Fazer
Se tiver que cair a gente cai,se tiver que recomeçar vamos recomeçar,se tiver que fazer tudo de novo a gente faz,porque quem sonha não deixa nada passar e ficar pra trás não é nosso dilema
Apenas me parece tão… Imprudente, tão pouco característico fazer certas coisas, dizer certas coisas, mesmo que à época, não lhe pareceu certo, agora, de alguma forma, parecia menos certo ainda, a consciência às vezes grita tentando nos avisar por onde não ir, o que não fazer
Apenas me parece tão… Irreal, a pessoa que conhecia, nunca teria audácia para planejar nada tão ousado ou dilacerar um coração, encerrando assim um capítulo das nossas vidas.
Apenas me parece tão… nobre, dormir e sentir mais forte.
Apenas me parece tão… só parece, até parece.
O ECLESIASTES
Acabei de fazer a leitura do livro Eclesiastes, um dos livros da Bíblia. Lendo este livro eu senti meu coração sangrando e me perguntei por que me sentia tão mal por ser um homem próspero. Eu me mato de trabalhar todo dia para juntar bens e zelar pela minha felicidade e de minha filha Marhilyse. Já que não sou dono do meu destino posso dizer sem risco de me equivocar que o Eclesiastes é um livro misterioso, que se não for lido por um espírito mais avisado pode ser interpretado contra a fé cristã que ensina o otimismo e a esperança. Podemos mesmo dizer que o Eclesiastes é o livro mais atípico da Bíblia. Atípico pela construção imensamente poética de seus versículos. Atípico também pelo ângulo pelo qual o autor pinta a realidade da vida e sob o qual descreve o caráter vasto e indescritível do poder de Deus e de sua absoluta soberania. Para o autor o homem não é dono de sua vida para retê-la e não tem nenhum poder sobre o dia de sua morte. O Eclesiastes é um sério convite à humildade no nosso comportamento e em todos os atos que nos levem a melhorarmo-nos. O Eclesiastes nos leva a entender o caráter fugaz da vida e da inutilidade de nosso empenho em adquirir bens materiais e muita riqueza. É como perseguir o vento. O livro tenta levar os homens a compreender a inutilidade da corrida à procura de bens materiais que são perecíveis. O livro conclama o fiel a fazer um esforço em direção à espiritualidade. Lembrar-se da natureza vã das coisas deste mundo e lembrar-se de Seu criador nos dias da juventude (capítulo 12 versículo 3). Ele chama nossa atenção para a Vaidade, esse sentimento vil que sempre nos habita e que suscita Orgulho: vaidade das vaidades, diz ele. Mas se tudo é vaidade então o Criador é vaidade. Mas qual seria o mérito de Deus se não criou nada além de vaidade? Felizmente em nenhum lugar o livro diz que Deus é Vaidade. Muito pelo contrário. Ele nos convida mais uma vez a cultivar a humildade em nossas vidas junto aos nossos próximos. Ele nos exorta a aproveitar a vida que temos e aquilo que conseguimos porque o que será de nós com o que há de vir? O livro nos convida a partilhar com os outros, ser solidários e amar ao próximo. Outro ponto importante em que insiste: todas as coisas que descobrimos durante nossa existência tanto no bem como no mal ocorre pela vontade de Deus. Eis porque nos aconselha a aceitar todas as situações da vida pelas quais passamos com filosofia. Ele nos aconselha a falar menos para que não nos enojemos das próprias palavras e nos recomenda uma boa conduta. Ele nos aconselha a procurar a sabedoria porque vale tanto quanto uma herança. Mas que a procuremos com moderação e humildade. O livro nos diz que tudo aquilo que fizermos durante todos os dias de nossas vidas Deus nos cobrará em julgamento. É num tom de ameaça e de alerta que termina o livro: Deus levará toda obra a julgamento. Esse livro é essencial para nosso mundo que se tornou mesquinho. Que se pense antes de atacar os outros por atacar. Que o sangue de pessoas inocentes impeça os passos dos que correm atrás do poder e da glória. ZANPKIN.
Muitos me chamam de louco !!! bom eu faço um convite ,se vc quiser fazer parte de minha loucura estão convidados mas se não querem então não enche e deixem que eu viva em paz com minha consciência insana ... de amor pela vida !!! eu vivo cada minuto como se foce o ultimo ;) deve ser isso que talvez não me entendam ...
Meu próprio mundo.
Já vai fazer 2 anos, desde que meu filho nasceu, que não conheço pessoas novas, faz 2 anos que não fiz novas amizades por está me dedicando exclusivamente ao meu filhote. As vezes chego a pirar aqui, mas também quando tenho oportunidades de fazer o contrário, prefiro ficar em casa e curtir minha família.
Eu tenho pouquíssimos amigos e todos já são amigos de longa data, mas as vezes sinto falto de conhecer pessoas novas, conversar sobre assuntos novos, sair dessa rotina de dona de casa e mãe. As vezes me sinto sufocada e até doente.
Tenho me esforçar ao máximo para não pirar. Quero logo que meu filho fique mais independente, comece a estudar para eu voltar as minhas atividades e me sentir útil como empreendedora e não só como mãe. Eu sou bastante reservada, difícil me abrir com as pessoas, me envolver e fazer novas amizades. Quando saiu por aí, procuro cumprimentar a todos, mas só fica nisso. Não sou de puxar conversa, até porque não conheço a pessoa, e não aguento mais falar da minha vida de mãe e esposa, não é que eu não goste, é porque não tenho o que falar. Minha vida só não virou uma rotina, porque o meu filho e meu marido não permitem, mas se não fosse isso já teria pirado.
Amo minha família, sei que isso tudo é uma fase, me privei do mundo para criar o meu filho e por não confiar em babá. Já pensei até procurar um psicologo, um terapeuta, para explicar o que realmente acontece comigo. O porque de não permitir que pessoas se aproximem de mim, porque me privo do mundo e das pessoas. Tem dias como hoje, que sinto que meu espirito, minha alma está doente e morrendo aos poucos. Tento me distrair de alguma forma, para ver se não piro de vez, mas sempre me vejo no mesmo lugar.
Não tenho medo da morte!Tenho coisas para fazer em Denver!
Não tenho medo da morte. A morte é breve e certa. Tenho medo da vida, muitas vezes longa, tantas vezes incerta... Por que temeria eu a morte,se não a conheço a não ser de passagem,quando cumprindo seu papel, passa por mim levando alguém que fatalmente reencontrarei? Temo antes a vida, que conheço, sei de cada instante de dor, das surpresas que ela me trouxe, das dores que me causou... Não tenho medo da morte, acima de tudo, por que a morte me separará de quem amo por uma única vez... Tenho medo da vida, que por tantas e tantas vezes fez-se ir quem eu mais queria...A morte nenhum outro golpe me dará, que não aquele fatal, único e certeiro... Por quantas vezes fui golpeada pela vida? Ela, sim, me causa medo, insegurança e nem sobre minha própria morte tem poder; Ao passo que a morte de tudo me livra inclusive de viver. Quem na vida chora por mim, me presta homenagem, me honra, me envia flores, me santifica? A morte, sim, essa vem com todos esses atributos e ainda traz com ela uma saudade imensa que todos sentirão de mim... Que títulos a vida me deu,que superará ao meu epitáfio,-(presente que só da morte se recebe-):”Aqui jaz aquela que em vida se chamou Linda?” Por que teria medo da morte? Ela não me perguntará com que roupa quero ir,esteja eu vestida de princesa ou plebéia, não fará reparo,nem me pedirá um pouco mais de finesse;Não marcará horários irritantes que sempre tive que cumprir... Não faz acepção de mim, como não faz de ninguém... A morte é democrática e isso me fascina... Visita a todos igualmente, assim como leva o mendigo, leva o rei e a diferença se atém à indumentária que o luxo possa oferecer.... Diferente da vida, que a alguns deixa todo o seu tempo prostrado na existência vã a esperar por tê-la digna... Por que teria eu medo da morte, se ela virá no dia certo , não me deixará a esperar? Quanto à vida, essa a tudo me faz aguardar,inclusive pelo impossível!... Mas a morte? Pobre morte, nunca me enganou... Antes me deu a única certeza que tenho na vida: A certeza de que morrerei. Não tenho medo da morte...Tenho medo da vida, que na escola do mundo, muitas vezes sem me ensinar, me prova e reprova...A vida me pede tempo, me toma tempo...A morte não tem tempo a perder... Apenas passará para me levar, esteja eu aprovada ou não... À morte não interessa se terminei o meu dever, se fiz certo ou errado... Eu conheço a vida e por isso tenho medo...Medo de viver...A vida não é boa em cumprir promessas...A morte, essa nunca falha...Posso esperar confiante pela sua chegada .A quantos a vida fez esquecer de mim? A morte pelo contrário, me deixará para sempre na lembrança de tantos... De quantas coisas necessito para viver? -Muitas,- diria você... Dinheiro, saúde, amor,amigos...Para morrer, apenas preciso de um corpo são ou inválido, um coração que bata rápido ou devagar e de um último suspiro, entre tantos que dei vida afora...Aqueles, de desgosto, esse, no entanto de alivio... Não tenho medo da morte...Essa nada me cobra...Apenas me levará para acertar contas com superiores, sem querer saber o que devo ou fiquei de receber.... Não tenho medo da morte que não me cobra o futuro... Ela não me prometeu que ele virá e tira de mim qualquer risco de enfrentá-lo! Tenho medo da vida que me tira o hoje e me faz preocupar com o amanhã... E parafraseando ao contrário a sagrada carta de Paulo aos Coríntios,diria no adeus final: “Vida,oh vida, onde está o teu grilhão"?Tragada foste tu pela vitória da morte, por que para mim ,vida não é liberdade e morte jamais será prisão!
Sentimentos como amizade, amor, paixão e carinho, não deviam fazer mau as pessoas, não devia doer ou ser algo que as anulassem e as impedissem de viver, de crescer, de ter o bom pra si mesmos e conquistar aquilo que querem de forma independente porém complementar.
Sentimentos como estes deveriam ser plenos, livres de egoísmos, de posse, auto penitencia e auto flagelo.
São delicados, frágeis, e estão em nossas mãos a forma de serem conduzidos. Ms parece que eles voam para longe e pior, morrem antes mesmo que possam tocar o céu de nossa alma. Enfim....
(...) Deixou a musica tocar e se enrolou na cama, queria ter algo para fazer, como todos na sua idade, mas não tinha. E o motivo de chorar tanto era ser muito sensível e não queria ser sensível porque normalmente é deprimente. E ela já era deprimente demais. E todos lhe diziam isso. E ela sempre se esforçava para não ser.
Se o Fim do Mundo Fosse Hoje Qual Seria
Sua Ultima Coisa a Fazer?
Pense Bem Nas Coisas que Poderíamos Ter Feito
Para Ter um Mundo Melhor.
Tentamos fazer de TUDO pelo outro e percebemos com o TEMPO que o TUDO para as pessoas sempre será o NADA.
O Silêncio se fez, muitos não percebem, mas sentem,é o amor que chega sem fazer barulho, mas não é nada discreto.
É incrível como uma simples música pode te fazer lembrar de coisas que você já deveria ter esquecido.
Perda de tempo é fazer do conhecimento a munição para sobrepujar seus oponentes. Melhor fazer dele o adubo que faça florescer até em solo infértil.
