Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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"E eu, que estou de bem com a vida,estou no ápice do que mais entendo de felicidade.

Inserida por leilaboas

Do prazer eu descobrir que mais cedo ou mais tarde, o tempo pra ser feliz é curto quanto mais leve ,tanto mais sutil o prazer ,que das coisas nos provém.

Inserida por leilaboas

Amar é mais sentir..
menos falar..eu te escrevo.(eu te amo)

Inserida por leilaboas

Não quero mais teu abraço, não quero mais teus carinhos e nem teus Beijos. Na verdade eu não quero mais você...(Patife)

Inserida por SaulBelezza

"E Deus esparramou os povos... Fez Você e Eu, dois seres bem diferentes, mais com o mesmo querer. E as mesmas loucuras." (Patife)

Inserida por SaulBelezza

Meus algozes não estão do outro lado da muralha, estão mais perto do que eu possa imaginar, as vezes até me abraçam, me faz um carinho, me faz sentir frágil, e nesse instante de fragilidade é que recebo o golpe de misericórdia...
(Saul Belezza - Patife)

Inserida por SaulBelezza

Quando você me olhou, eu já estava apaixonado por você. Isso é pretérito mais-que-perfeito.

Inserida por SaulBelezza

Assim como ontem, ela não mais voltou a me querer! E eu pra me vingar, também nunca mais quis ninguém...(Saul Belezza - Patife)

Inserida por SaulBelezza

Se eu fosse você deixaria de bobagem, e faria mais bobagem...
(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Não quero meus inimigos longe de mim, se é que tenho isso! Eu os quero o mais próximo para mostrar o quando sou superior a eles!

Inserida por tucafriba

⁠Se eu conseguir arrancar sorrisos, já me darei por satisfeito, considerando-me ser a pessoa mais sortuda do mundo.

Inserida por tucafriba

⁠Quanto menos eu penso no lúpus, mais também ele se esquece de mim.

Inserida por marachan

⁠O Encontro no Ônibus

Estava eu, mais uma vez, indo para a casa de minha avó. Para tanto, preciso pegar dois ônibus ou ir a pé até o ponto do segundo. Com muita cautela, vou. Passo atenciosamente de rua em rua, esquivando-me das esquinas como quem evita lembranças indesejadas.

Decido ir a pé. Chego ao segundo ponto um pouco cansado, o corpo denunciando a caminhada, e logo vejo meu ônibus se aproximar. Entro, pago e me assento. Como em qualquer outro dia, encaro a janela como uma tela em branco, onde os cenários passam rápido demais para serem compreendidos. Imagino tudo, porém nada de importância.

Um bairro se passou quando sinto um toque no braço, leve como o roçar de um galho ao vento. Vinha de alguém que se assentava do meu lado direito. Penso que foi apenas um esbarro casual e volto ao meu devaneio, mas novamente sinto. Dessa vez, decido me virar e entender o que estava acontecendo.

Era uma senhora, pequena e franzina, de mãos trêmulas e olhar perdido. Tentava, com delicadeza, chamar minha atenção. Algo havia de diferente em seu olhar — um brilho úmido que parecia conter todo o peso do mundo. O marejar de seus olhos já me inundava, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela segurou minha mão com firmeza, como quem busca âncora na tempestade.

Sem dizer uma palavra, ela apenas suspirou fundo, como se aquele gesto contivesse anos de histórias acumuladas. Seus dedos enrugados e frágeis envolviam minha mão como se segurassem um último pedaço de esperança. Por um instante, o mundo se reduziu àquele toque, e o barulho do ônibus se tornou um murmúrio distante.

Aos poucos, seus lábios se abriram, e num sussurro quase inaudível, ela disse:
— Você se parece com meu filho...

Houve um silêncio denso, como se o universo contivesse o fôlego. Não sabia o que responder, e talvez ela nem esperasse uma resposta. Apenas segurava minha mão, fixando o olhar num ponto indefinido do corredor.

— Ele partiu faz tanto tempo... — murmurou, com a voz quebrada pela saudade.
Um nó se formou na minha garganta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele instante. Então, num gesto instintivo, apertei a mão dela com carinho e disse:
— Eu estou aqui... Pode me contar sobre ele, se quiser.

Ela pareceu surpresa, como se aquela simples oferta fosse um presente inesperado. Seus olhos marejados se voltaram para mim, e um sorriso tímido despontou, como um raio de sol por entre nuvens carregadas.
— Ele tinha esse jeito quieto... sempre olhava pela janela, pensativo. Gostava de imaginar histórias. E quando eu estava triste, ele só segurava minha mão, como você está fazendo agora.

Senti meu coração pulsar mais forte. Eu não era apenas eu — naquele instante, eu era um fragmento de memória viva. Ela continuou falando, e a cada palavra seu rosto se iluminava, como se a lembrança trouxesse o calor de um reencontro.

— Ele dizia que as nuvens eram mapas de terras mágicas — disse ela, sorrindo leve.
— Sempre acreditava que, se prestássemos atenção, descobriríamos um caminho que só os sonhadores enxergam.

Sorri também, e sem perceber, comecei a compartilhar minhas próprias memórias de viagens e pensamentos perdidos olhando pela janela. Ela escutava atenta, como quem encontra companhia na dor e na saudade.

Quando o ônibus freou bruscamente, ela soltou minha mão com delicadeza, como se devolvesse à realidade o que fora apenas um breve consolo. Antes de descer, olhou para mim com um sorriso pequeno, mas sincero, carregado de um agradecimento mudo.
— Obrigada... Você me fez lembrar que o amor não morre... Só se transforma em saudade.

Olhei para ela e, com um sorriso sincero, respondi:
— Talvez ele ainda segure sua mão... de algum jeito, através de quem traz um pouco dele no olhar.

Ela desviou o olhar por um momento, tentando conter as lágrimas. Mas quando voltou a me encarar, havia uma serenidade nova ali, como se minhas palavras tivessem encontrado um canto acolhedor dentro dela.

Fiquei observando-a partir, pequena e delicada, desaparecendo na multidão. O ônibus seguiu viagem, mas aquela sensação permaneceu em mim — uma mistura de melancolia e gratidão por ter sido, ainda que por poucos minutos, um porto seguro para alguém que precisava ancorar suas lembranças.

No caminho até a casa de minha avó, pensei sobre a força que existe em simplesmente estar ali para alguém. Às vezes, somos chamados a ser companhia em meio ao tumulto da cidade, como se a vida nos empurrasse para encontros que não esperávamos, mas que, de alguma forma, precisávamos viver.

E ali, entre a dor e o alívio, aprendi que às vezes somos porto, outras vezes somos naufrágio — e, no intervalo entre os dois, a vida nos permite tocar o coração de um desconhecido, deixando nele um pouco de calma, e levando conosco a certeza de que a humanidade sobrevive nos detalhes.

Inserida por DanielAvancini

⁠Diz o ditado popular: " mais vale um pássaro na mão do que dez voando." Eu diria: mais vale um pássaro voando do que dez na mão. Pássaro voando significa vida e liberdade. Pássaros na mão significa prisão.

Inserida por Valdecir

Por mais que eu tentasse eu não conseguiria ofender Deus, Ele não é sucetível de ser atingido por ofensa.

Inserida por Valdecir

⁠Cozinheiro é a profissão mais velha do mundo e há quem diz que em seguida vem a prostituição, eu pensei que fosse a política mas pela semelhança, acho que as duas ocupam o segundo lugar.

Inserida por Valdecir

A ⁠cada dia que passa eu tenho mais a convicção de que tudo está ligado, sem viajar muito, mas, atos e fatos são imprevisíveis. Tudo acontece e muda num curto espaço e tempo, permitindo-nos ter uma maior interação com tudo o que nos rodeia. O despertador que não toca, a palavra de alguém que não conhecemos, como vários outros fatos que nos fazem aprender mais ou não, modificando nosso ato inicial certo ou errado.

Inserida por robertompeniche

Eu não precisava de muita coisa na quela noite, apenas dele! Ele e nada mais. Ele já era o suficiente. Ter ele ali, já me fazia satisfeita .. Já me mantia viva o meu vicio de ter ele. Minha rotina era, não tocar mais no seu nome, e quem sabe pode dizer ”Ele não me tem mais”. Mas ele me conhece, eu faço tudo errado. Ele, o meu erro mais bonito. Eu continuo errando, na espera de me acertar com ele.Eu sempre soube que ele era um erro, mas erro maior que esse, só o meu amor que esta aumentando. — Ah meu bem. Se tem algo mais bonito que você, eu diria que esse algo somos nós. Sem cerimonias, sem planos sem nada, agente se encontrou de novo. Eu estive ali entrelaçada entre seus braços fortes, toda envolvida no seu cheiro, nos seus beijos com aquele profundo gosto amargo do cigarro. Esquecemos de tudo aquela noite, exceto o amor. Ah o amor! Como eu poderia me esquecer do amor, se eu estava vivendo um? Eu sou fraca pra amar por nós ”dois”. Então por favor, me ame de volta. Eu sei que estou me repetindo, causando o mesmo erro varias vezes. Mas oque eu posso fazer? Cara! Olhe pra mim quando ele está por perto, me fala, eu sou fraca em relação a ele. Desculpa. Desculpa.. Eu desejei ele tanto aquela noite, eu tive ele em meus braços frágeis, eu me lembro! Eu estava lucida, eu o abracei forte, como se fosse o nosso primeiro abraço, e então eu encostei vagarosamente a minha cabeça no seu peitoral, e olha, foi um dos momentos mais lindo da minha vida. Eu pude ouvir silenciosamente as batidas do seu coração, e o vento assoprando lá longe, as folhas sendo levadas para outros caminhos com o sopro do vento. Foi um dos sons mais lindos que eu já ouvi. Eu o quis por muitas noites, e tive ele em poucas, e no outro dia eu sabia que teria um castigo por ter tido ele em meus braços. Eu sentiria a falta dele no outro dia. Esse é o meu pior castigo. Sentir a falta dele no dia seguinte. Desce a bebida mais forte, que o dinheiro dá pra comprar. Uma doze dele aqui, outra doze dele ali. Foi assim por horas, eu e ele, ali. Mas que droga, ele é o meu vicio. Olhei pra ele e foi como se eu nunca tivesse gostado de alguém antes. Foi como se eu gostasse de alguém pela primeira vez. Eu não me mantive em pé, e então, uma lagrima rolou, do meu olho ao perceber que puderia ser a última vez em que eu pudesse ter ele ali, todo pra mim bem na minha frente, outra lágrima rolou dentro do meu coração ao ver a velocidade das suas mãos sobre meu rosto. Quando eu menos esperei, havia desaparecido a lágrima que eu chorei. Tá chovendo dentro de mim, quase que um temporal. — Como vai fazer agora sem ele? — O tempo, vou ter que ter o tempo pra lidar com o que passou. Me disseram que isso é como num filme, e que todos já sabem o final, eu também sei! Então eu vou fazer esse filme não ter um final.

Inserida por JeMartines

Chega mais pra perto, me dê aquele tão esperado beijo de cinema que eu tanto imaginei, sem ao menos saber se aconteceria, mas imaginei. Tente me beijar e eu virarei o rosto — Desculpe quero dar uma de difícil. Mas ao contrario de “difícil” eu to muito fácil pra você. Tu me ganha apenas com esses olhares e sorrisos de cantos. Chega mais pra perto. Me envolva no meio desses teus braços fortes, deixe esse seu cheiro de cigarro se misturar com o meu perfume. Deslize seus dedos nas minhas costas, até me arrepiar a espinha. Comanda um beijo nosso com as mãos na minha cintura. Me faça carinho, me beije, me mate de amor. Mas não vá embora. Encosta tua cabeça no meu colo, e deixa que eu te faço adormecer acariciando seus lisos e claros cabelos curtos. Fica em silencio, não precisa dizer uma se quer palavra. Apenas deita aqui e fica. Fica, apenas fica. Não me manda embora e nem diz que vai embora. Eu preciso de você de qualquer jeito, eu preciso. Não me faça contar os dias que eu tenho pra te esquecer, porque eu sei que não saberei te esquecer mais. Não vá embora, te peço, mas também não me deixe ir embora de você. Mas se decidir ir, que vá! Mas que leve esse meu coração junto, e assim eu finalmente poderei viver sem coração. Me traga as bebidas mais fortes, e também uma dose de amnésia. E que me tragam você, claro. Em um banco de praça, qualquer rua deserta que seja. Estaríamos ali, meio inconscientes, quietos por dentro, mas se pegando por fora a fora. Sentindo as minhas mãos subindo pelas suas costas, trazendo sua camiseta junto, minha respiração ofegante, meu coração acelerado. Os beijos estralados, os corpos encostados um no outro. Era um se aproximando cada vez mais do outro, sem ninguém saber ou imaginar. Cada vez mais perto, perto do precipício. Mas se continuar chegando cada vez mais perto com essa intensidade toda,saiba que eu não vou te largar mais.

Inserida por JeMartines

"E quando você acordar
Eu não estarei mais aqui
E quando você acordar
Espero que caia da cama!"

Inserida por luhlivia