Fitas de fim do Curso para Amigas
Sou como um riacho humilde que, entre pedras e barreiras, traça seu curso sinuoso; nunca estanco, apenas me desvio, impelido por uma força invisível que me arrasta para o mar infinito, um destino maior que me orienta e transcende meu próprio ser.
Nem um curso ensina a ser humano pois humanidade é atitude de criação diária dada pela forma consciente que tratamos a nós e ao próximo.
Não queime o rádio, cara. É uma simples brincadeira, você brincou conosco o curso inteiro e não ficamos bravos e veja bem; "A Paz" não consiste nisso. Vamos brincar, é brincando que se aprende. Não?
Seguir o curso do rio,
Fazer uma bonita canoa
com Guapuruvu,
Agradecer a Deus por
esta terra tão boa,
Quem sabe um dia ganhar
como prêmio o seu amor,
Na sua companhia dar
risada de tudo e à toa.
No quinto dia do ano em Rodeio
No quinto dia do ano em Rodeio
só quero a paz do curso
do Rio Itajaí-Açu o ano inteiro.
Seguindo o curso
do Rio Itajaí-Mirim
o Biguá canta como
se recitasse uma poesia
de amor para mim,
Na beirinha pude ver
um Jasmim Brasileiro
florescido e esbanjando
beleza com o seu colorido.
23/06
Um elogio sincero
ou uma palavra de estímulo
têm a capacidade de mudar
todo o curso da História
e são capazes de blindar
que o mal se aproxime
onde alguns não buscam cultivar
o hábito de ter limite.
DEMOCRACIA E PODER
O povo é o rio que traça o seu próprio curso; é largo, imprevisível e vivo. Os partidos são as margens que devem conduzi-lo, não aprisioná-lo. Quando se tornam rochas inflexíveis, negando o fluxo que os alimenta, já não são leito, mas barreira. E o que é uma democracia senão o direito do rio a correr, mesmo que suas águas desgastem os obstáculos que ousam petrificar o seu movimento?
Há vestígios do pesadelo
em curso na atmosfera
que as correntes de ar
a respiração carrega
não só em Rodeio
no Médio Vale do Itajaí,
O Sol diante dos olhos
discretamente a sua
cor carrega em comparação
aquilo que se vive por aí,
Está muito melhor por aqui.
Cerca grande do destino
na Serra das Congonhas,
O Rio Biguaçu é nascido
com o seu curso bonito.
Não se navega em partes
porque ele tem cicatrizes,
O Rio Biguaçu tal como
a gente também têm limites.
Tudo aquilo que fazemos
deve ser feito para durar
para viver e sempre navegar.
Além do Rio Biguaçu cada
verso é para lembrar rios
de importância para a vida.
Até o curso de um rio
fora de um momento
não se desafia em nome
do seu próprio tempo.
O Rio da Madre ensina
até quando se lida
com gente é preciso
sempre aguardar na vida.
Desafiar não é a opção
em nome do imprevisível
que podermos contar.
Amar e o tempo respeitar
seja para ir de barco, canoa
ou até mesmo para nadar.
O norte já está traçado quando escolhemos o curso da vida.
A faculdade é apenas uma etapa, muitas vezes um plantão mal sucedido diante da realidade.
Agora, ser enfermeiro é assumir uma profissão dedicada à vida alheia,
onde o aprendizado nasce do dia a dia, das experiências e dos encontros.
Mas é também carregar o peso da responsabilidade:
não se pode errar, pois o erro se transforma em julgamento,
e cada gesto precisa ser certeiro, humano e consciente.
Amanhã é outro dia onde o barco segue seu curso sem leme na direção, pois Deus é que está abrindo o caminho ,cabe à nós observar a profundeza do mar (alma em náufrago nesse líquido amniótico chamado lágrimas do coração).
“A telergia é um fenômeno perceptível à sugestão dentro do corpo. Num curso que dou, pego uma menina da plateia e digo que vou enfiar nela uma agulha desinfetada com álcool. Em vez disso, passo a agulha na sola do meu sapato. Ela chega a sentir o cheiro do álcool e não há infecção. Está provado que a telergia tem um poder que responde muito bem à sugestão dentro do próprio organismo, não deixando a infecção instalar-se. Mas só é controlável dentro do corpo se a infecção não estiver instalada.”
