Fim do Mundo

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Eu nasci estopim
pólvora pra tudo quanto é lado
inflamável mesmo
até o fim do mundo .

Tolos são aqueles que pensam que uma queda
pode ser o fim do mundo,quando na verdade é só o começo.

E me perco novamente, numa vida sem sentido, e com um fim de mundo surgindo, tô paranoico!

A vida magoas sem fim;
O mundo um vale de dor;
Quantos mais foges de mim;
Mais aumenta o meu Amor

Você pode até ir pro fim do mundo, ficar com a mais linda desse universo, mas seu coração só pertence-rá a uma única mulher.

Bem distante do fim do mundo, é contigo que me encontro — como se o amor soubesse exatamente onde me esconder.

Mentiam umas para as outras e, quando as pessoas fazem isso, no fim, o mundo que construíram sempre desmorona.

Quem diria que o fim do mundo seria tão pacífico. Pelo menos durante o dia.

⁠A voz do fim do mundo habita
em muitos de nós,
é uma necessidade de destruir,
sem saber o que construir.
É um projeto!!!
Nos transformar em imbecis.

Estamos enfrentando o fim do mundo. Não podemos discutir e não podemos ser cautelosos.

Hoje, faz 80 anos da bomba de Hiroshima. Foi só o começo; o homem já aperfeiçoou o fim do mundo.


Benê Morais

O que faria por você

Eu iria ao fim do mundo para te encontrar
Eu queria uma chance pra te conquistar
Eu nadaria ao fim do mar, para te amar
Por que meu amor por você, jamais vai acabar

Pois você é minha paixão
Sem você na minha eu não existo
Eu sem te amar, não consigo viver
Não dá pra te esquecer

Pois você é minha vida
É tudo pra mim
Sem você na minha vida
Tudo teria fim

Chegou por engano, chegou de repente
E o meu coração conquistou facilmente
Por que se o amor é pra sentir
E não pra entender
Hoje tenho certeza que amo você

O mundo que conhecemos chegou ao fim. Neste mundo, só os fortes sobrevivem.

A Diabetes não é o fim do mundo , mas sim um novo mundo a ser descoberto

"Fim do mundo. Ok, mas isso não significa que o mundo vai acabar amanhã."

O fim do mundo não vai ser com apocalipse de zumbis, vai ser com apocalipse de maconheiros idiotas.

A noite é badalada nas estradas do fim do mundo, o dia é passageiro pra quem dorme antes do anoitecer.

HORA TRISTE



O momento transcende a fim de mundo;

o bardo se aconchega à solidão,

e, prenhe de um pesar cruel, profundo,

chora a angústia de atroz desilusão!



Na penumbra da alma, o céu é profundo,

e o pranto inunda toda a escuridão;

então um verso nasce, e num segundo,

canta a mágoa que habita o coração!



Mas mesmo em meio à sombra que consome,

o bardo insiste em seu cantar dolente,

buscando luz no abismo da saudade!



O tempo passa, lento e indiferente,

e cria, então, a estrofe com seu nome,

na rima rica da felicidade!



Nelson de Medeiros

Temos tanto pavor do fim do mundo, e não percebemos que todos os dias o mundo acaba para milhares de pessoas... Algumas delas, bem perto de nós.

Há uma cena em Encontros no Fim do Mundo que não dá vontade de explicar. Dá vontade de ficar quieto. Um pinguim simplesmente se afasta dos outros, vira as costas para o mar, que é onde está a vida, e começa a caminhar sozinho, em direção às montanhas geladas da Antártida. Um caminho sem volta. Um caminho que, no fundo, aponta para a morte.
Herzog não tenta romantizar isso. Ele só mostra. E, curiosamente, aquilo deixa de ser só sobre um pinguim. Vira sobre a gente.

“Aquele pinguim é o sujeito que rompe.
É o momento em que algo sai do roteiro.”

Enquanto o grupo representa o seguro, o instinto, o “é assim que sempre foi”, o pinguim solitário faz o oposto. Ele não está perdido. Ele escolhe sair. E isso é o que mais incomoda. Porque ir contra o próprio instinto não é coisa de animal, é coisa de humano.
Quem nunca sentiu vontade de ir embora de tudo? De se afastar do que mantém a gente em pé, mesmo sabendo que pode dar errado? Sair de um lugar, de uma relação, de uma fé, de uma vida inteira… não por ignorância, mas porque ficar dói mais do que o risco de partir.
O pinguim não parece confuso. Ele parece cansado.
Cansado de repetir o mesmo ciclo, o mesmo caminho, o mesmo destino compartilhado. Talvez caminhar para as montanhas seja o último gesto de controle que ele tem. Um jeito silencioso de dizer: “até aqui, chega”.
Herzog fala em loucura, mas talvez seja pior que isso. Talvez seja lucidez demais. Talvez, por um instante, aquele pinguim tenha sentido algo que não deveria sentir: o desejo de ser único, mesmo que por pouco tempo.
Ele não caminha atrás da morte. Ele caminha atrás de algo que ele mesmo não sabe nomear. “A morte é só o preço.” No fim das contas, essa cena incomoda tanto porque ela quebra uma ilusão confortável: a de que todo ser vivo quer sobreviver a qualquer custo. Às vezes, viver do mesmo jeito deixa de fazer sentido.
E o mais estranho não é o pinguim indo embora sozinho. O mais estranho, e mais honesto, é perceber que, lá no fundo, a gente entende exatamente por quê. Só não encontramos as palavras para expressar o que é! Apenas esse aperto é essa agonia ao perceber que aquele pequeno ser nos ensinou tanto enquanto caminhava, cada passo era um passo de sua escolha, um passo de sua decisão, decisão essa que culminaria em sua liberdade!