Frases sobre folhas
Reflexão!
"Sabe...
Muita vezes as folhas caem, mas a árvore não morre.
Ela suporta firme o inverno na certeza de que a primavera vai voltar trazendo folhas,flores e novos frutos. Por isso não se desanime diante das dificuldades. Deus está presente em cada estação da sua vida.
Ainda que tuas folhas caiam, você permanecerá de pé, pois o Senhor sustentará tuas raizes."
Início de tarde
horário de verão
o mormaço
faz das árvores
esculturas imóveis
com folhas preguiçosas...
Ou a preguiça é do vento?
CASTANHAS
Quem quer quentes e boas quentinhas?
É outono as folhas estão a cair
As castanhas do ouriço vão sair
Elas estão a cair para as apanhar
E os dedos vão picar
Quem quer quentes e boas quentinhas?
Caem as castanhas lá do castanheiro
E nós vamos lá para as apanhar
Quem quer quentes e boas quentinhas?
tentei evitar
eu já gastei todas as minhas folhas só pra evitar te namorar mais acho que não não vai funcionar porque eu sou vida bruta e não sei evitar eu tentei evitar eu tentei evitar.
eu só não sei jogar;;;;
;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;eu tentei evitar olhar pra você mas acabei te chamando pra um role eu tentei evitar teu olhar eu tentei evitar eu tentei mas.
o role foi no cinema nós já tinha o esquema romance era o tema eu tentei evitar te beijar eu tentei evitar eu tentei eu tentei evitar ser bruta te amar te beijar isso é bobeira brincadeira eu estou com medo mais só não sei se é cedo pra te amar meus segredos com você compartilhar minha vida boa com você vem ver viver comigo o sol é meu melhor amigo é tão bom estar contigo amigo amigo amigo amigo amigoooooooooooooooo
No que sei e na tua certeza
as gotas de orvalho que caem das folhas
são como os rios de suor que escorrem
das colinas do teu corpo em noites de chuva.
MURMÚRIOS DE AMOR
O versar ao cair das folhas pelo outono
suspiroso por tu, cheio de aflitivo canto
lastimando o afeto, de outrora encanto
como um cântico tortuoso sem entono
Ó rudeza de solidão seca no abandono
o ocaso entristece o verso com pranto
sentido, regado em lágrima, enquanto
tombam as folhas maçadas e sem tono
São suspiros que nascem de um jeito
e largam o coração apertado e estreito
nos versos tão choramingados na dor
Ó sensação! Este destino tão amolado
e o sentimento com o recordar fadado.
Faz murmurar saudades, de um amor!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09 junho 2024, 16’02” – Araguari, MG
"Aprendei o exemplo da Figueira: quando os Ramos ficam tenros e as folhas brotam, sabeis que a primavera está próxima. Também vós, quando virdes acontecer isso, sabei que está próximo, às portas. Eu vos asseguro que não passará esta geração antes que aconteça tudo isso. Céu e terra passarão, minhas palavras não passarão. Quanto ao dia e a hora ninguém os conhece. Nem os anjos no céu nem o Filho; só o Pai os conhece. Atenção! Estai despertos, porque não conheceis o dia nem a hora! É como um homem que, ao ausentar-se de sua casa, a confiou a seus servos, repartindo as tarefas, e encarregou o porteiro de vigiar. Assim, pois, vigiai, porque não sabeis quando vai chegar o dono da casa: ao anoitecer, ou à meia-noite, ou ao canto do galo ou de manhã; para que ao chegar de repente, não vos surpreenda adormecidos. O que vos digo, eu digo a todos: vigiai!"
Marcos 13,28-37
Mesmo quando a Lua sumir,
mesmo que o Sol pare de brilhar,
mesmo que as montanhas voem como folhas de outono
e o abismo esteja a nos observar
eu vou te amar.....
...
Lembrei do verão
E floresci, primavera
Muitas folhas ao chão
Fechei minha janela
Descortinei,singelo
Forma de expressão
Extraí o mais belo
Pus em uma oração
E de três em três meses
Minha constatação
Eu, plebeus e burgueses
Somos todos pagãos
Outono se afasta, propício
O frio se instala, indício
Inverno de julho, início
O sol se afasta, solstício
Mudaram As Estações
Em uma floresta de outono
O calor há muito já se foi
As folhas amarelas não mentem
A vida escorre, a neve vem
À noite, a fogueira é conforto
Resto do que já foi sentimento
Só o que ficou foi a ausência
E o pesar de risadas não dadas
No céu noturno, estrelas brilham
Oniscientes, onipresentes
Elas que observam a tudo
Sentem o vazio que plaina cá
Tal qual o silêncio violento
Pois que a vida não mais habita
Os recantos verdes d'esperança
Dessa floresta sem seu calor
As cores refletem o passado
E a esperança da primavera
E o amor, a mais linda das cores
Ou é a soma de todas elas?
Passada a noite com paciência
Encontra-se infindável lago
E o sol que brilha no céu azul
Reflete na água cristalina
E abaixo da superfície, vida!
Coloridos cardumes, milhares
Em derredor à floresta aquática
Onde é sempre quente e não há neve
E verde bem como a esperança
Vida colorida como o amor
Água brilhante como as estrelas
Sol quente que a toda vida aquece
ela escreve a lápis arranca as folhas, porem com os punhos sobre a mesa em outra folha ela registra minuciosamente com detalhes,
E as palavras surgem como Uma composição ela preenche aquelas folhas
lembro do tempo das Árvores deitado na grama vendo do Sol sobre as folhas eu era criança e não me importava de considerar as árvores como os melhores amigos afinal você se foi e me deixou sozinho e lembro dos nossos abraços de infância éramos pequenos eu te amava por ser a melhor pessoa do mundo hoje você é meu anjo e espero que você tenha orgulho por quem eu tenho me tornado eu tenho muito orgulho de ter aprendido com você sobre as coisas do amor.
Ah, Outono!
Sinto minhas folhas caindo.
Secas, ao vento dançam e se vão.
Voam distante, carregam ilusão.
São sonhos que se foram.
Faz parte do ciclo, folhas se renovam.
Outras irão surgir.
O importante é deixar ir!
Edileine Priscila Hypoliti (Edí escritora)
O cair das folhas das árvores me fez compreender o quanto cair e tropeçar é natural. Levantar é mais difícil, requer ânimo, vigor e vontade.
LENDA DE OSSANHA
Cada divindade tem as suas ervas e folhas particulares, dotadas de virtudes, de acordo com a personalidade do deus. Lydia Cabrera publicou uma lenda interessante, sobre a repartição das folhas entre as divindades:
"Ossanha havia recebido de Olodumaré o segredo das ervas. Estas eram de sua propriedade e ele não as dava a ninguém, até o dia e que Xangô se queixou à sua mulher, Oiá-Iansã, senhora dos ventos, de que somente Ossanha conhecia o segredo de cada uma dessas folhas e que outros deuses estavam no mundo sem possuir nenhuma planta. Oiá levantou suas saias e agitou-as impetuosamente. Um vento violento começou a soprar. Ossanha guardava o segredo das ervas numa cabaça pendurada no galho de árvore. Quando viu que o vento havia soltado a cabaça e que esta tinha se quebrado ao bater no chão, ele gritou: 'Ewé O! Ewé O!' ('Oh! As folhas! Oh! As folhas!'), mas não pôde impedir que os deuses as pegassem e as repartissem entre si".
Segundo uma lenda recolhida por Bernard Maupoil, quando Orunmilá veio ao mundo, pediu um escravo para lavrar seu campo; comprou-lhe um no mercado; era Ossanha. Na hora de começar seu trabalho, Ossanha percebeu que ia cortar a erva que curava a febre. E então gritou: 'Impossível cortar esta erva, pois é muito útil.' A segunda curava dores de cabeça. Recusou-se também a destruí-la. A terceira suprimia cólicas. 'Na verdade', disse ele, 'não posso arrancar ervas tão necessárias.' Orunmilá, tomando conhecimento da conduta de seu escravo, demonstrou desejo de ver essas ervas, que ele se recusava a cortar e que tinham grande valor, pois contribuíam para manter o corpo em boa saúde. Decidiu, então, que Ossanha ficaria perto dele para explicar-lhe as virtudes das plantas, das folhas e das ervas, mantendo-o sempre ao seu lado na hora das consultas.
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