Felicidade e Infelicidade
Dona felicidade e irmã Gratidão resolveram morar na mesma casa.
Assim, a infelicidade e a ingratidão se darão muito bem juntas, mas em outro ambiente.
O único modelo ilegítimo e condenável de felicidade é o construído sobre a infelicidade dos demais. Todas as outras formas se constituem em um direito inalienável do indivíduo e devem ser defendidas até o fim, em nome das liberdades e ao preço de se abrir mão da dignidade enquanto ser humano.
Porque gotas de angústias, ódio do amor, infelicidade pela felicidade, você tem o maior presente a dádiva da vida do criador.
A felicidade do invejoso consiste na infelicidade alheia. Tenha cuidado em quem você confia. Nem todos que te rodeia se importa realmente com você
A felicidade do invejoso consiste na infelicidade alheia. Tenha cuidado em quem você confia. Nem todos que te rodeia se importa realmente com você
A maior felicidade dos infelizes é introduzir o máximo de infelicidade no seu mundo.
O porquê disso? Sabe-se lá!
Paradoxalmente, o primeiro passo para a felicidade é permitir a entrada da infelicidade. É quando temos permissão para sermos humanos, quando nos permitimos experimentar emoções dolorosas, como tristeza, raiva, ansiedade, decepção, inveja... É só quando sentimos essas emoções que nos abrimos para emoções prazerosas também. Rejeitar emoções dolorosas só vai intensificá-las.
Só há dois tipos de pessoas que não sentem emoções dolorosas: são os psicopatas e mortos. Se sentimos emoções dolorosas, esse é um bom sinal de que não somos psicopatas e estamos vivos.
O dinheiro não pode comprar felicidade para a infelicidade.
O dinheiro somente pode devolver e manter a felicidade que já se tem.
O dinheiro pode trazer alegria disfarçada de felicidade, que por ser necessário mantê-la, não pode ser felicidade.
Desculpas para comprar não faltam para tentar preencher o lugar da felicidade.
