Explicação
Classifique o amor como um sentimento puro, algo que não tem explicação, algo que foge das leis da ciência, algo que é único, verdadeiro. Se senti com a alma se deslumbra.
Um sentimento que não
Tem explicação
Uma sensaçao bem
estranha de se compreender
Hora e bom
Hora e ruim com você
Um sentimento
Que não tem definição
Hora te deixa feliz
Hora parte seu coração
VOCE ME FAZ SENTIR ASSIM
E me deixa em completa confusão
O mais triste e que eu não consigo
Para você isso dizer e isso tira
Totalmente o meu chão!
Hora caio em total desilusão
Mas quem foi o inventor do amor?
Esse cara so pode ter perdido a noção
Se eu o tivesse inventado
Seria como que uma conexão
Ai dessa forma não teria como o outro dizer nao
AMOR SEM EXPLICAÇÃO
Amar é gostar é querer alguém, sem saber se explicar. Porque o amor não se explica. É um sentimento espontâneo, que nasce de dentro para fora, brotado da fonte do coração.
O silêncio de Dilma
A passividade da presidente é tão estranha que demanda explicação. Talvez nem ela saiba ao certo qual o seu mandato.
Alguém que tivesse votado em Dilma Rousseff no segundo turno, viajado em seguida e voltado ao país no fim de semana passado não entenderia o que aconteceu. Eleita com 3 milhões de votos de vantagem, ela parece derrotada. Manifestações de rua pedem sua saída, adversários tentam vinculá-la à corrupção na Petrobras, na economia se apregoam cenários catastróficos. Como Dilma não reage ao cerco, perde espaço nas ruas, nas manchetes e no mercado. Também no coração e na mente dos que nela votaram.
A passividade de Dilma é tão estranha que demanda explicação. Não pode ser atribuída apenas a seu temperamento insular ou à falta de iniciativa de seus assessores. Há algo mais, que talvez tenha a ver objetivamente com o resultado das eleições.
Dilma venceu, mas não ficou claro, talvez nem para ela própria, qual é seu mandato.
A eleição derrotou (por pouco) o projeto de Aécio Neves para a economia, encarnado pela figura do financista Armínio Fraga. Mas não é evidente com que projeto Dilma venceu. Seria com "mais do mesmo" -- impedir o ajuste econômico e lançar o governo contra o mercado, com resultados imprevisíveis? Seria com o "ajuste gradual" -- tentar recolocar a economia no rumo sem sacrificar os níveis de emprego e renda? Ou seria, ainda, o "estelionato eleitoral" -- a adesão às teses do adversário, representada pela escolha de um nome de mercado para a Fazenda, como Henrique Meirelles?
Em eleições passadas, não houve tal dúvida. Fernando Collor de Mello era o "caçador de marajás" que tiraria o país do atraso. Fernando Henrique Cardoso, o presidente da estabilidade da moeda, com mandato para integrar o Brasil ao mundo global. Lula, o pai da inclusão social que aceitara, depois da carta as brasileiros, as ferramentas de mercado. Dilma, na primeira eleição, a seguidora do período Lula. Todos receberam das urnas uma missão clara e trataram de executá-la com mais ou menos tirocínio. Agora, pela primeira vez em anos, especula-se sobre o que Dilma fará no segundo mandato. A eleição não resolveu a contento esse aspecto do futuro.
O problema talvez se deva à maneira como Dilma venceu. Ela ganhou com uma plataforma à esquerda. Acusou Marina Silva e Aécio de curvar-se aos desejos do mercado e dos banqueiros. Ao falar em mudança de rumos e pessoas, ao prometer um novo ministro da Fazenda, porém, induziu parte dos eleitores (e do seu próprio partido) a acreditar que a gestão da economia no segundo mandato inclinaria alguns graus em direção à austeridade e ao mercado.
Agora, Dilma colhe os frutos da sua ambiguidade. Parte da aliança que a elegeu quer que ela dobre a aposta à esquerda. Outra parte apoia as mudanças que o mercado exige. Ambas as facções estão representadas no governo. Refém das duas - e pressionada pelo ruidoso descontentamento dos que não votaram nela - Dilma hesita. Ao fazê-lo, permite que a vida econômica do país entre em compasso de espera, enquanto a política se organiza contra ela.
Não há saída simples dessa situação. Dilma terá de fazer agora a escolha que não fez antes da eleição e renunciar ao apoio e à simpatia dos que ficarem insatisfeitos com ela. Qualquer escolha será melhor do que a paralisia.
Ivan Martins para Época
O sentido da vida é não ter sentido e a explicação para o amor é não ter explicação. Existem coisas que vão além de qualquer justificativa.
Toda explicação é uma tentativa de justificar o fracasso. Em vez de dar desculpas, compartilhe suas experiências e adote uma abordagem pedagógica. Isso demonstra compromisso com a palavra e evita falar em excesso.
Com você é tudo sem explicação.
Até parece que entre nós tudo acontece meio que fora da curva...
Eu amo o jeito que você me ama, revirando-me do avesso... Como se seu amor fosse uma tempestade em alto mar!
E, ao mesmo tempo, estar em teus braços fosse igual repousar no aconchego e carinho de um ninho.
O amor entre nós tem o sabor de uma taça de vinho e a loucura da embriaguez...
Com você nada é normal, estou amando nosso amor surreal.
é muita coisa sem explicação
é muita loucura e confusão
é muito tormento e desilusão
é muita desculpa e informação
é muita neura e dissimulação
é muita preguiça e colaboração
é muito exemplo e discriminação
é muito amor e paixão
é muito dinheiro e insatisfação
é muito dever e pouca obrigação
é muito ajuda e colaboração
é muita fé e compaixão
é muito sentimento e tribulação
é muito vício e exaltação
é muita fala sem ponderação
é muito olhar sem perfeição
é muita lembrança e predestinação
é muito fracasso e alienação
é muita dor e palpitação
é muita calma e orientação
é muito terror e perseguição
é muita fome e nenhuma alimentação
é muito sim e pouco não
é muita emoção sem razão
é um Criador e muita criação!!!
Não existe problema sem explicação e você não exceção.e você está escondendo as suas qualidades, estás olhando pra os teus defeitos
E dizendo eu sou uma coitadinha de pessoas, fica sabendo que você não é isso não !!! Se não deres o primeiro passo não Vaz conseguir e tens que começar de baixo mesmo ..
Uma grande plateia assiste embevecida a explicação do grande personagem: O homem pode criar o espectador, o espectador apela para o controle remoto, o controle remoto ilude o espectador, traído pela ansiedade, atraído pela suposta obviedade de suas escolhas, ele, o expectador, simula um drama disponível, simplifica seus conflitos e é dominado por uma lassidão que o mantém como um eterno espectador.
Meu Deus,que amor
é esse que estou sentindo...?
Não encontro explicação
para este vendaval de emoções
Hoje eu não encontro palavras
que expliquem
o que estou sentindo.
Hoje sou essa poesia calada.
Apenas sentindo...
Almas conectadas fluindo.
Eu não vejo um corpo
Vejo sua alma me possuindo...
Emoções espelhadas surgindo.
Se não é amor, então me diz o que é...
Em todo mundo, sem exceção, há uma linha tênue entre o ódio e a explicação.
Ódio: de entender.
Explicação: pra todas as versões de si mesmo que lutou pra ficar bem, e hoje você respira, e é um bom começo.
Uma pena que as condolências; que rítmicas, dançam em uma coreografia ridícula de pena, junto ao meu peito problemático que hoje bate como um marca passo.
Explicação inexplicável:
Certamente a ciência já tentou decifrar o sentido de amar alguém, mas não conseguiu è óbvio.
Como pode decifrar o indecifrável?
Não existe resposta certa tampouco coerente, a pratica do amar é uma coisa que acaba com a gente, ora ama, ora desama. Isso tudo é culpa do coração um órgão traiçoeiro que se nega a render-se, e fica lá batendo por um alguém que muitas vezes torce para você ter uma parada cardíaca, por isso que eu digo, amor inexplicável, indecifrável e traiçoeiro.
O amor não requer explicação, são trocas de olhares carregadas de silêncios, algo que escapa à medição e não pode ser descrito, no entanto, sei que é imenso e inegavelmente belo. Parece que sinto demais em uma escala sem fim para mensurar. Amar é algo extraordinário, às vezes doloroso, porém poderoso. Não me interprete mal, não busco ser tão sentimental, mas me vejo envolvido em reflexões sobre esse sentimento capaz de transceder tempo e distância. Ah, o amor!
Há sentimentos que não precisam fazer sentido, tampouco, ter uma explicação plausível. Sentir com intensidade é suficiente.
“O amor não tem explicação
É a Ciência do Coração
É impossível não se enamorar
Porque o amor vive
Enquanto você respirar.”
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