Falsa Moral
Aprendi que valores não determina o caráter moral, mas atitude respeito com o semelhante diz quem você é.
Deixa passar o conflito a atormenta não edifica o caráter moral, vá refletir na tua sombra para não atrasar a vida do próximo.
Quando a impunidade separa a justiça e a lei, é a hora de reerguer o conceito moral para que o mundo conheça a dignidade.
Somar o valor de cada gesto através das atitudes são fundamentais para educar o conceito moral, no final os créditos são edificados a ti.
Moral não é repressão ou liberdade, mas aquela decisão que se toma diante de um freezer de sorvete em que estou sozinho e se devo pagar ou não quando ninguém está olhando.
“Deus deseja que o compartilhem do pão da vida eterna”. Mas o excomungo é uma prática para a moral da religião.
A ética religiosa parece cuidar bem da moral da morte na perspectiva de outra vida melhor, após a vida terrena. A morte é um plano natural. O sentido da vida é um plano humano. A fé é o fruto da sustentação do homem, como recompensa o milagre ou a vida eterna, quando nela crê.
A morte para o homem é uma celebração para toda a vida, mais que o seu nascimento. Vivemos na certeza de que tudo vai acabar bem. Esperamos que não seja a morte o fim de todo o sofrimento, e de todos os ciclos. O fim de tudo é imaginário, são as crenças, os costumes que fazem parte de uma ideia de recompensa no final, herança mitológica, mas nada além do próprio pó após a morte.
Acredita-se que se houvesse uma passagem desta vida para outra vida sem a necessidade da morte, haveria dois mundos, não sendo essa passagem possível logo não há outro mundo. A morte é o evento mais trágico e tenebroso da vida e, portanto é o evento mais celebrado.
A fé é uma espécie de nostalgia mental, moral fraudulenta, condição para humano/religioso. Na fé permaneço, ignorantemente para uma possível felicidade.
Os dez mandamentos (bíblicos) são uma ética consensual para a moral na religiosidade e para a sociedade, esses mandamentos produzem os vícios da humanidade, são princípios encontrados em livros sagrados e são amplamente debatidos em reuniões semanais redigidos por quaisquer com poder da falácia e o mínimo de liderança sobre indivíduos predispostos e suscetíveis.
A falsidade é uma capacidade inata, capaz de enganar a si mesmo para uma moral egoísta de satisfação comum.
A moral e o valor são o resultado das escolhas nas entrelinhas de um fatídico cotidiano.
No abismo do consciente caminham lado a lado o homem e a mulher, o amor e o ódio, o céu e o inferno, a fé e a descrença, a política e a religião como facetas de uma mesma moeda. Sobre tudo um magnífico deus e um diabo estúpido também aliados e dependentes entre si.
