Fanatismo
A violência a que assistimos ou sofremos é expressão de uma realidade social marcada pela falta de um projeto de nação, pela falta de ética em setores da sociedade, pelo descrédito nas instituições, pela falta de condições dignas e nobres de vida, pela banalização da vida humana. Já a violência produzida pelo terror pode ser expressão de ideologias e fanatismos de todo tipo, também do desespero de grupos e povos que não são respeitados e promovidos, da descrença na força do diálogo e do respeito mútuos...
Sem pretender complicar as coisas, devo, no entanto, admitir que o ser humano tem necessidade de atribuir sentido à sua existência.
Ao que eu saiba, gato, cachorro, cavalo, macaco, não têm necessidade disso. Começa que, ao contrário do bicho-homem, não sabem que vão morrer. E aí está todo o problema: se vamos morrer, para que existimos?, perguntamos nós, sejamos filósofos ou não. Aliás, é por essa razão que surgem os filósofos, para responder a essa pergunta de difícil resposta.
Em busca de soluções, o homem inventou Deus, que é a resposta às perguntas sem resposta. Por isso mesmo, e não por acaso, todas as civilizações criaram religiões, diferentes modos de inventar Deus e de dar sentido à vida. Há, porém, quem não acredita em Deus e busca outra maneira de dar sentido à existência, à sua e a do próprio universo.
Esses são os filósofos. Mas há também os que, em vez de tentar explicar a realidade, inventam-na e reinventam-na por meio da música, da pintura, da poesia, enfim, das diversas possibilidades de responder à perplexidade com o deslumbramento e a beleza.
Há, porém, quem dê sentido à vida empenhando-se nas pesquisas científicas, nas realizações tecnológicas e nas produções agrícola, industrial ou comercial. Também existem os que encontram esse sentido na ajuda aos outros ou na dedicação à família.
Qualquer uma dessas opções exige do indivíduo maior ou menor empenho, conforme as características de sua personalidade e as implicações da opção feita. Por exemplo, se a opção é no campo da arte, os problemas que surgem podem conduzir a um empenho que às vezes implica numa entrega limite, que tanto pode levar à realização plena como à frustração do projeto.
Diversamente, no plano político, por envolver um número considerável de indivíduos, o sectarismo ideológico tem consequências graves, às vezes trágicas. O exemplo mais notório é o nazismo de Adolfo Hitler, que levou ao massacre de milhões de judeus e a uma desastrosa guerra mundial. Mas houve outros exemplos de sectarismo ideológico, como o stalinismo e o maoismo, de lamentáveis consequências.
No plano da religião, então, por adotar muitas vezes a convicção de que ali está a verdade revelada, tanto se pode alcançar a plenitude espiritual como render-se ao fanatismo intolerante, a exemplo do que ocorreu, no século 13, com a Inquisição, quando a Igreja Católica criou tribunais para julgar e condenar os chamados hereges. Eles eram queimados vivos na fogueira, já que teriam entregue suas almas ao Diabo. A religião é, certamente, o campo propício ao surgimento da intolerância intelectual, precisamente porque ela se supõe detentora da verdade absoluta, da palavra de Deus. Hoje, temos, nesse campo, a atuação fanática do Estado Islâmico.
Mas voltemos à necessidade que temos todos de dar sentido à nossa vida. Generalizando, pode-se dizer que o bicho humano, para ser feliz, necessita de uma utopia. No século 20, para muita gente, essa utopia foi a busca da sociedade fraterna e justa, concebida por Marx e que, sem se realizar plenamente, extinguiu-se. A consequência disso é que, hoje, vivemos sem utopia, o que atinge particularmente os mais jovens.
Sem dúvida, a maioria deles, de uma maneira ou de outra, encontra seu caminho, um sentido para sua vida. Mas há os que, por uma razão ou por outra, tornam-se presas fáceis de uma opção radical, como a do fanatismo islâmico que, além de lhes oferecer um rumo –uma espécie de missão redentora–, atende a seus ressentimentos. A isso se somam muitos outros fatores, como as raízes étnicas, a descriminação, a frustração social e, sobretudo, um grave distúrbio mental.
Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.
Os grandes que se entendam!
"Vejo tanta ignorância
Vejo tanta alienação
Brigas por times de futebol
Brigas por partidos e politicos
Gente perdendo a vida,
Gente se ferindo...
pura ignorância
puro fanatismo...
Enquanto os ignorantes brigam, os grandes estão rindo".
João vivia na religião
Alimentava-se de religião
Bebia e respirava religião
João não conheceu o Amor
Perdeu a família
Perdeu amigos
Perdeu os estudos
Perdeu a vida
Perdeu a fé
João morreu
De overdose de religião
Diagnóstico: fanatismo
João foi alimentar-se de mundo.
As vezes eu mesmo não me entendo , adoro Copa do Mundo , adoro esportes , mas não suporto futebol , sabe esses campeonatos Estaduais , Nacionais ..... Isso afasta as pessoas , elas chegam á se odiar é igual politica só tem briga ,fanatismo,doença...Sei lá o nome que se da pra isso .
Jesus não é mau. Entretanto, a maioria dos seus seguidores, talvez por desconhecer a vida do seu ídolo/deus, são a personificação da maldade.
O fanático não analisa fatos: analisa pessoas. Tanto é que ele não consegue dizer se algo está certo ou errado, se é bom ou ruim, antes de saber quem fez.
Tão contraditório isso, mas existem pessoas que se consideram os verdadeiros herdeiros do paraíso. Passam a vida esperando a morte porque acham que só depois dela alcançam o céu. Enquanto esperam o dia de serem arrebatas ocupam todo o tempo que têm fazendo da vida dos outros um inferno.
Afirma-se, algumas vezes, que a intolerância religiosa é fruto da convicção. Se alguém está absolutamente convicto de que a sua fé é a verdadeira e a dos outros, errada, parece criminoso permitir o erro e perdição de seu semelhante. Entretanto, eu estou inclinado a pensar que o fanatismo é frequentemente o resultado não da convicção, mas antes da dúvida e da insegurança.
Ontem, um conhecido tem a mania de pedir as coisas emprestadas para emprestar para os outros, para ficar bonito nas costas dos outros. Tenho uma premissa de que, se eu te emprestei algo, deve devolver e não emprestar para sair como o bonzão.
E a arrogância minha e dele me fez falar umas verdades.
Para finalizar, foi pegar o que emprestou já sendo emprestado. Disse para ele deixar lá; quando parasse de usar, eu ia doar para uma pessoa com deficiência na Secretaria de Deficientes. Mas não — ele foi pegar, e com certeza deve ter falado alguma lambança.
Quando vi que trouxe, mandei umas mensagens irritado pela atitude que teve em buscar. Deve ter falado alguma bobagem para sair de bonzinho, e eu de péssima pessoa — achismo meu.
Ele disse, em sua resposta, já falando mal da pessoa para se defender, não da integridade, mas dizendo que ela não empresta nada e etc.
Agora ele está tentando se justificar para a minha mãe, tentando sair como o santo da história.
Na sua pseudo-visão de cristão fanático, diz que, ao ir buscar o que emprestou, foi o “demônio” tentando desestabilizá-lo. A desculpa? Foi cobrado de uma dívida que tem com a pessoa, e isso — segundo ele — seria uma prova de que o “capeta” quer tirar sua santidade.
Político é para ser cobrado, não idolatrado.
Quando você faz isso, perde o senso crítico, e por consequência, o bom senso.
O trouxa acredita em tudo que o ídolo politico fala é faz, ao ponto de duvidar se o que esta vendo é real ou não, se aquilo não se adapta a vontade do ídolo politico se torna falso para que se continue vivendo da idolatria politica.
