Fantasmas

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Criança é adulto com fantasmas entranhados, aprende desde cedo sobre o mal mesmo não praticando e nem conhecendo o mal. Criança também perde noites de sono, achando que quando os pais não vão às igrejas, eles estão com o Diabo, logo imagina fantasmas dentro de casa, em baixo das camas, atrás das cortinas. Essa criança não se sente abençoada e não há total conforto em seu sono, devido a imposição do castigo divino. É estupida a ideia de condená-la ao castigo dos deuses pela suposta desobediência. Não pode ser saudável um desenvolvimento pleno da criança se prevalecendo de uma única verdade, na qual a doutrinação religiosa se incide sobre ela hereditariamente pelo o vício da prática da religião.;

Inserida por amaurivalim

⁠Armando Nascimento, Meu olhar não para de lhe admirar, uso eles pra poder sonhar, e os fantasmas da solidão deixaram de existir, mas a insegurança permanece em mim, por isso deixo lhe ir, sem dizer o que quero de comedo de lhe ferir

Inserida por JoseaNascimento

Com minhas lágrimas e sorrisos
Curei todas as feridas
Enfrentei fantasmas
Reaprendi a amar o simples e puro
Redescobri em mim a inocência
Nada há a esconder de ti
Apenas fiquei eu
Frente a frente Contigo
Sem sombras
Vivendo na Luz.

Inserida por MariliaMasgalos

Vamos esquecer o que éramos e aceitar quem somos
Não devemos alimentar fantasmas
Devemos dar luz às imagens sombrias da mente
Tornar puros os nossos pensamentos e atitudes
Ter bom senso, ignorando o egoísmo.

Inserida por MariliaMasgalos

FANTASMAS
meu pai chegava do trabalho
sempre com algum alimento nas mãos
minha mãe alegre fazia uma oração
havia muita harmonia e poucos deslizes
era uma época que eu não sabia que éramos felizes

agora desbota o passado em fotos amareladas
meus fantasmas vão perdendo seus sorrisos suas faces
mas um ou outro olhar vai além de fotografias
se aconchega às reminiscencias do dia à dia


um dia meu pai chegou com um cara muito alto,
era um amigo do trabalho,
aquele cara seria o marido da minha irmã
e foram felizes para sempre,
sempre que foi possível

minhas últimas lembranças de meu pai
mostram ele num canto
com dificuldades pra respirar e muito pigarro
foram sequelas deixadas pelo cigarro

então numa tarde, na editora, enquanto eu empacotava a vida
um telefonema de minha mãe avisara que meu pai tinha partido...
jamais consegui empacotar aquele momento...

Inserida por tadeumemoria

⁠CRIADO MUDO
Alguma coisa deve mudar de hoje em diante, os fantasmas que vejo é Mentira... não somos tão solitários assim, eu e meus eus distintos,
Às vezes sou velho, às vezes num berço, embalo o tempo da inconsciência
Às vezes morro de saudade do meu eu menino
Mas nada disso é motivo ou explica nossas dores
Os corredores silentes passeiam nossos fantasmas,
Que cobram por desilusões e murmuram antigos amores
Alguma coisa deve mudar de hoje em diante
Vovó se espreguiça sobre a cama como se o tempo
Lhe esticasse sem dó suas canelas depois de levar o seu juízo
E sobre o criado mudo a dor revela, próteses que já foram seu sorriso

Inserida por tadeumemoria

⁠Os fantasmas se soltam do sótão
As borboletas e as flores da primavera somem,
As noites se alongam e o que é real
Além do que é real e além do que não é
Os loucos construíram o paraíso e criaram os deuses
Tentando entender a dor
Eu criei um hospício onde os loucos arremessam estrelas
Escorregam do arco-íris e voam com as borboletas
Sobre uma plantação de alfazema
Não quero nunca mais entender o amor,
Não devo nunca mais acreditar nos deuses;
E as manhãs, deverei vivê-las sempre,
Mesmo que sejam sempre só uma utopia
E amar com toda dor que eu suportar
E suportar a dor com todo amor do meu querer
Os deuses inventaram o amor
Os loucos inventaram os deuses
E eu invento eu mesmo pelos corredores de paredes úmidas
Dos que já choraram, ou pelos que, das esquinas sombrias
Contemplam a lua na ilusão do perfeito amor

Inserida por tadeumemoria

PAR DE ASAS
Tem uma assembléia de ratos no porão,
Uma congregação de fantasmas no corredor
Tem uma lembrança se desfazendo,
O tempo fenecendo,
Um femeeiro fornicando;
Eu tenho o medo
Como escudo para todos os males,
Tem zumbis nas esquinas,
Tem uma criança galopando num hipopótamo,
Porcos dormindo sobre pétalas de rosas
E um elefante se equilibrando
Sobre as hastes de uma videira ,
Tem a erupção de um vulcão na sala de estar,
Uma lagoa na cozinha,
Meteoros caindo no quintal, fogo no canavial...
Mas a minha caneta mágica
Cria um par de asas,
Um tapete voador e um horizonte,
Me faz flutuar e exorcizar todos os demônios...

Inserida por tadeumemoria

O problema da imaginação fértil é que germina só na nossa mente e criamos tantos fantasmas e mundos incógnitos que até nos surpreende.

Inserida por Lulena

Não deixe que fantasmas obsessores façam alojamento em tua mente sã. Exclua, antes que a depressão se instala e faça dela sua companhia constante e de teu corpo os cômodos (doenças que somatiza). A decisão é tua ou te libertas e ressuscita tua vida ou ficas submissa à esse pesadelo sepultando teus sonhos.

Inserida por Lulena

Construa teu castelo de sonhos e deixe os fantasmas do medo saírem pelas janelas, e ao adentrar feche o cadeado (coração) e respire fundo e sejas tu majestade de tua própria mente , não olhe mais pra trás e jogue a chave fora. E as janelas? - Deixe-as abertas, as cortinas também esvoaçam...

Inserida por Lulena




"Lá no passado só tem fantasmas,
poeira do que foi e nunca mais há de ser...
E o que eu faço com isso?
Nada!
Então, dei as costas e fui embora!"
Haredita Angel
08.03.22

Inserida por HareditaAngel

A tarde chega lentamente,

Exorcizo os fantasmas,

Desocupo a mente,

Dou abertura à poesia,

Ela que me acompanha

Sempre carinhosamente.



O mar alisa a costa,

Sei o que você gosta,

Faço perder a hora,

Rasgo todas as normas,

E você nem se importa,

Assim sou a tua aurora...



Sempre hei de ser tua,

Subversiva e rebelada,

Assim existo para você,

Eu sou a tua amada,

Em versos flamejantes,

Sou o mais lindo dos brilhantes.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As diversas tatuagens são sinais de lembranças do nosso corpo mas os fantasmas acorrentados aos nossos medos e rancores são sinais das crianças abandonadas em nossa alma.A cada pensamento incompleto uma incerteza a cada dúvida alcançada uma saudade.Somos mais feitos do erros que deram certos do que dos acertos pois quem sabe nunca faz na hora silenciosamente espera acontecer.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Cada qual cria e alimenta seus próprios fantasmas, toda vez que perverte por rebeldia a sua própria realidade.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Assim como existem casas fantasmas, no Estado do Rio de Janeiro, temos praias fantasmas. A triste exemplo disto, temos as do Valongo e a do Peixe, local que desembarcaram a maior quantidade de negros escravos no Brasil.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Os fantasmas não me incomodam pois sempre perdoei automaticamente e enterrei eles em algum lugar que não conheço e bem distante de mim.

Inserida por ricardovbarradas

⁠A noite abre-me.
E os fantasmas,
procuram assustar-me?
Buscam a minha loucura
e zombam da minha sensatez?
Obrigando minha alma
jejuar por amor a verdade?
Qual a verdade procuro?
Nesse labirintos de caminhos,
Sem fim, criados por mim,
Sem direção.
Caminho, solitária como a lua,
na amplidão do céu infinito.
Com curvas sazonais de razão, que brilham como estrelas no firmamento.
Danço sonâmbula
no escuro da noite,
que se fecha aos meus olhos.
Só procuro ter o teu corpo...
Esse desejo, esta palavra por si só significa minha perdição.
Nessa posse, tudo deve ser certezas, nada deve ser desejos.
Perante essas questões?
Meu coração transborda largo
e abundante como um rio, é a hora que nasce nossas virtudes.
A mais pura e inocente, na sua verdadeira essência, sem vícios, sem holofotes.
Somente no silêncio do escuro da noite que se abre e fecha esse eterno amor

⁠Reflexão

Cerro os ouvidos,
Cego os olhos,
E os fantasmas perseguem-me.
A espreitar-me quando adormeço.
No controle: em espiral jogam-me,
Para dentro, para fora...
Um constante movimento:
Dentro de mim.
Aflita, entorpecida
Sinto à noite enegrecer-me.
Correntes que prendem,
Elos que se enroscam.
Arrasto-me nas lembranças.
À noite fria arrepia.
As lágrimas molham o corpo.
O calor do fogo, seca, queima,
As cinzas se desfazem:
A perda dói.

⁠Esperança

Onde foi que nos perdemos?
Nos labirintos dos desassossegos?
Nos fantasmas que nos assolam?
No que foi, com seu peso,
Nós desviou da trilha,
E seguimos caminhos paralelos,
Mas tão perto que as linhas
Muitas vezes se cruzam,
Se tocam, se unem.
A força dos demônios
Que nos perseguem,
Sempre nos afastando.
O universo com seus mistérios,
Como uma imã, nos atrai.
Junta-nos, e recompõe os pedaços perdidos.
E seguimos entre encontros e desencontros.
A esperança sempre a espreitar,
Às vezes lágrimas teimam lavar a alma,
Outras vezes sorrisos nutrem os dias.
Mas o amor está lá, não desiste.
Quem sabe o que será?
Amanhã, quem sabe?