Falas do Texto a Caixa de Pandora

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Um novo mês não vai mudar nada se você não fizer essa mudança. Eu quero que algo mude, sei que você também quer. Acontece que só querer não é suficiente, precisa ter coragem, nem sempre é fácil, às vezes diretamente não depende de nós. O novo mês não vai fazer mágica, mas pode servir de impulso, quem sabe de motivação. Tente, tente todos os dias, vai com o coração e continue tentando mesmo se falhar. Você vai falhar e isso é normal. Não desista no primeiro erro, faça dele a sua fortaleza e aprendizado. Desejo que você consiga fazer desse novo mês um mês inesquecível, que seja bom e feliz.

Eu não mereço metades das bênçãos que me alcançam, metade das pessoas que me cercam, 1/3 das coisas que eu tenho. A lei da semeadura não falha, já plantei muita coisa ruim, mais muito além que o dobro de coisas boas. O mal que me atinge e consequência de uma má semeadura, a dor que eu sinto é apenas a lei do retorno de vários corações que deixei em pedaços, a gente planta desconfiança e colhe medo, planta dúvidas é colhe perguntas. Por muitas vezes reguei corações partidos, dei abraços em estranhos, estendi minhas mãos a quem necessitava, sem pedir nada em troca, sem desejar nada além do bem. Hoje em debilidade, com as pernas bambas mais de pé. Sendo reerguido todos os dias por vocês, velhos e novos amigos, com uma intensidade de cuidado que por vezes me assusta, não é terrena. Muito obrigado e desculpem a minha inconstância, estou longe mais sempre por perto, esse e meu jeito demonstrar que amo você, não sei sufocar. É lei, os frutos sempre veem sejam bons ou ruins. Se analisar com calma, vai chegar a conclusão que Deus e amor, pois ele te deixa escolher o que plantar, mas também é juízo, você é obrigado a colher exatamente o que semeou. Sem a orientação do grande agricultor, nosso Senhor. Desperdicei sementes em solos inférteis, cedi minha sombra a pessoas ruins e rifei meus frutos a pessoas que nunca deram o menor valor, recusei a poda e orientações de crescimento. Machucamos nossos corações com frustrações de colheitas ruins, mas o que mais uma semente germinada no ''pecado'' poderia me oferecer? Mas por misericórdia também tenho colhido os frutos do espírito que são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé. Infelizmente não se pode arrancar o que já foi plantado, vamos ter que colher. Queria deixar registrado que não sou melhor que vocês, que nenhum de vocês, muito pelo contrario me vejo por vezes como o ''menor'', o que tem mais a aprender. Hoje eu e vocês, temos a oportunidade de iniciar uma nova semeadura que será repleta de frutos positivos, dependendo do solo e a semente que escolhermos, atente-se para ouvir a voz do seu agricultor e Senhor, "Shut up" mãos há obra pião.

É sempre quando menos esperamos, que a vida nos surpreende e acontece algo maravilhoso, que renova e recria nossas esperanças. Por isso te digo: não se desespere. Não fique atrás, não fique no pé, não insista além dos limites. Chorar, implorar, reclamar, não traz nada e nem ninguém. Quando for pra ser vai ser. Não adianta promessas e palavras jogadas ao vento. Não adianta também você fazer de tudo ao ponto de se esgotar. Não é assim. Uma hora vai dar certo sim, mas primeiro tudo vai dar errado, tudo vai parecer ilusão, vai parecer que não tem solução, mas tem. Vai parecer que o universo está conspirando contra você, que nada dá certo, que ninguém te quer por perto, vai parecer, eu sei. Mas só vai parecer. É nos momentos que estamos entrando na escuridão, que a vida dá um jeitinho de reacender a luz e mostrar que você sempre vai ter alguém por perto, sempre vai ter com quem contar e que nada é tão ruim como parece. Acontece quando você não tem mais expectativas e quando não estiver esperando, vai ficar tudo bem, vai dar certo, vai ser recíproco, vai ter paz, vai ter alegria e vai ter amor. Não digo para ficar esperando sentado a vida acontecer por si só. Digo para viver, para aproveitar e principalmente para se amar! Aprenda a se amar e se completar, para quando alguém aparecer na sua vida não permanecer por necessidade ou por carência, permanecer por escolha, permanecer por amor. Então entenda: não adianta desespero, não adianta euforia, é quando menos se espera que a felicidade acontece.

Mesmo que vivesses 3 mil anos e tantas vezes quanto 10 mil anos, lembra, todavia, que ninguém perde uma vida distinta da vida presente, tampouco vive uma vida diferente desta que presentemente perde. Assim, a vida mais longa e a mais curta se tornam algo idêntico. Com efeito, o presente é igual para todos e, portanto, o que se perde também é igual; e aquilo que se perde, consequentemente, revela-se como sendo de curtíssima duração, como se fosse instantâneo. De fato, não se perde o que passou nem o futuro, pois como tirar de uma pessoa aquilo que ela não possui? Necessitas lembrar, portanto, estas duas coisas: uma é que tudo o que é egresso da eternidade é de espécie idêntica e tem caráter cíclico, não fazendo diferença nem importando, assim, se alguém permanece em contemplação das coisas apenas por um século ou dois ou por um tempo infinito; a outra coisa é que, quando morrem, a perda é igual para pessoas que viveram o máximo de tempo e para aquelas que viveram o mínimo. Com efeito, o presente é tudo de que se pode ser privado: afinal, tudo o que se tem é o presente, e a perda daquilo que não se possui não é possível.

Marco Aurélio
Meditações. São Paulo: Edipro, 2019.

⁠Se você está lendo essa mensagem, você é abençoado e tem muitos motivos para agradecer a Deus. Mesmo diante dessa pandemia, mesmo enfrentando vários outros problemas, Deus tem te guardado, te livrado de muitas coisas. Você pode não ter percebido, mas Ele sempre esteve com você, e por mais difícil que seja a luta, Ele nunca vai te abandonar.

Arrancou uma página do livro e a rasgou ao meio. Depois, um capítulo.
Em pouco tempo, não restava nada senão tiras de palavras, derramadas feito lixo entre suas pernas e em toda a sua volta. As palavras. Por que tinham que existir? Sem elas, não haveria nada disso.
(…)
De que adiantavam as palavras?
Nada acolheu os chamados senão o silêncio.

Ela só quer ter paz
É pedir muito?
Ela tem pensado em suicídio dia e noite , não sabendo mais para onde fugir
Ela desistiu do amor, desistiu dos amigos, desistiu da vida porque não quer sofrer.
E tudo que está girando em sua mente é : MORTE MORTE MORTE!
Um copo com de whiskey ,uma faca e calmante é o que está na frente dela
Ela quer gritar , ela quer escapar desta vida que está deixando-a doente.
Ela chora sem parar, ela precisa de paz.

Eu não sei amar pouco
Sentir um beijo mais ou menos
Estar pela metade numa relação
Preciso estar inteira
Quero me sentir plena
Me entregar sem restrições
Quero um beijo que me faça estremecer
Quero que meu coração bata acelerado, cheio de amor
No Amor...
Ou sou tudo, ou não sou nada

Um amigo é como uma flor, uma rosa para ser mais exato, ou talvez um gosto novíssimo um portão que nunca vem.
O amigo é como a coruja simultaneamente bela.
Ou talvez um amigo seja como um fantasma, cujo espírito nunca morre.
Um amigo é como um coração que vai até o forte final. Onde iríamos estar nesse mundo se não houvesse um amigo.

Cartinha...


Ganhei hoje um presente embrulhado em saudades
Um presente colorido em uma caixa vermelha
Em cima tinha uma fita amarelada do tempo
Estava escrito em azul! Saudades são como os ventos...


A caixa feita em forma, que parece um coração
Por ser vermelha bem forte, cor do sangue em minhas mãos
Dentro trazia uns guardados escritos com emoções
Estava no cabeçario ainda escritos a mão...




Amigo estas lembranças me saem do coração
Se posso chamar de amigo a quem quero por paixão
O tempo levou embora apenas as minhas certezas, mas deixou algo esquisito
Deixaram no peito meu que sangra nestes escritos...




Quando a caneta desliza neste papel azulado
Colocando em palavras os pensamentos espalhados
Esperando que ainda tu leias, relembrando seu passado
E do amor que te tenho neste coração guardado.
Das esperanças que tinha com ela fiz uma estrada...




Viajei pelos caminhos de mãos dadas com as saudades
Sempre amparada com a sorte minha amiga desgarrada
Mas esteve ali presente no presente desta estrada...




Tive momentos que a vida às vezes me fez te esquecer
Quando dormia um pouquinho nos sonhos ia te ver
Felicidades tão belas que levaram o amanhecer
Cheguei odiar o sol porque levava você...




Amores tentaram de tudo, rostos lindos de viver
Corpos rolaram nas camas em buscas de algum prazer
Nas lembranças do meu peito só existia você
Nestas linhas que te escrevo somente para saber
Que na vida do meu hoje e no ontem sou você...






Termino estas lembranças, deixando como certezas
Contrariando os dizeres que ouço por muitas vezes
Que o tempo tudo cura. o meu peito não aceita
Quando o amor é verdadeiro! Nem a morte ele respeita.
Assinado com saudades, saudades de uma vida inteira...




(Zildo de Oliveira Barros14/03/12)

ABRINDO O MEU CORAÇÃO...
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Com 10 anos de idade eu era engraxate, carregava minha caixa nas costas e também uma cadeira, aos domingos de manhã, ficava esperando a missa terminar, para assim vários pares de sapato poder engraxar, com batidinhas de escova e sambinha no pano, estava feliz, ganhar várias notinhas, este era o meu plano... Também com essa idade, vendia sorvete e pirulito no campo, em outra ocasião, juntava ferro-velho e também vendia alface, este era o meu trabalho, eu valorizava o meu trampo...

Com 13 anos trabalhei como auxiliar de serralheiro, cortando aço e manuseando solda, era arriscado, mas eu queria ganhar o meu próprio dinheiro...

Com 14 anos acordava às 04h00 da manhã e pegava em uma enxada, assim fui com vários amigos para a colheita de batatas, eu não era tão bom, eram sacos de 60 quilos, mas eu conseguia colher de 10 a 15 sacos, o eito era pequeno, mas eu dava enxadada, quem é fera no assunto, vai achar engraçado e dizer que isso era nada...

Com 15 anos comecei a trabalhar em um posto de gasolina, fazia limpeza interna dos carros e também fazia serviço de frentista, às vezes até lavava algum automóvel, dependia da gorjeta, esse era o meu negócio...

Com 18 anos tirei minha esperada habilitação, um mês depois eu já estava dirigindo um caminhão, viajando por todo Brasil sozinho, vivendo uma e outra emoção, fiz mais de mil viagens e conheci o Norte, Nordeste e Sul de nosso país, com tantas aventuras na estrada, escrevi o que passei, sem me esquecer, contei cada detalhe...

Daí com 34 anos, lancei meu primeiro livro, com essa idade, me tornava oficialmente um escritor, continuei a minha saga, precisava me adaptar, parei o caminhão e voltei a estudar, me aperfeiçoei na área que escolhi, com 41 anos de idade e descobrindo uma e outra novidade, me tornei Professor...

Passando a limpo a minha vida bem rapidinho, percebo que foi muito bom começar a trabalhar ainda menino, assim pude aprender a dar valor ao dinheiro recebido, pois como dizia meu pai, nada me foi dado de "mão beijada", a vida é feita de desafios, de conquistas almejadas, tive momentos incríveis, mas também decepcionantes, nada disso me fez desistir, ao contrário, estou mais empolgado do que antes...

Estou aqui e quero ainda muito mais, pois sou na vida, apenas mais um integrante...

Quantos bandidos Jesus adotou e levou para casa?
O cobrador de impostos, que fazia caixa 2;
A mulher que traiu o marido;
Os mendigos, que viviam jogados na entrada da cidade;
O criminoso condenado à morte;
E muitos outros excluídos da sociedade foram os preferidos de Jesus: as crianças, as mulheres, os samaritanos, etc.
Quando alguém me diz "tá com pena de bandido, leve para casa", eu respondo "mas é isso mesmo que os cristãos devem fazer".
E quem se diz cristão, mas defende o discurso de ódio contra os bandidos, também deve acreditar que Jesus foi condenado, como bandido, justamente.

Inserida por Althielis

Minha visão
Realmente a vida é uma caixa de surpresas
Quando você menos espera a pessoa te lesa
E nessa vida eu sou mais um na rela


As vezes é necessário apenas uma gota
Para tudo ir para os ares de pressa
E tudo que construímos ser jogado fora
Mais rápido do que VC perceba

E por aqui deixo minha dica
Temos que passar por isso.

Inserida por Gabrielsantosdebrito

Caixa de correio

O correio está vazio
Estou aflita
O correio está vazio

Não consigo me concentrar
O correio está vazio
Minha carta não chega

O correio está vazio
Não compreendo este atraso
O correio está vazio

A preocupação me domina
O que acontece?
O correio está vazio

Inserida por MorganaRubi

⁠LARGA ESSE HOMEM

Por Nemilson Vieira (*)

O Galdino Caixa carregava a fama de ser preguiçoso, por não querer levantar uma palha. Estava difícil sobreviver na cidade daquela maneira…
Serviço havia, mas o homem não corria atrás do lucro.
Os filhos é a alegria da casa: primeiro veio Rita, Maria, José Caixinha como era conhecido.
Pelo jeito ia longe nessa procriação, mas havia de pisar no freio. Ainda moravam de favor numa casa velha arruinada, cedida por um conhecido, em Estrela do Indaiá.
A esposa Leonôra com dificuldades, segurava as despesas da casa como podia… Os meninos só ajudavam em alguns poucos serviços domésticos.
Até que Zé Sérgio, fazendeiro caridoso da Serra Boa, soube da vulnerabilidade social da família e se prontificou em ajudar. Convidou o Galdino a ser um caseiro seu, na fazenda.
Por lá poderiam criar os seus animais, plantar as suas lavouras… Tudo o que fizessem seriam da família.
Para Galdino o serviço de roça não lhe não dava ânimo…
Leonôra achou ser uma ótima proposta. De fome propriamente, não morreriam; disposição para o trabalho, não lhes faltava…
O Galdino para agradar à mulher e os filhos, não os ver em apertos, faria qualquer negócio… Aceitou a proposta.
Estabelecidos na propriedade, Leonôra logo deu de criar galinhas, porcos — coisa que não o fazia desde que fora morar na cidade.
Organizou um canteiro desativado que havia no quintal e começou a cultivar a sua hortinha caseira.
Logo já estava a morrer de saudade de Zé Caixinha, o seu único filho homem, que ficara a estudar em Estrela com a madrinha. Tempos depois, fora para a capital mineira; não havia mais estudos para ele no interior. A madrinha custeava os estudos e as despesas do garoto. — O tinha como um filho.
Galdino vivia num repouso quase
absoluto: a embalar-se numa cômoda rede armada na varanda da casa, o dia inteiro.
Leonôra não parava um só instante dos trabalhos domésticos. Cuidava das filhas, lavava as roupas, fazia o ‘mastigo’ do dia, num fogão velho de lenha. Ainda labutava na roça nas horas vagas.
Tudo dando certo conselheiros não faltavam à Leonora:
— Larga esse homem! Procure uma pessoa mais esforçada que lhe dê valor… Ainda tem homem bom no mundo…
Leonora só dizia:
— Sou feliz assim. Foi Deus que me deu ele; já temos três filhos maravilhosos. Às vezes ele arma umas arapucas, uns laços, e pega umas aves, umas caças, e nós comemos com os filhos e nos alegramos em volta da mesa. Serve para olhar a casa; vigiar a roça… Ainda me faz um carinho por vezes,…
Com as voltas que o mundo dá…
Galdino deu para fazer chapéus de cambaúba, uma taquara muito comum em mata de transição, abundante nos terrenos de Zé Sérgio. Aprendeu o ofício nem se sabe como!
Preguiçoso podia ser, mas, muito inteligente!
Fez o primeiro chapéu e o pendurou num prego na sala; aquilo era um sinal de respeito: havia um homem na casa.
Fez o segundo para o seu uso pessoal. Só o retirava da cabeça para dormir.
Outro para o dono da fazenda que o amou. Idealizou também versões femininas de chapéus, e as presenteou a esposa, as filhas, a patroa.
Gastava quatro dias para fazer um chapéu; que era vendido por dez cruzeiros na época.
Não parou mais com a sua fábrica de chapéus. A boa notícia espalhou-se por entorno da fazenda, distritos e cidades, estados. Além de uma beleza encantadora a durabilidade dos seus chapéus também eram algo extraordinário. Dizem que Galdino dava uma garantia de 40 anos ao freguês que lhe comprasse um chapéu. — Coisa nunca vista no mundo comercial.
Zé Sérgio dava-lhe toda a liberdade para que colhesse a matéria-prima necessária para a produção dos seus chapéus, nos seus terrenos. Os fregueses vinham de todos os lados para comprar e levar aquelas preciosidades.
Abriu pontos de vendas em algumas cidades e a demanda por seus produtos iam bem. Até dos outros Estados da Federação haviam encomendas.
O negócio crescia numa velocidade astronômica… O volume das vendas garantia-lhe uma boa receita.
A Rita filha mais velha do casal, não teve boa sorte: casou-se e foi-se para uma terra distante. Grávida do primeiro filho uma das paredes internas da sua residência, desabou sobre ela. — Numa briga do esposo com o sogro. Não resistiu os ferimentos e veio a falecer, com o seu bebê na barriga.
Maria aprendera a profissão com pai, e o ajudava na fabricação e vendas dos chapéus; no atacarejo na cidade.
José Caixinha graduou-se e passou a administrar os negócios da família.
Ao acompanhar o marido nos eventos que realizava Leonôra falava da garra, da determinação e da paciência que se deve ter com o esposo…
Se tivesse dado ouvidos aos conselhos de alguns, teria perdido um marido de ouro. — Dado com os burros, n’água.

*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário
(15:06:17)
Fli e Lang
Texto baseado em fatos reais, com adendos do autor.

Inserida por NemilsonVdeMoraes

⁠A VELHA CAIXA DE SAPATOS!

Uma velha caixa de sapatos,
atada com um cordão desbotado
repleta de papeis e retratos,
me levou de volta ao passado.

Comecei a olhar com carinho
cada um daqueles documentos,
partes do meu longo caminho,
registros dos meus sentimentos.

Uma carta, de setenta e três,
me jurava um amor infinito,
que terminou no outro mês,
me deixando triste e aflito.

A foto de um pavilhão,
me lembrou uma namorada
para quem fiz uma declaração
as quatro da madrugada.

Um convite de casamento,
de um amigo do passado
me lembrou que no momento,
ele encontra-se divorciado.

Uma poesia rebuscada,
num guardanapo escrita,
me recordou da namorada
que era muito bonita.

Um poema de adeus
e um cartão de Natal
me trouxeram os olhos teus,
achados num carnaval.

Um bilhete amassado,
escrito com mão tremida,
vestígio de um fracassado
amor, na minha vida.

E quando a noite chegou,
na caixa de novo guardei,
tudo aquilo que restou
de tanto por que passei,
amarrei de novo o nó,
soprei da caixa o pó
e no armário tranquei."

⁠Caixa de pó

Seguro a caixa de pó de arroz
Como se guardasse prata, ouro e só.
Na falta do cheiro que inexiste
Ficou triste o tempo agora.
Apesar de as nuvens fazerem
No céu os mesmos desenhos
Tingem em nossas mentes
Momentos felizes de outrora
Em que os rostos pintávamos
De juventude
Mas o tempo e sua amplitude
Vai apagando nossas glórias
Fazendo da memória uma caixa
Vazia de pó e só.

Inserida por joanaoviedo

⁠ Pense fora da "caixa" para se destacar da multidão, para progredir e fazer coisas extraordinárias para o seu bem- estar e para o bem- estar de todos. Pensar fora da "caixa" é questionar tudo, é pensar diferente da multidão, é pensar de forma inteligente e criativa, é seguir um caminho diferente da maioria. Pense fora "caixa", não para ser melhor do que a multidão, pelo contrário, pense assim para ajudar a multidão a pensar igual à você e crescer também.





Data:09/07/2021

Márcio de Medeiros

Inserida por marciodemedeiros

Quem dera que me escondesses Numa caixa escura.
Que me fixasses um limite de tempo e te lembrasses de mim! Que me mantivesses secreta até que o teu desprezo recuasse,
Morrendo o amor, pode ele viver novamente?
Esperarei todos os dias do meu trabalho compulsório,
Até vir a minha substituição.
Tu chamarás e eu mesma te responderei.
Terás saudades do amor que um dia te dei.

Inserida por Zayle

Sensatez




⁠Olhar antes fora da caixa é um movimento que pode definir se sua tentativa de escolha foi vitoriosa ou será um erro continuado,

Tentar viver as próprias fantasias no mundo da realidade é um ato de coragem ou uma fraqueza protegida pela soberba,

Uma erupção sanguínea acontece a cada vez que eu penso em você e as flores, o campo, as montanhas e a noite profunda são testemunhas de uma única vítima,

Da lua nova a lua crescente minguante o mais sensato a dizer é que eu continuo observando você.

Inserida por Ricardossouza