Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Haverá um tempo em que direi...
("Como fui tolo e insensato!").
Tinha um universo a minha frente e preferi apenas, enxergar meu orgulho e vaidade!
Permaneci tolo e vítima de mim.
Mas entendo que o passar pelo crônos,
foi oque me deu como se fora um terceiro olho.
Uma visão além.
Porém ainda titubeio por entre os parâmetros do que se chamam viver.
MiM
Sou contrapartida para o medo
Uma fuga para um emaranhado de sentimentos
Desculpas e mais desculpas para aliviar a consciência de quem eu sou, morrendo um pouco a cada dia
Vestida de vermelho num dia cinza
Caminhando sobre uma corda bamba
Instável, volátil e egoísta
Suprimindo cada palavra e gesto, sendo tudo menos para mim
Finjo não ver o que está diante dos meus olhos, mas antes de ir solicito o seu perdão por meio de uma carta sem remetente e afundo na vaga lembrança do que ficou para trás.
"Uma hora, do nada, vem um estalo: isso não combina mais comigo! Isso não faz sentido com a minha versão atual... É a mudança de ciclo te cumprimentando."
Amor doído
Sou simples e forte,
Um guerreiro que ama,
O amor é o meu norte,
Uma mulher, a minha chama.
Chama que aquece,
O fogo do meu vigor,
Eu faço sempre uma prece,
Que nunca me falte amor.
E se por acaso faltar amor,
Que Deus me abasteça de paixão,
Pois, a paixão ameniza a dor,
E dor não faz bem ao coração .
Coração que se fragmenta,
Quando parte o amor,
De saudade, quase não se aguenta,
E dessa saudade, vem a dor.
Dor que não se mede,
Que jamais poderá se decifrar,
Dor que não se pede,
Dor que nunca mais quero encontrar.
Lourival Alves
Cada livro
Ao abrir um livro, adentro um mundo sem fim,
Onde a imaginação voa livre, junto a mim.
Entre páginas e letras, encontro meu refúgio,
Onde cada história me envolve em um doce sortilégio.
Sou amante dos livros, devoto leitor,
Em suas páginas encontro a mais pura emoção.
Viajo por terras distantes, em aventuras sem par,
E vivo mil vidas através do olhar do autor.
Cada livro é um tesouro, uma preciosidade,
Que enriquece minha alma e expande minha verdade.
Com eles aprendo, sonho, choro e sorrio,
Pois os livros são amigos que nunca me deixam vazio.
Nas estantes da vida, guardo meu amor sem fim,
Pelos contos, romances e poesias que habitam em mim.
Sou eternamente grato aos livros que me encontraram,
Pois são eles que me fazem sentir vivo e renovado.
O “poder repressor específico” da burguesia contra o proletariado, de um punhado de ricos contra milhões de trabalhadores, deve ser substituído por um “poder repressor específico” do proletariado contra a burguesia (a ditadura do proletariado).
Escapar por um dia era bom, dois era ótimo. Agora que posso escolher ficar longe para o resto da minha vida é um sonho realizado.
Para muitos na classe média, qualquer discurso das minorias é considerado apenas um "mi mi mi"...
Não se interessam pelo passado nem pelo processo histórico brasileiro.
Acreditam que estão na zona de conforto por mérito, enquanto todos fora são vistos como preguiçosos e acomodados.
Não adianta gastar energia tentando explicar o motivo das políticas afirmativas, num contexto brasileiro marcado por enorme desigualdade social, decorrente do histórico de escravidão e de uma elite extremamente gananciosa.
É como dar murro em ponta de faca.
Acredito que o melhor recado que podemos enviar é continuar focando na luta pelos direitos das minorias e no cumprimento da lei.
🕊️ “Entre o que fui e o que serei”
Carrego no peito um tempo que passou,
Mas que nunca saiu de mim.
Um beijo roubado,
Um coração partido,
E um "eu te amo" que ficou pelo meio do caminho.
Voltei tantas vezes no pensamento,
Pra aquela escola, praquelas amigas,
Praquele amor que parecia destino…
Mas era só desatino.
Fui mulher antes da hora,
Descobri o amor sem manual,
Aprendi a sorrir com lágrimas nos olhos
E a esconder a dor num “tá tudo normal”.
Sou feita de pedaços de mim que ninguém viu,
De sonhos que calei,
De vontades que não vivi.
Mas ainda tô aqui…
Firme, mesmo frágil.
Doce, mesmo machucada.
Já me disseram que eu sou intensa demais,
Mas quem sente muito, vive profundo.
E mesmo ferida, eu não deixo de amar o mundo.
Hoje eu não procuro mais por alguém que me salve.
Procuro por alguém que ande ao meu lado
— e se não vier, tudo bem —
Eu aprendi a me levantar sozinha,
Mas com poesia, fica mais leve também.
🌹
Roço a língua pelo ar para capturar o gosto do som que adentra meus ouvidos. Sei que é um perigo misturar os sentidos, mas sempre arrisco um pouco mais. Vale a pena e a tentativa. Sou atravessada por histórias que nunca ouvi e, apesar da contra-intuição, são meus poros e não meus olhos quem mais absorvem o que vejo. Sou feita de remendos alheios e nem conheço os nomes das personagens principais, porque, se existe algo do qual não posso me gabar, é da minha memória. Até tento, mas já descobri que tentar não é suficiente. Sou apanhada por refratários retoques das lembranças que permeiam meu cérebro. Cérebro não me parece uma palavra poética, todavia sempre me questiono se o que escrevo pode mesmo ser chamado de poesia. Não basta rima e nem sempre ela é imprescindível. Conheço gente que faz da vida uma poesia e poesia que se presta a ser gente. Fico fascinada com estas outras dimensões de nós. Somos, ao mesmo tempo, tão bonitos e tão feios, tão belos e tão asquerosos. Sinto tudo isso no paladar. De vez em quando, é mel; de vez em outra, é fel; às vezes, é sangue atravessando a garganta, cortante, dilacerando todos os sonhos, ceifando pupilas brilhantes, escorrendo mares por outras faces. Não sei, mas algo que começou com tantos sentidos, agora parece não fazer sentido algum. Eu sinto e explico, mas temo que ninguém me entenda, a não ser quem também seja assombrado por estes pensamentos à noite, um pouco antes de dormir. Sempre, sempre, sempre…
Há momentos que olho para os problemas e digo, só tenho a Deus mas não se trata de um lamento, é minha fé gritando, creia, Deus tem a solução.
A carta ao conforto
Oi! sou seu passado tenho um futuro incerto, mas você sempre irá lembrar de mim. Hoje com muito anseio vou seguir o meu caminho estou com medo, espero que possa me confortar e tranquilizar-me mostrando como você esta atualmente. Acredito que possa estar bem, e se não estiver lembre-se que eu sempre estarei com você, lembrando-o de quem é e de quão longe nós poderemos chegar. Amo você, com lembranças o seu passado.
minha ansiedade só piorou ultimamente kkkkkkjjk parece q tem dois de mim, um tá inquieto criando mil coisas na cabeça e o outro tá tão desanimado q não quer nem levantar da cama
Poesia é pintar um quadro de palavras além da singela janela na chuva ou, da simples conversa da missa e de bar. A poesia exprimi a arte de experimentar, e aguçar a mente com provocações vastas, arrancando da espreguiçadeira o valente. Reacionária essência, visa o mágico poder de denunciar.
Poesia é carrega tônus, informalidade, inconformismo – vociferar.
O caipirinha
Ocê mi dá um abraçu
Só um tiquim
E um beijim
Pamode ieu matá a vontadi
Ocê nu sabi o quanto sunhei cum issu
Ti prometu qui só é um tiquim
Um nini beijim
Mi dá?
Ricardo Melo
O Poeta que Voa
O impacto foi repentino, como um raio que corta o céu. O som do metal se deformando ecoou no ar, misturando-se com os gritos de surpresa e a sirene distante. O carro colidiu violentamente contra o muro, como se o destino tivesse traçado aquele caminho destrutivo.
No instante antes da colisão, o tempo parecia se esticar, cada segundo se arrastando dolorosamente. O coração acelerado batia como um tambor descompassado, enquanto os pensamentos corriam em uma enxurrada de adrenalina e medo. Os olhos arregalados capturaram cada detalhe do inevitável: a imensidão do muro se aproximando, implacável.
E então, o impacto. Um estrondo ensurdecedor preencheu o espaço, ecoando na mente como uma lembrança indelével. O carro tremeu e balançou como uma marionete descontrolada, e o corpo foi sacudido violentamente. O cinto de segurança pressionou o peito, uma medida de proteção em meio ao caos.
Os estilhaços de vidro dançavam pelo ar, como estrelas cadentes em uma noite sombria. A fumaça escapava do motor avariado, levando consigo o cheiro acre de borracha queimada. O ar ao redor estava impregnado de tensão, um silêncio carregado de consequências imediatas.
A realidade se estabeleceu rapidamente, trazendo consigo uma enxurrada de emoções. O choque inicial deu lugar à consciência do que havia acontecido. O carro agora era apenas uma massa retorcida de metal, enquanto o muro permanecia impassível, como um guardião de concreto que testemunhou a colisão.
O coração ainda pulsava, acelerado e descompassado. A dor, tanto física quanto emocional, começou a se infiltrar, como os primeiros raios de sol que penetram pela fresta de uma janela. O impacto contra o muro era apenas o início de uma sequência de eventos que desdobrariam suas consequências.
Enquanto as sirenes se aproximavam, anunciando a chegada dos socorristas, o motorista se viu diante de um mar de arrependimento. As mãos trêmulas agarravam o volante, os olhos desviando-se do inevitável desfecho. A sensação de impotência enchia o ar, enquanto o peso da responsabilidade se fazia presente.
Bater um carro no muro não é apenas uma colisão física, mas também um choque emocional. É uma lição dura e rápida sobre os limites da nossa fragilidade. É a lembrança de que a vida pode ser frágil e imprevisível, e que nossas ações podem ter consequências irreparáveis.
Enquanto o carro permanecia imóvel, preso ao muro, o motorista confrontava sua própria vulnerabilidade. Era hora de enfrentar as consequências, aprender com os erros e buscar uma forma de seguir em frente. A colisão marcava um ponto de virada, uma oportunidade para crescer, aprender e recomeçar.
Voo Azul Subitamente, sem mais... Escolhi o silêncio, por um instante. Ali permaneci, quieta, na minha inquietude, diante de mim.
O dia estava azul, pincelado de amarelo pelo sol da manhã de todos os meus dias azuis. Perambulava entre todas as telas da fase Azul de Picasso até me encontrar, encontrei.
Dias azuis é sempre o vento que nos traz. Primeiro vem o vento, depois o céu fica todo azul, e o dia também. Deve haver um modo de matar o que não faz mais sentido.
Espero os dias com vento, quando ele sopra forte, e canta, voo.
Voo azul. E naquele dia ventoso, azul, amarelo, quase verde, eu, azul, subi montanhas... Descalça do medo.
Estou preso em um loop infinito.
Caminhado em uma esteira fechada, onde as paredes laterais, é minhas angústias, mágoas, insegurança, transtornos, crises e medos.
A parede de trás, é a mais bela forma de vida que já tive, cheia de esperança, fé e amor.
A parede da frente é meu futuro que eu imagino ter. Agradável, feliz e próspero.
Sigo caminhando, com o passado, presente e futuro, em minha mente.
Como quebrar esse ciclo vicioso, se eu não saio do lugar.
Por muitas vezes fiquei sozinha e foi por isso que aprendi a dar um jeito de cuidar muito bem de mim mesma.
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