Fogueira
Anda sem rumo, eira nem beira, senta em qualquer roda de fogueira e nem vê a o tempo passar, cumpre os horários, um tanto se limita por em alguma dia ter de se enquadrar na rotina...
Acorda antes do dia clarear e ver o sol nascer é o que faz despertar em nela que mais uma vez la esta de pé, correndo atrás dos ganhos, lidando com as perdas, sofrendo a dor do mundo como se fosse sua, e lá dentro dos olhos da menina Lua quando refletem as cores do céu matutino ali habita a esperança, onde mora os sonhos que correm dentro dela, enquanto esta esmagada em algum quanto do ônibus junto de muitas outras pessoas que sonham, ou que nem isso mais fazem, apenas sobrevivem, aceitam e fazem, esqueceram até o seu próprio nome, o que gostam, e sentem
- o que você faz nas horas vagas? (Ela se indaga)
- horas vagas? O que é isso? A hora que estou transitando até o trabalho (que enche minha barriga e me veste) do trabalho pra escola (onde me esforço pra pra estudar o que não em vou usar, pois dizem ter ordem e progresso, mas eles mentem. Há vestibular) da escola pra cama, da cama um pisco e já vem: acorda menina, mas não deixe os sonhos dormindo, os carregue, ainda que sufocados, não os deixe apenas para a hora de dormir, é acordando que se realiza, mas se não dormir, não vai existir tempo para sonhar, por isso, dorme agora, é só um vento lá fora.
A fogueira foi acesa e não foi apagada, queima a algum tempo e o fogo só aumenta, já caiu tempestades e passou ondas, e o fogo reacende quando o céu se abre.
Numa Roda de Fogueira
Pela estrada vou correndo,
vou vivendo.
As estrelas simplesmente
me disseram que o meu
caminho... é a estrada.
Então sinto o silencio e
pela estrada vou
caminhando o meu
caminho sozinho.
Me aventurando livremente
pelo mundo.
Não prenda um leão pôs
não vai gostar quando
ele mostrar as presas.
Então eu mesmo escolho
o meu caminho, procurando
Deus, sozinho, procurando
a mim mesmo.
Então sigo o caminho que
me pertence.
Conheci algumas pessoas;
numa roda de fogueira
com minha voz rasgada,
desafinada e meu violão.
Cantei minhas histórias e
quando olhava para
as estrelas só conseguiam
lembra dos olhos dela.
BRASA ADORMECIDA – Feito brasa adormecida, na fogueira do tempo, você surgiu do nada e, crepitante chama, reacendeu meu coração. (Escritor e Jornalista EUGENIO SANTANA – Autor de livros publicados)
-Eu e Ela, a noite e a fogueira, o mar e a Lua, o violão e o Reggae, a brisa e o som, a Paz e o Amor !
Palha que arde
Na fogueira da vaidade
Olhares que gritam
Em silêncios abafados.
Pausas ruidosas feitas
Em palavras que incomodam.
Pedras no caminho
Mudas de sentimentos
Um minuto sobre o ventre.
Dou voltas no vazio
Tenho frio nos meus sonhos.
Frio na minha cama
A saudade deixa pedacinhos.
Pedaços de nós
Os ladrões do sono.
Saquearam a minha noite.
Ocuparam um espaço vazio.
Na minha alma sonâmbula.
Um deles teve pena de mim.
Do meu silencio
Do meu coração irrequieto.
Afinal amamos tanto
Tanto o nosso tempo.
Que ficamos sem tempo.
Para amar e viver
Palha continua arder
Na fogueira do orgulho e da vaidade!
O amor é uma fogueira
É fogo que ateia
A candeia do coração
É o sentimento mais profundo
Mais bonito neste mundo,
É o amor
O amor nos faz acreditar
Nos dá força prá lutar
Faz da gente um vencedor
Pois onde existe amor
Não há guerra
Não há dor
Não há dor
Só o amor é capaz
De unir os corações
Só o amor pode tudo
Só o amor faz a gente
Faz a gente ser feliz
Só o amor nos faz
Olhar prá frente
Nas chamas quentes De uma fogueira qualquer Onde nenhuma rainha jamais Pudesse fornicar
O Senhor da Luz vê
Uma sombra loira a brotar Azor Azor Ahai Vai vir de onde vende pão, seu trampo E o senhor, nosso R’hllor
Nos tem aquecido para nossa alegria
Venha
Vamos acender uma fogueira
Andar descalço na areia
Sentir a sujeira
E ficar de bobeira
A noite inteira.
Se ser feliz fosse uma fogueira, a minha
apagou-se e, é lamentável, por que as cinzas
não queimam novamente.
Você obtém o melhor esforço dos outros não por acender uma fogueira sob seus pés, mas por atear um incêndio dentro deles.
Agora só,
Eu mentalizo apenas eu e você
Numa praia deserta e escura
Estamos montando uma fogueira
Pois é inverno
Como está frio, você me abraça
Não há palavras para descrever nossos sentimentos
Apenas encoste seu coração no meu e sinta
O quanto eu amo você.
O amor não era uma grande fogueira que penetrava na alma e ardia até impedir qualquer reconhecimento. Eram momentos cotidianos simples que se acumulavam uns sobre os outros feito tijolos, até formarem um fundação tão sólida que nada podia derrubar. Nem o vento, nem a chuva.
Refutar as palavras de um sábio é muito mais que se atirar em uma fogueira com frieza. É se colocar em condição de palerma!
