Fantasia e carnaval
Escolha amar e viver coisas boas. Continue sendo feliz e se amando neste mundo cheio de fantasias temporais.
Nildinha Freitas
Quando estou triste, eu vivo um personagem, fantasiando mentiras sobre mim. Assim, esqueço quem sou eu. Enquanto a vida vai passando.
Arranca-me todos os pensamentos
prefiro ilusões,fantasias e alentos.
O conforto de não saber
do que beber
essa realidade inquietante.
A verdade... é um instante,
algo que não quero ver.
Deixe-me na cegueira
de minha vida feliz,
tranquila e corriqueira.
Sonhos e esperanças
são a pele que visto
e dão asas para sobreviver
as intempéries do imprevisto.
Luísa
Se você tem medo de morrer, obviamente tem medo de viver; não perca tempo com fantasias que sua cabeça produz somente para te atrasar, viva sem medo... viva!
Viajo sempre que nossos olhos se encontram.
Viajo para um mundo de fantasias, sonhos...
um mundo que não é meu nem teu.
Mais se faz nosso,quando nos encontramos
no olhar !
Engraçado como ás vezes fantasiamos romances em nossa cabeça... Enxergamos as coisas com tanta nitidez, que a sensação que temos é de ter vivido anos, a fio, com outra pessoa que até pouco tempo era, para nós, um estranho. Na realidade nada passa de um instante, que por menor que seja se torna inesquecível, único. Você até tenta fazer com que ele perdure, seja para sempre... Mas a verdade é que certos romances vão durar uma noite, duas no máximo, e só! Não vai adiantar querer muito depois desse tempo, não vai ser de valia construir um futuro no pensamento... O futuro foi vivido em uma noite! Em uma noite você passou por todas as fases de um relacionamento, construiu tudo o que tinha que construir, mas o dia vai esclarecer o que a noite esconde e tudo acaba. O que fica são as memórias de uma vida que se passou em uma noite que jamais será esquecida...
Um bom escritor sai da realidade do mundo e cria a sua própria realidade. Fantasiando um mundo que é só dele e que se transforma num grande mundo quando os leitores descobrem um pedacinho do seu mundo, transformando em sua realidade fantasiada.
Quem sonha muito,quem passa muito tempo da vida idealizando o passado, colorindo e fantasiando o futuro,corre um grande risco de se abster de viver o presente.
De talvez até mesmo conseguir através da imaginação,amenizar um pouco o que já passou.
Ou de construir o que ainda virá,de maneira realmente satisfatória.
Passado e futuro,são fáceis de serem imaginados.Idealizados...
O passado não tem como ser mudado!
Mas o futuro pode sim,ser bem melhor que o presente.
Mas para isso acontecer, ele não pode fazer parte simplesmente dos nossos sonhos, da nossa imaginação.Ele nos dá a possibilidade de ser construído.
E esta construção começa agora,com o momento atual realmente bem vivido...
Sou apaixonada pela loucura pois é ela que me faz viajar nos sonhos, me veste de fantasias e me faz acreditar que o mundo e as pessoas podem ser melhor.
A loucura é o ingrediente que dar sabor a vida, que pinta a realidade e que me leva nas asas da imaginação.
A loucura me acompanha em uma viagem fascinante a lugares que só os loucos são capazes de chegar.
A loucura me faz diferente e a diferênça me faz feliz !
Nunca me senti assim,nessa felicidade fantasiada,
Cada beijo seu me fazia flutuar,
Em cada palavra,uma lágrima caída de emoção,
Seus abraços,era como um convite pra sonhar,
Aquele almoço,foi algo inexplicável,difícil de descrever,
Mas posso afirmar,te amo demais,não posso de ti me separar
Às vezes ...
Às vezes somos crianças, felizes em nosso mundo de faz de conta, sonhos, fantasias, pensando no que vamos ser quando crescer...
Às vezes somos adolescentes, felizes e revoltados ao mesmo tempo querendo as coisas ao nosso modo e desejando trabalhar pra não ter que pedir dinheiro aos pais...
Às vezes somos adultos e sentimos o peso da maturidade, o “peso” da vida e queremos voltar a ser crianças...
Nesse “peso” da vida,
Às vezes sorrimos
Às vezes choramos
Às vezes machucamos
Às vezes somos machucados
Às vezes amamos e somos amados
Às vezes amamos e somos rejeitados
Às vezes gritamos
Às vezes calamos
Às vezes temos a presença
Às vezes sentimos a saudade
Às vezes descobrimos que perdemos tempo com algo
Às vezes comemoramos que o tempo dedicado valeu e muito
Sorria, chore, ame, esqueça, ganhe, perca, caia, levante... mas viva!
Sempre dê valor tanto as grandes quanto as pequenas coisas e não “ÀS VEZES”
Nossa vida é cheia de “ÀS VEZES”
Mas não vamos deixar que apenas “ÀS VEZES” sejamos felizes
Desde que me entendi por gente, criei fantasias, sonhos, tracei metas, objetivos, ai vem você e faz eu mudar absolutamente tudo.
Sem título. Que assim seja. O inverso contrariado. A minha fantasia dilacera as igualdades. Mal sei se isso tudo é igual. Mas espera até que os iguais se tornem diferentes. Tudo será igual novamente. Daí irão inventar outra diferença. O existir. Tenho medo. Mal sei eu se existo. Talvez eu seja apenas um rastro, um telhado de vidro, um quarto escuro ou até mesmo uma estrofe. Não sei, mal sei se isso tudo existe. E se fossemos apenas um mero acaso, uma simples coincidência? E se todos fossem apenas uma grande confusão. Atualmente, ando achando que nem metade das pessoas que conheço realmente possuem alguma existência. Talvez eu seja louca. Ou o sentido parou de fazer sentido. Mas meu Deus, eu mal faço sentido, mal sei do que se trata, a verdade não faz sentido. O sentido por um acaso existe? Estou cansada de não fazer sentido. Eu sinto, sinto, sinto e nunca faço sentido algum. O meu hálito é céu de não saber amar. Isto faz sentido? Isso cativa a minha estranha humanização perturbante? Isto é normal? O que hoje em dia podemos considerar fora do normal, o próprio normal? Como pode ver, e ler, eu mal sei o que quero dizer. Sei nem se tenho algo a dizer. Eu nunca tenho algo a dizer. Vivo repleta de silêncios e coisas que não tenho a dizer. Eu me entorto toda por culpa do silêncio. Nunca, jamais tinha me sentido tão solitária, mesmo a minha casa estando cheia. Cheia de silêncios. Ao todo, a minha vida se resume em silêncios. Pela simples certeza que sempre tive que; Não sou obrigada a dizer nada! Não quero me expor ao ridículo. Hoje já não tenho mais esse medo todo de ser ridículo. Eu estou em estado de introspecção. Eu estou em estado de percepção esgotada. Mal sei o que quero ver, se é que tenho algo a ver, com o decorrer do tempo poderia eu dizer que o mundo todo é algo que não se pode ver? Cubro meus olhos, mas minhas mãos são pequenas o suficiente para deixar que eu veja algo. Eu inteira sou pequena, de tamanho, de fé, de compreensão, de organização, de paciência. Sou pequena em todos os sentidos. Mas que sentido? Eu, ao todo, sou feita de mentiras. E exageros. Eu sei que eu não tenho nada á dizer, mas; Sempre acabo quebrando o silêncio, com uma piada, ou um assunto sem sentido. Olha eu aí querendo fazer sentido de novo. As vezes quebro o silêncio para não parecer tão eu confusa. Entende o que quero dizer? Quero fugir da confusão que me prende. Quero ser menos eu, mas afinal, quem sou eu? Quem fui eu? Passaram-se alguns segundos dês de que escrevi aquilo e eu nem sequer me lembro do que eu era enquanto escrevia tal coisa. Eu era uma mulher, pequena, escrevendo algo. Apenas isto? Sou feita apenas de fatos. Quase nunca a vejo, talvez as poucas vezes que eu a vi tenham sido apenas uma visão, imaginação minha. Talvez ela nem exista. Talvez ela não tenha forma e nem graça, e não tenha muito menos algum estado de compreensão. O reflexo na vitrine, ou em qualquer lugar que possa refletir sua palidez e seu cabelo claro, seja apenas coisas de minha dupla e múltipla imaginação. Eu não estou cega. Mas quase não me recordo do que fui ontem. Eu estava tomando café com minha mãe; sei apenas isto. Sou uma mulher, pequena, tomando café com sua mãe. Apreciando o jeito como ela mastiga o pão. E o jeito como não tenho nada em comum com ela. Até em matéria de mastigar alimentos sou discreta, mal faço barulho. Mas sou escandalosa enquanto durmo, grito como se ansiasse pela dor de acordar. Como se eu estivesse presa no sonho, mas não quisesse me libertar pois a realidade me aprisiona mais do que no sonho. Então, pode se concluir que estava eu gritando por não querer ser solta? Não sei. Me Deus, O que sei? Não quero e nem preciso saber. Mas a confusão me fez dissimulada. A imagem do que sou me contorce toda. Eu estava sentada á beira da lagoa lendo um livro que por sinal é tão confuso que parecia até que eu viajei no futuro e estava lendo o meu próprio livro. Que sei do futuro? Preciso parar de me perder. Eu não sei se faço sentido. Mas a menina tem uma ânsia em fazer sentido e uma necessidade absurda de parecer normal, contava verdades e sorria sempre. Que sentido faz tudo isso? Que dilema sei eu? A verdade mal faz sentido e o sorriso é só uma apresentação. Teu quarto é teu melhor amigo. Já parou pra pensar, ou melhor, já parou para apenas não pensar? Tenho que dizer algo, mas, mesmo quando escrevo parece que o resumo de tudo isso pode se concretizar em silêncios. Quando escrevo também nunca digo o que realmente queria, ou precisava ter dito. Tudo isso é uma grande dissimulação. Tudo isso é uma grande confusão, Todo mundo é uma grande confusão. Uma confusão querendo fazer sentido. Estou apenas arrastando um pouco de sanidade para a minha realidade. Mal sei se isso tudo é realidade, ou é apenas um texto sem revisão.
Um ser racional passa longe de tornar-se real, no mundo onde fantasias, ilusões e mitos fazem parte da vida. #Trallner
Mais uma vez estou aqui toda opaca, fantasiando algo que jamais voltará a acontecer. No meu constante e doido exercício para driblar essa tua ausência, finjo que você não foi embora. E Sonho, sonho e vou me iludindo… Ainda entro no MSN esperando que você me chame, pra tirar a poeira e transformar o preto e branco em azul, azul. Que você me acorde com um telefone às 04 da manhã só pra dizer que está com saudade. Rodoviária, primeiro encontro. Todas as promessas de amor, hoje não passam de palavras vazias que jamais serão cumpridas, e doe, doe e não é pouco. Essa saudade que ficou no espaço que foi (é) tão seu. Bem no instante em que eu estava me entregando totalmente a você. Mas foi rompido, cortado o laço, você desistiu de nós. E ficou eu e só restou eu…
