Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
[15/3 15:21] Tainara Bomfim: Eu por um certo tempo acreditei no amor .. fiz dele poesia música , nunca tive vergonha de expor fiz tudo que eu vi nos filmes de romance , me fiz um príncipe amante alma colada sem pedir nada fui além do que podia por um tempo respirei amor chorei amor suspirei amor e sua energia me amarava ...
Mas quem diria eu,
Depois de tanto tempo lhe reencontrar,
Se foi caso do acaso ou coisa do destino, não sei!
É bom, ter você por perto me faz alegrar,
Meu olhar me denuncia não dá pra negar,
É notório todos sabem que eu te desejei.
Paixão, sintonia, fulgor
Fulgor, sintonia, paixão...
E quando a gente se mistura,
Não tem lugar pra solidão.
Loucura, desejo, prazer
Prazer, desejo, loucura...
Nossa química perfeita é nuance é ''foguejo" é amor que perdura.
Mas vem,
Vem que a gente faz acontecer,
Você transforma nosso mundo em multicor.
Pois é na pegada do seu beijo
Possuído de desejo um fino trato eu te dou.
Mas vem,
Chega mais pertinho eu "tô que tô",
No pé do seu ouvido eu vou falar.
Você sabe que eu faço com jeitinho
Com pegada com carinho um fino trato eu vou te dar.
Estávamos lá,
a muito tempo atrás
eu e ela
de mãos dadas caminhando sobre
o sol quente
de uma tarde de verão
sem se preocupar com
o futuro,
o agora,
estamos aqui
ainda de mãos
dadas,
sobrevivendo ao
tempo,
que matamos para não
morrer no infinito,
ainda caminhamos em
direção
ao sol quente
que agora
transformou-se
em inverno,
e o vento
gelado fragmenta
nossos lábios
ainda úmidos
de um longo beijo
quente
no frio.
Mal sabe o tempo no estio,
quando a seca em tudo avança,
que em minha alma corre um rio
que eu batizei de "Esperança"!!
Alma lavada no sentido mais literal da palavra.
Como eu amo o tempo, eu espero sempre pacientemente que ele passe porque sei que no final ele é sempre muito generoso comigo.
Eu gostaria de rever meu tempo
Esquecer do tento,Em ficar sem você,Estaria esquecendo de tudo,Que vivemos,Mesmo tudo acabando.
Tenho um coração de ouro,Poderia fazer músicas pata você dormir,Escrever a minha melhor rima ou poesia,Nunca conquistarei.
Posso abrir isso que bate no peito,A chave poderia ser apenas sua,De fato jogou a fora,Te falaria tudo que sinto,Mas! Eu escuto apenas o sino.
Sinal que acabou,Preciso rever,Palavras perfuram atitudes machucam,Mas! Preferi seguir em frente,Rastro de sangue por onde andei,Estanquei e sobrevivi.
Hoje vejo a ascensão com bons olhos,Garotas vazias que sofreram,Não irão agregar muito,De fato apenas murmurar e chorar,Tudo se compara a minha história.
Sou guardião da minha alma, semeador das sementes que farão o amanhã. Eu sou o tempo, o medo, a coragem, o amor e a dor. Eu sou o protetor dos pequenos e o alimento para os que tem fome de esperança.
Eu tenho mil facetas sem perder a essência e a honestidade no tom da minha voz. Sou fascinado por gente de verdade e anseio pela paz que faz afago no peito. Descobri que meus passos escuros na verdade não vieram para me atormentar, mas para mostrar ao irmão que podemos ser luz mesmo quando não temos tanta fé. As superações são partes de mim e os meus erros só fortaleceram o que me tornei hoje. Alguns dias eu só me reservo o direito de sentir - e intensamente - o melhor que a vida tem a oferecer. Canso da mesmice e adoro tudo que é novo e faz meu coração bater mais forte. A brisa, a chuva, o sol e céu são meus parâmetros e entendo que a natureza cabe verdadeiramente em mim. Eu sou tudo, eu sou todos, eu sou o milagre que acontece todos os dias.
( Vitor Ávila ) #VitorÁvila
Parece impossível encontrar alguém que tenha os parâmetros que eu busco, e ao mesmo tempo é tão egocentrismo atribuir parâmetros. Mas é que não saberia viver com alguém sem intensidade, intensidade nas conversas, na música, no olhar, no abraço, no beijo, ... A intensidade é o que me dá energia, é o que me faz diferenciar cada dia, porque cada dia é único. E além de toda essa intensidade, ser alguém que não prenda minha liberdade, porque ela não é uma ameaça, ela é a chave da minha alma. Ser livre é não se limitar aos padrões de outro, é ser você por você.
Ela é minha amante perdida no tempo
Tempestades e vendaval, eu tô dentro
Sonhos e mentiras, é esse meu acalento
Eu tô amargurado, mano cê não tá vendo?
Me afogando no ego, eu tô morrendo
Acorrentado pelos meus medos, tô me perdendo
Feridas que não saram, ainda doendo
Pensamentos infames, me corroendo.
Já faz tempo
Eu queria lhe beijar
Sonhei com este dia
Em que pude te tocar.
O seu olhar me envolve
De forma alucinante
Ela não é vulgar
Faz tudo de forma elegante
Jeito recatado
Com malícia no semblante.
Ela sabe me provocar
Até perco o bom senso
Com minha mente abusada
Abusadamente penso:
Você ali diante de mim
Totalmente entrege
Hoje você é minha
Deixe que o desejo nos leve.
Este momento é só nosso
Saciemos este desejo
Talvez me mate
Talvez me salve
O veneno do teu beijo.
Dizem que o tempo tudo cura, mas a verdade e que nem sei como pude. Hoje a minha solidão, eu a chamo por solitude.
Autor: Douglas Almeida Vergilio
Pra quê perder mais tempo com o passado?
O mundo grande e perigoso lá fora
Faz pensar que eu 'tô sempre errado
Um dia alguém me perguntou:
Nelson, se pudesses voltar atrás no tempo, mudarias alguma coisa?
Eu respondi: não, porque se o fizesse, provavelmente não estaria neste momento a escrever estas palavras.
Percebi há muito tempo que, se eu quisesse ter sucesso no mundo dos homens, eu teria que seguir as regras deles.
ENTERRAMADO
Eu sou a muito tempo a petrificação da raiva.
Meu corpo já foi assim.
Meu corpo já foi liquidificado.
Meu corpo já juntou na terra.
Eu já fui enterrado,
em terra amarrado,
enterramado.
Meus pais, filhos e avós já choraram,
E já desistiram de lacrimejar.
Minha compania já se casou no verão,
Nem vem mais me visitar.
E eu sou solidão,
Aqui no fundo do mar.
Do mar bíblico,
onde o colosso da justiça,
lança o pecado.
Cá estou .
No mundo do esquecido.
Oque fiz eu pra isso?
Bom não me lembro,
morro esquecido.
Lembro do pior acontecido.
Morri.
Não foi de febre,
Nem de saudade,
Não foi porque quis,
Nem pela idade.
Morri por má sorte,
Porque encontrei no caminho o espírito covarde.
E os anjos estavam ocupados.
Sei lá, talvez no céu ceavam.
E eu fui machucado.
Me espancaram.
Me mutilaram.
Me enforcaram.
Me alvejaram.
Me estruparam.
Me jogaram no lago.
Mas calma,
não foi simples assim .
Me machucaram, quando voltava da missa, próximo do ponto de ônibus me raptaram, me doparam, me usaram.
Me quadricularam, me puserram fogo,
me deixaram na terra.
E como esses, meus outros também me abandonaram.
Me espancaram, quando fui ouvir minha música favorita,
riram da minha roupa,
me chamaram de bicha,
me jogaram no chão,
arrastaram pelos cabelos,
me segaram com os próprios dedos, arrancaram minha roupa e enfiaram todos os dedos em mim.
Depois levaram minhas feias roupas,
sem deixar meu corpo eu cobrir,
nem minha mãe me descobrir,
eu não tinha nem um dente,
minha cabeça se fundiu com a calçada, quem me viu ,
até hoje não consegue dormir,
minha mãe acha até hoje que na verdade eu só fugi.
Me mutilaram, quando neguei dois tragos.
Me espalmaram a cara,
me prenderam no quarto,
e tiraram do peito meu filho,
me empurraram pela casa,
me levaram pra fora,
levaram também uma faca,
ela andou por tudo,
andou bem mais que as minhas lágrimas,
só perdeu pro meu sangue na caminhada,
com cigarros me queimaram,
onde já nem doia,
doía deixar meu filho ainda no início da vida.
Me largaram lá mesmo do lado de fora as traças,
depois do jornal eu fui capa,
meu filho já estava longe,
e eu nem constava no mapa.
Me enforcaram, quando menti dizendo que não sabia onde ela estava,
tinha medo que ela acabasse enforcada,
fui levada pro banheiro,
ajogada na privada,
eu gritava mas a TV estava ligada,
me deram vários tapas na cara,
me ergueram pelos cabelos,
me estrangularam na mão,
deixaram a vida me escapulir de olhos abertos,
foram perversos.
Me alvejaram,
perto de casa,
eu só caminhava com uma sacola de pão,
a morte vinha automatica,
seu barulho eu conhecia,
me veio não sei de onde,
foi de costas possívelmente,
esse tipo de morte,
por satisfação e lazer nunca vem de frente.
Corri mas já era tarde,
senti sede mas nessas horas a garganta arde,
a vizinha gritou,
chutou a roda do covarde,
a sirene soou mas já era tarde.
Na sirene mais alarde,
na minha morte mais covardes.
Me estruparam,
quando fui tomar banho de rio,
quando me escondi atrás da pedra,
Escondida do meu tio,
quando corri entre a plantação de pinho, quando me espremi entre os frepinhos, quando cai em meio aos espinhos,
quando eu não tinha nada,
nem sabia falar os corrigindo.
Me deixaram ali as margem do rio,
e naquele dia choveu,
fui pra depois da fronteira,
o porco da selva fria meu corpo comeu.
Me jogaram no lago, quando beijei ele depois da aula,
se consumiram de inveja,
me seguiram até a passarela,
me pediram satisfações,
eu não tinha pra lhes dá,
então levaram meu celular,
gravaram eu apanhar e me empurraram de lá,
aproveitaram que ninguém viu chamaram seus primos,
e me tiraram da água,
brincaram comigo,
me lançaram no fundo do lago,
que é tão frio que até hoje existo.
Em dois planos em alma vivo,
entre esse lago ou aquele do destino esqueçido.
Há quem sou ,
Ou melhor quem eu teria sido.
Não vale a vida ,
Se na verdade nada é vívido.
Não tem razões me dar um nome,
se passar o resto dos anos no subsolo pérfido.
Não queria ter pisado nesse mundo perdido.
Não tenho se quer um túmulo vazio,
Eles casaram,
Morreram de velhice,
Foram condecorados,
Praticaram outros assassinos,
Voltaram pra casa e almocaram.
E eu estou aqui,
pra sempre calado.
Eu sou o morto,
Eu sou o que colhe os frutos do cruel.
Se existir justiça,
Ela não está nem aí na terra,
Nem aqui no céu.
Depois de um tempo, deixei de correr atrás dos amores intensos. E hoje eu só espero por alguém que permaneça.
Eu vi amor pequeno bem lá no riso do abismo do que é louco
E o tempo é curto e pouco pra tanta beleza livre
