chegar ao limite da sua dor emocional. Quando isso acontece, uma chave vira e tudo que você sentia antes toma outra forma.
DÓI MUITO A DOR DE CADA DOR
(Bartolomeu Assis Souza)
Cada um com sua dor
Está sem calor
Está sem amor...
Dói muito a dor de cada dor
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! A alguns deles não procuro, basta saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida (...) mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare e não os procure.
Nota: Versão adaptada de trechos da crônica "Meus secretos amigos" de Paulo Sant'Ana: Link. A frase é muitas vezes atribuída, de forma errônea, a Vinicius de Moraes
...MaisFiz do meu prazer e da minha dor o meu destino disfarçado. E ter apenas a própria vida é [...] um sacrifício. Como aqueles que, no convento, varrem o chão e lavam a roupa, servindo sem a glória de função maior, meu trabalho é o de viver os meus prazeres e as minhas dores. É necessário que eu tenha a modéstia de viver.
“Pode chorar querida, não é um erro, é uma necessidade. Você precisa colocar pra fora toda a dor que já lhe causaram. Você está sendo forte por guardar isso tudo só pra você, nunca se julgue fraca porque você não é. E eu sei, você sabe, e todas as garotas do mundo sabem como é isso. Só continue sendo forte.”
A cruz deles é esquecer-se de sua própria dor. É nesse esquecer-se que acontece então o fato mais essencialmente humano, aquele que faz de um homem a humanidade: a dor pessoal adquire uma vastidão em que os outros todos cabem e onde se abrigam e são compreendidos; pelo que há de amor na renúncia da dor pessoal, os quase mortos se levantam.
Minha maior dor é não saber fazer a única coisa que me interessa no mundo que é amar alguém...(...) Me perdoe pela loucura que é algo tão pequeno precisando de amor e ao mesmo tempo algo tão grande que expulsa o amor o tempo todo. Eu sou uma sanfona de esperança. Eu tenho estria na alma."
