Frases sobre folhas
FOLHAS EM POEMAS
Espelhos quebrados no
sertão em meus olhos
emaranhado de folhas
em poemas.
Papeis brancos e rascunhos
escritos entre as fissuras
das folhas verdes.
O rio em córrego em
notas musicais pelas
volutas da noite a
escuridão.
Como o outono que derruba as folhas secas, você chegou em plena primavera, secou minhas esperanças e me fez voar com o vento, sem rumo, sem desejo de parar, apenas pelo prazer de voar!
E como toda estação que acaba, você se foi e me deixou congelando, em plena primavera!
O tempo é como o vento que leva e trás amigos como folhas secas, em meio essas folhas secas você sempre vai encontrar uma árvore de raízes fortes que se prendera ao seu lado e não importa quão grande seja o vendaval essa árvore se manterá do seu lado ela é chamada de verdadeiro amigo, e essa árvore trará com ela folhas secas que sujaram seu quintal mas é essa árvore que te dará sombra quando você se sente esgotado.
Já reparou como o céu é lindo? Reparou o barulho do vento tocando as folhas das árvores? Já reparou o som dos pássaros cantando durante uma linda manhã? Os raios do sol num fim de tarde? Parou um pouco pra perceber quão significantes são esses mínimos detalhes da vida? Se não, meu caro. Peço-lhe que abra os olhos. Pois as coisas mais lindas da vida estão nos mínimos detalhes.
As folhas caem, o destino muda e a vida diz “o que é bom, sempre acaba” não posso falar se é verdade, tampouco se gosto disso, não tenho certeza do tal também. A felicidade vem, quem sabe com alguém... A felicidade fica, mas por coisas da vida, ela perde o uso como aquele brinquedo velho que você não quer mais, mesmo com lembranças ele continua guardado, mas se você o joga fora por sua inutilidade, é como se a saudade fosse menor. A felicidade não se foi, você a tirou de sua vida. Se felicidade fosse um brinquedo, você teria sorte, brinquedos lançam novos e podemos comprá-los... Se a felicidade fosse mesmo algo assim, ninguém precisaria de mim. Temos sorte por saber – ou dizer que sabemos – viver, porque viver é amar não só amar alguém, amar a vida e aquele simples brinquedo velho.
Era um caderninho cujas folhas amareladas continham palavras traçadas com tinta, lágrimas, sonhos e esperanças. Um caderninho que servira de abrigo para as palavras em tempos felizes e nos mais difíceis e que nunca deveria ser lido. Era um caderninho secreto que ficava guardado junto ao seu dono cedendo-lhe mais páginas e absorvendo sonhos em formato de pequenas palavras. Palavras tão frágeis e tão doces que guardavam algo muito maior que seu significado e que nunca foram descobertas. Eram todas palavras de amor e tristeza escritas a uma admirável caligrafia e borradas por pesadas lágrimas. Eram palavras machadas por erros e reescritas com sabedoria. Mas, acima de tudo, eram todas apenas palavras escritas em um caderninho manchado pelo o passado e reescrito pelo presente.
Despeço-me do rio, das folhas ao vento,
Dos pensamentos inconstantes,
Dos amores e das sementes
Despeço-me do mar, do quintal, do pomar
Construirei meu jardim sob um novo despertar
Peço licença pra chegar e lançar sonhos eternos
Sobre a sombra do luar, sem me despedir jamais
Deste novo lugar.
LAMENTO DE AMOR
Pensando no quanto, o lamento da mente
Como um vento fremente que as folhas farfalha
Corrói pensamentos, tal qual navalha
E nenhum argumento que da pena, valha
paixão, saudade, razão ou cuidado
Justifica a dor do amor, deixado de lado
Desprezo indolente que faz descontente
Ausência sentida, medida irreal
Traduzindo vertentes de atenção desigual
Amola a faca, acerta o fio
No frio contido. Dissimulação!
Maltrata o desfecho. Maldade em ação!
É DE DEUS
Enquanto eu destinguir
Os galhos das frondosas folhas
E avistar sem engano a fruta madura
Enquanto eu tiver essa vontade
De come-la codimentada de sal
Enquanto eu me cativo
Dos cantos espalhados dos pássaros
Que bicam as frutas, o seu alimento
Enquanto eu me paralisar
Diante deste simples mistério
Que já deixamos de tentar
Falar, explicar
Eu me defronto com o amor de Deus
Confirmando o seu poder
A sua vontade de nos ver felizes
E é da comida que deglutimos
E da água, virgem que correm das nascentes
Da espera das estações próprias de cada coisa
Que os homens e os pássaros se enchem de vontade
Eu me confrontarei com os negadores
Do poder Divino.
Foi Deus quem tudo fez e criou na sua completude
Tudo o que vemos de bom e prazenteiro
Deus não inventou a falta, ou a escassez
Foram as esperas dos animais
O homem com sua ganância
Os animais das matas com sua fome inglesa.
Enquanto eu subo aos céus
Vou me aproximando dessa verdade
A verdadeira verdade é de Deus
Tudo é de Deus
Que Criou, que aprimorou
Que do seu conhecimento cibernético
Criou o que está para ser feito
Deixou a luz para nos iluminar
O escuro para meditarmos
E as condições de espera e paciência
Do dia e da noite que chegam e saem
No desencontro de fazerem o tempo.
Gosto de borboletas. Gosto de pássaros. Gosto de vento no rosto. Gosto de folhas de árvores espalhadas pela calçada. Gosto de poesia. Palavras bem colocadas. Pessoas inteligentes. Pessoas de mente aberta. Pessoas interessantes. Sorrisos dados gratuitamente. Olhares profundos. Sinceridade estampada no rosto. Vontade espontânea de ajudar o outro. Um tanto de espírito aventureiro. E mais um bocadinho de coisas. Sou feita basicamente disso. Coisas simples. Bem simples.
Que o nosso amor nao como as folhas secas que caem a qualquer momento,mas que seja como as flores que se renovam a cada amanhecer!
Folhas ao Vento
Minhas angústias são como folhas voando,
Chorando ao desprender do ramo que amavam.
As folhas caíram depois da ventania,
Vento que foi cantando, distante,
Levantando a areia da praia
De águas frias, cantantes, coloridas...
Vento agreste levou as folhas para o mar.
Sem mais o ramo para ficar,
vaguearam, rolaram,
Perderam toda a seiva que as adoçava...
O vento sempre as levar,
sem rumo, sem magia
Levou também a brisa doce dos meus versos,
Fez-se outono em mim, tamanho o abandono
De uma alma desfolhada que após o vento
Também caiu...
Eu posso ver o brilho das folhas
Eu posso sentir o aroma das flores
Eu posso gritar ao mundo o quanto eu te amo
Mas você é o único que não escuta o meu apelo
Por que será que quem eu amo sempre será o último a ver e sentir o que realmente eu quero dizer quando falo EU TE AMO.
Como folhas de Outono nossas ilusões vão caindo á medida que avançamos em direcção ao Inverno da Vida!
[b][i][violet]na vida somos como uma arvore e nossos amigos como folhas...
algumas estão perto, mas não podemos esquecer dos amigos distantes...
aqueles que ficam nas pontas dos ganhos !!
o tempo passa e perdemos algumas dessas folhas, aparece novas, algumas permanecem !!
mais o que nos deixa feliz é saber que mesmo que algumas dessas folhas cairam...
[/violet]as lembraças dos momentos perfeitos, momentos unicos ...
que estão etenamente dentro de nossos corações !!
enquanto cruzavam o nosso caminho...
[violet]desejo a todos vcs, folhas da minha arvore, muita paz, amor, e felicidade...
hoje amanhã e sempre !!
simplesmente porque cada pessoa que passa em nossa vida é unica...
[/violet]sempre deixa um pouco de si....
e leva um pouco de nós....
te adollu
As pessoas se vão assim como as folhas caem no outono, assim como o sol nasce a cada manhã. - A última despedida
VÓ
Onde estão as pitangas,
As bananeiras e as secas e verdes folhas?
Onde estão as taiobas e os efós?
Os livros cheios de encantos por onde me revelava sonhos...
Onde, os olhos azuis e verdes (acinzentados)?
Onde, as mãos nas minhas ao atravessar a rua?
Mamoeiros, araçazeiros e velas emergenciais...
Frente ao nicho dos santos, dos prantos do menino, eu
Dos sorrisos alucinadamente felizes, meus
O agasalho e a gemada frente à TV sem cor e colorida
Fazíamos tapeçaria, eu e meu irmão (o segundo)
O beijo, o afago, o abrigo, o agasalho...
Onde, onde, onde?
Onde a “casinha feliz” e os contos do Lobato?
Onde o som da flauta, do violino e o sabor do pão delícia?
A leitura, no início da manhã, e a voz doce que lia, onde?
A calça da mulher além das muralhas do tempo, onde?
O batom vermelho, o ruge, os óculos, os brincos, onde?
Os sapatos altos, os atos fortes, a telha velha, o pão torrado, onde?
As bolsas, as pulseiras, os anéis, o anel de professora, onde?
As estantes, o cristo na cabeceira da cama, o meu deleite...
Tanta felicidade, tanta segurança, tanta fantasia, tanto amor...
Esperei da vida uma máquina fotográfica e nada se apagou...
Nada se desbota nada se resume nada estanca, mas, onde?
Parece que o quintal acabou. Apenas parece...
Simplicidade e sofisticação da mestra
Os versos em francês da vó
Li o acróstico que um pássaro escreveu pra flor
Parece que o quintal acabou. Apenas parece...
Onde, a postura encantadora da candura que me acalentava?
Onde, a canção que fiz sendo cantada pela cansada voz?
Lá no quintal da minha casa, pois assim me fazia ver, tinha o céu
Parece que o céu morreu no quintal. Apenas parece...
Amanhecer
A água cristalina
de um riacho
o farfalhar suave
do vento entre as folhas,
o céu límpido,
a luz difusa do sol
atravessando a folhagem das árvores
Ao sermos
saudados por essas vistas e sons agradáveis
nos convencemos de que um dia maravilhoso nos aguarda
